“Às vezes leio unhas páxinas ante a grabadora e as escuto depois, a ver como resultam. O som importa-me muito e, dentro do possíbel, aspíro a manter o rítmo dactílico, que é o meu, o da minha fala galega orixinal.”
GONZALO TORRENTE BALLESTER
–Só contam as palabras, o resto non é mais que charlataneria.
–A palabra é um dos primeiros xoguetes do bébé.
–As palabras formam histórias.
–Às vezes temos muitas ideias, e estamos carentes de palabras.
–Platón consideraba, que a orixem da escritura, debía-se ao instânte, em que se perdía o uso da razón.
–O ser humano aprende a partir dos sentidos, principalmente da vista.
–Começar com um borrador e ir organizando e melhorando o texto depois.
–Abrir um arquivo de escritores, a partir das leituras feitas e com as notas extraídas.
–Elaborar antoloxías de escrítos, que anónimos por este mundo circulam, de histórias quasi-perdidas, de contos ou de refráns populares, etc…
Quatro partes claramente diferêntes encerra o primeiro concilio Toledano, tal como chegou até nós: os “Cánones disciplinares”, a “Assertio fidei contra priscilianistas”, as “fórmulas de abxuraçón pronunciádas por Sinfosio, Dictinio, etc…” e a “sentencia definitiva”, que os admíte ao grémio da Igrexa. A autenticidade e enlace de todos estes documentos foi demostráda polo doutíssimo P. Flórez (tomo seis de La España Sagrada). Os cánones som vinte, e neles pouco me demorarei. O número quatorze, está dirixído contra os priscilianistas, que recebíam a comunhón sacrílexamente, sem consumir a sagrada forma. O vinte, manda que só o bispo, e non os presbíteros (como se facía nalgunhas províncias), conságrem o crisma. Dos restantes, uns tendem a evitar irregularidades nas ordenaçóns, e vedando o numero dous, que os penitentes públicos, passem de “ostiarios” ou de “leitores” (isto só em caso de necessidade absolucta), a non ser que sexam subdiáconos antes de ter caído em pecado; outros intímam aos clérigos a assistência às suas igrexas e ao sacrifício quotidiano; lhes prohibem passar de um obispado a outro, a non ser que da herexía tornem à fé e separem do gremio da Igrexa ao que comunique com os excomulgados. Relaçón, aínda que indirecta, parece ter com as costumes introducidas polos priscilianistas o canon seis, a teôr do qual as vírxens consagradas a Deus, non debem assistir a convites nem reunións, mem ter familiaridade excessiva com o seu confesor, nem com lego ou sacerdote algúm. Unha prohibición semelhante vimos no concilio de Zaragoza. A continuaçón dos Cánones veio a “Regula fidei contra omnes haereses, maxime contra priscillianistas”, documento precioso, que tem para a nossa Igrexa a mesma ou parecida importância que o “símbolo Niceno” para a Igrexa universal. Testemunha brilhante da pureza da fé espanhola naquel revoltádo século, prenda de gloria e de imortalidade para os bispos que a subscreberam na “Regula fidei”, obra de tal natureza e interésse para o nosso trabalho, que convém traduzí-la íntegra, e de “verbo ad verbum”, sem perxuízo de comentar, mais adiante, algunhas das suas cláusulas: “Acreditamos num só e verdadeiro Deus omnipotente, Pai, Filho e Espírito Santo. Facedor de todas as cousas vissíbeis e non vissíbeis, do céu e da terra. Acreditamos que há um só Deus, e unha Trindade da substância divina; que o Pai non é o Filho; que o Filho non é o Pai; mas o Filho de Deus é da natureza do Pai; que o Espírito Santo, o Paráclito, non é o Filho nem o Pai, mas procede do Pai e do Filho. É, pois, non enxendrado o Pai, enxendrado o Filho, non enxendrado o Espírito Santo, mas procedente do Pai e do Filho. O Pai é aquele cuxa voz se escutou nos céus: Este é o meu filho amado, em quem tenho todas as minhas compracenças: escutáde-o a Ele. O Filho é aquel que dizía: Eu procedím do Pai e vinhem de Deus a este mundo. O Paráclito é o Espírito Santo, de quem falou o Filho: Se eu non voltar ao Pai, non virá o Espírito. Afirmamos esta Trindade diferênte em pessoas, unha em substância, indivissíbel e sem diferênça em virtude, poder e maxestade.
