
Como resultado de unha guerra semelhante, a destruçón de todas as instituiçóns coloniais, mais ou menos completas, mas instituiçóns ao fim, ao abandono absolucto da industria agrícola e gandeira, o enrarecimento da poboaçón, a ruína dos arquivos públicos, a desapariçón das fortunas particulares, a debilitaçón profunda de todas as forças sociais. Recordemos que na nossa luta pela independência; xamais um exército espanhol, passou ao Sul de Tucumán; xamais nos nossos campos recrutáram homes os realistas. Mais aínda: no meio da luta eram observadas as leis da guerra, e depois dos nossos desastres como depois dos nossos triunfos, o respeito pola vida do vecinho era unha lei sagrada. Nem as matanzas de Monteverde e Boves se víram na Arxentina, nem sobre ela lanzou os seus fúnebres resplendores o decreto de Trujillo. Depois… a triste noite da anarquía, caíu sobre nós. A guerra civil com todos os seus horrores, Artigas, Carrera, Ramírez, López; mais tarde, Quiroga, Oribe, acabaram de postrar-nos. Mas Venezuela, tomou também a sua parte nesse amargo lote dos pobos que se emancípam. As nossas dores acabáram em 1852 e pudémos aproveitar a metade deste século de movimento e de vida para ingressar com enerxía na linha de marcha das naçóns civilizadas. Até 1870 Venezuela foi presa de discórdias intestinas. ¡E que guerras! A luta da independência marcou escola; nas contendas fracticídas, o partidário viveu à custa dos bens do inimigo, e ao fim, a riqueza pública enteira desapareceu na voráxine da sangre e do fogo. Chamade a unha casa durante as campanhas venezolánas: Na voz que vos responde, notareis um tremor de inquietude vaga e secreta na garganta, e a porta só se abrirá para dar entrada, quando se contesta com tranquilo acento: “¡Gente de paz!”
MIGUEL CANÉ