OS SISTEMAS COM VÁRIAS ESTRELAS (FI-84)

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Os chinêses, falan de unha era, durante a dinastía Hsia (c. 2205 a 1782 a. C.), na qual o nosso entorno cósmico variou súbitamente. Apareceram dez soles no céu. A xente na Terra sofreu muito de tanto calor, de maneira que o Imperador ordenou a um célebre arqueiro que disparára contra os soles adicionais. O arqueiro foi recompensado com unha píldora, que tinha o poder da imortalidade, mas a sua mulher liscou-lha. E, por este delíto foi desterrada para a Lúa. Os chinêses, estábam no certo ao pensar que um sistema solar com dez soles, non resultaría acolhedor para a vida humana. Actualmente sabemos que, aínda que se nos ofertaríam grandes possibilidades de bronceádo, a vida probabelmente non se desarrolharía nunca, num sistema solar com múltiples soles. As razóns non som tán sinxélas, como o calor asfixiante imaxinádo na lenda chinêsa. De feito, um planeta podería ter unha temperatura agradábel, aínda que orbitrára ó redor de múltiples soles, ao menos durante um certo intervalo. Mas, parece improbábel que assím se púdera alcançar um aquecimento uniforme durante largos intervalos de tempo, situaçón que parece necessária para a vida. Para saber porqué, consideremos o que acontece com o tipo mais sinxélo de sistema de múltiples estrelas, um sistema com dous soles, que é denominado unha “estrela binária”. Aproximadamente, a metade das estrelas do firmamento som de tais sistemas. Mas, incluso os sistemas binários sinxélos, só podem manter certos tipos de órbitas estábeis. E, em cada unha delas, é probábel que haxa intervalos de tempo em que o planeta está demasiádo quente ou demasiádo frio, para poder albergar vida. A situaçón sería ainda pior para sistemas com muitas estrelas.

ESCRITORES HISPÂNOS (FERNANDO FERNÁNDEZ DE CÓRDOBA)

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ESCRITORES HISPÂNOS (JUAN FERNÁNDEZ DE CONSTANTINA)

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ROZALIA LUKSENBURG (7)

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GEORG WILHELM FRIEDRICH HEGEL (A CIÊNCIA DA LÓXICA)

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INÍCIO À ESCRITURA (2)

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HETERODOXOS HISPÂNOS (O PRIMEIRO CONCILIO TOLEDANO)

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Quatro partes claramente diferêntes encerra o primeiro concilio Toledano, tal como chegou até nós: os “Cánones disciplinares”, a “Assertio fidei contra priscilianistas”, as “fórmulas de abxuraçón pronunciádas por Sinfosio, Dictinio, etc…” e a “sentencia definitiva”, que os admíte ao grémio da Igrexa. A autenticidade e enlace de todos estes documentos foi demostráda polo doutíssimo P. Flórez (tomo seis de La España Sagrada). Os cánones som vinte, e neles pouco me demorarei. O número quatorze, está dirixído contra os priscilianistas, que recebíam a comunhón sacrílexamente, sem consumir a sagrada forma. O vinte, manda que só o bispo, e non os presbíteros (como se facía nalgunhas províncias), conságrem o crisma. Dos restantes, uns tendem a evitar irregularidades nas ordenaçóns, e vedando o numero dous, que os penitentes públicos, passem de “ostiarios” ou de “leitores” (isto só em caso de necessidade absolucta), a non ser que sexam subdiáconos antes de ter caído em pecado; outros intímam aos clérigos a assistência às suas igrexas e ao sacrifício quotidiano; lhes prohibem passar de um obispado a outro, a non ser que da herexía tornem à fé e separem do gremio da Igrexa ao que comunique com os excomulgados. Relaçón, aínda que indirecta, parece ter com as costumes introducidas polos priscilianistas o canon seis, a teôr do qual as vírxens consagradas a Deus, non debem assistir a convites nem reunións, mem ter familiaridade excessiva com o seu confesor, nem com lego ou sacerdote algúm. Unha prohibición semelhante vimos no concilio de Zaragoza. A continuaçón dos Cánones veio a “Regula fidei contra omnes haereses, maxime contra priscillianistas”, documento precioso, que tem para a nossa Igrexa a mesma ou parecida importância que o “símbolo Niceno” para a Igrexa universal. Testemunha brilhante da pureza da fé espanhola naquel revoltádo século, prenda de gloria e de imortalidade para os bispos que a subscreberam na “Regula fidei”, obra de tal natureza e interésse para o nosso trabalho, que convém traduzí-la íntegra, e de “verbo ad verbum”, sem perxuízo de comentar, mais adiante, algunhas das suas cláusulas: “Acreditamos num só e verdadeiro Deus omnipotente, Pai, Filho e Espírito Santo. Facedor de todas as cousas vissíbeis e non vissíbeis, do céu e da terra. Acreditamos que há um só Deus, e unha Trindade da substância divina; que o Pai non é o Filho; que o Filho non é o Pai; mas o Filho de Deus é da natureza do Pai; que o Espírito Santo, o Paráclito, non é o Filho nem o Pai, mas procede do Pai e do Filho. É, pois, non enxendrado o Pai, enxendrado o Filho, non enxendrado o Espírito Santo, mas procedente do Pai e do Filho. O Pai é aquele cuxa voz se escutou nos céus: Este é o meu filho amado, em quem tenho todas as minhas compracenças: escutáde-o a Ele. O Filho é aquel que dizía: Eu procedím do Pai e vinhem de Deus a este mundo. O Paráclito é o Espírito Santo, de quem falou o Filho: Se eu non voltar ao Pai, non virá o Espírito. Afirmamos esta Trindade diferênte em pessoas, unha em substância, indivissíbel e sem diferênça em virtude, poder e maxestade.

ESCRITORES HISPÂNOS (ALONSO FERNÁNDEZ DE AVELLANEDA)

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OS LASERS PULSADOS

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KARL MARX (A ABOLIÇÓN DO TRABALHO ALIENADO)

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SANTA MARTA DE RIBARTEME

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ESCRITORES HISPÂNOS (ANDRÉS FERNÁNDEZ DE ANDRADA)

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ESCRITORES HISPÂNOS (LUIS FERNÁNDEZ ARDAVÍN)

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LITERATURA CASTELÁN (EL CANCILLER PERO LÓPEZ DE AYALA)

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BERTRAND RUSSELL (MARIA MONTESSORI)

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