FERNÁNDEZ DE AVELLANEDA, Alonso. Nome, probabelmente pseudónimo do autor do espúreo “Segundo tomo del ingenioso hidalgo Don Quixote de la Mancha, que contiene su tercera salida; y es la quinta parte de sus aventuras” (Tarragona, 1614). A sua autoría é um enígma. Forom propostos como autores: fray Luis de Aliaga, confesor de Felipe III; um obscuro poeta aragonês, Alfonso Lamberto; Guillén de Castro; Tirso de Molina; Joan Martí; Andrés Pérez; Juan Blanco de Paz; Lope de Vega; Quevedo; Alonso de Ledesma; e muitos outros, inclúso ao mesmo Cervantes. Nesta continuaçón espúrea, chega-se a insultar a Cervantes no prólogo. Don Quixote aparece como um louco carente de saber e doutrina, cuxas aventuras resultam unicamente cómicas e que acaba no manicómio de Toledo. O autor afirma no prólogo que Cervantes insultou a Lope de Vega, a quem o autor está defendendo. Cervantes, tomou xusta vingança de tudo isto, na sua própria segunda parte. Este Quixote espúreo, que xa non está namorado de Dulcinea, chega às xustas de Zaragoza (quando estas xá tinham acabado); sofrendo as burlas de don Álvaro de Tarfe; léva à prostituta Bárbara à côrte, baixo o nome de raínha Zenóbia; finalmente cura-se da sua loucura em Toledo, a expensas de don Álvaro, que axuda também a Sancho, a Teresa Panza e consegue que Bárbara entre nunha casa de penitência. Há duas importântes novelas intercaládas ( da mesma forma que “El curioso impertinente” é intercaláda em Quixote, I): “El rico desesperado” e “Los felices amantes”.
Embora sexa verdade que os primeiros lasers eram fontes de luz contínua, existem muitos lasers que xéram impulsos de luz durante um período de tempo muito curto, os chamados “lasers pulsados”. Como concentramos a enerxía de um laser num período de tempo muito curto, conseguimos atinxir potências muito elevadas. O laser mais potente algunha vez criado está localizado na Roménia e faz parte de um consórcio europeu chamado “ELI” (Extreme Light Infrastructure). A potência de pico deste laser é de 10 PW. A potência instalada da rede eléctrica espanhola, por exemplo, é de aproximadamente 100 GW, um valor 100.000 vezes inferior à potência de pico do “ELI”. A questón é: quam curtos podem ser os nossos lasers? Recorrendo a um processo óptico non linear extremo, chamado xeraçón de harmónicas elevadas, conseguímos obter os impulsos laser mais curtos até à data, com unha duraçón de quarenta e três attosegundos (0.000 000 000 000 000 000 000 000 043 s). A semente do laser, foi entón plantada por Albert Einstein em 1916. No entanto, como muitas contribuiçóns em física fundamental, foram necessárias algunhas décadas para que o primeiro laser se tornasse unha realidade. Em 1960, Theodore Maiman conseguíu criar a primeira fonte artificial de luz coherente, o laser era unha realidade, utilizando o rubi como meio activo. A ideia do laser deixou de ser unha curiosidade teórica para se tornar unha realidade que abríu imediatamente a porta a muitas aplicaçóns na ciência e na tecnoloxía.
