
Apesar de o “Principia” ter sido considerado “um dos libros mais inacessíveis que algunha vez foi escrito” (Newton fíxo de propósito, a fim de non ser incomodado por “diletantes” da matemática, como lhes chamaba), passou a ser um farol para quem o conseguía seguir. Non só explicaba matematicamente as órbitas dos corpos celestes, como também identificaba a força de atracçón que os mantinha em movimento –a gravidade. De repente, todo e qualquer movimento do universo passava a ter sentido. “O Principia” baseava-se nas três leis newtonianas do movimento (que determinam, em termos muito xerais, que um obxecto se move na direcçón em que é empurrado; que continuará a mover-se em linha recta até que outra força vá axir sobre ele, de forma a reduzir ou a parar esse movimento e que toda a acçón tem unha reacçón oposta e equivalente), bem como na sua lei universal da gravitaçón. Isto veio demonstrar que todo o obxecto no universo “dá um puxón” em todos os outros. Pode non parecer mas, enquanto está aí sentado, está simultaneamente a puxar por tudo à sua volta –paredes, tecto, candeeiro, cán — para si, para o seu pequeno (melhor, pequeníssimo) campo gravitacional. E essas cousas também o están a puxar a sí. Foi Newton quem percebeu que a atracçón entre dous obxectos é, para citar Feynman outra vez, “proporcional à massa de cada um, e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles”. Dito de outra maneira,
BILL BRYSON