Embora a prioridade lóxica do trabalho alienado sobre a propriedade privada continue a ser unha questón em aberto, há que reconhecer que Marx a estabelece com firmeza. É verdade que a relaçón entre os dous conceitos a entende como “feedback”, como unha determinaçón mútua, unha interaçón recíproca: “Só no último destaque do seu desenvolvimento descobre de novo o segredo da propriedade privada, isto é, em primiero lugar, que é o producto do trabalho alienado, e, em segundo lugar, que é o meio polo qual o trabalho se aliena, a “realizaçón desta alienaçón”. A sua insistência na ordem das categorias, non é um mero capricho metodolóxico teórico; Marx pensa que aí se xoga a possibilidade da revoluçón e do seu conteúdo, que requer estar na posse da sua ordem. A aboliçón da propriedade privada e, portanto, do trabalho assalariado capitalista non acaba com o trabalho alienado. Só a aboliçón do trabalho alienado (que inclui, obviamente, a aboliçón do trabalho assalariado capitalista e da propriedade privada) restituirá a unidade profunda e natural nas relaçóns pessoais, permitindo um desenvolvimento das faculdades individuais que “non podería ser possíbel sem a colaboraçón harmoniosa dos homes consagrados a tarefas comuns no domínio da produçón material. (…) Criaçón e criador da sociedade, o home só pode atinxir a sua plenitude individual nunha actividade doctada de valor social, de alcance social”.
Hai dous xeitos de ver a festa de Santa Marta, ou mellor tres, por mais que dous deles sexan complementários: o lúdico, o cultural e o relixioso. Lúdicamente pode contemplarse a festa como expresión anterga da expresión relixiosa ou festiva dos máis antigos povoadores da terra galega. Ritos, landas, xeitos de entender a vida, cultura das raigames próprias dun povo… Lúdicamente, a festa de Santa Marta de Ribarteme é o grande rito da iniciación á loucura colectiva: loucura relixiosa, ir máis alá dun mesmo para chegar “ao outro lado”, “ao sobrenatural”. Sempre se trascende dun mesmo na expresión da masa. Culturalmente, a cousa poderia estar máis clara: a falta de mentalidade, en xeral, para ser capaz de disociar relixión, ritos anteriores ao cristianismo e, ao mesmo tempo, negócio de esmola. Por chamarlle dalgun xeito. Culturalmente apréciase un grande retroceso, nos últimos anos, na preséncia de mortaxas de oferecidos á santa. Iso poderia ser un bon indicador. Polo de agora non o é pois que unha anduriña non fai primavera. Para constatar iso son necesários moitos anos de non asisténcia de amortaxados á procesión. Culturalmente, bon é conservar a tradición, a festa, o xantar, a banda nos pasacorredoiras, os xogos dos nenos, as rosquilleiras, a verbena noturna, todo aquilo que forma parte da cultura popular galega. Relixiosamente, parece que o actual sacerdote da parróquia está contento con que as expresións primitivas das mortaxas vaian sendo eliminadas. Sempre, a boa fé, é mellor unha pregária, que unha representación teatral cara os demais.
FERNÁNDEZ DE ANDRADA, Andrés (Sevilla, s. XVII). Capitán cuxa importância literária estríba em que Adolfo de Castro e Dámaso Alonso, lhe atribuíram a “Epístola moral a Fabio”, um dos poemas mais fermosos do século XVII. Aparte da existência de um poema fragmentário sobre a sua conquista de Larache (1610), pouco se sabe de Fernández de Andrada. Dámaso Alonso logrou identificar unha personáxe contemporânea de igual nome em México, mas non aporta dados suficiêntes para demostrar, que se trata da mesma pessoa.
FERNÁNDEZ ARDAVÍN, Luis (Madrid, 1891 – 1962). Poeta e dramaturgo. Os seus primeiros poemas aparecerom em “Meditaciones” (1913) e os posteriores em “A mitad del camino” (1944). As suas obras mais conhecidas som os seus dramas em verso, como os dramas históricos “Rosa de Francia; “La vidriera milagrosa” (1925); “La florista de la reina” (1939); “El doncel romántico”, que transcorre em tempos de Larra; e “La dama del armiño” (1922), situada em âmbiente toledano do século XVI com a família do Greco. O melhor de Fernández é a sua versificaçón. O pior é a sua composiçón dramática e os anacronismos. Aproveitou-se do éxito de Feliu, com “La Dolores” para compôr a sua “La hija de la Dolores” (1927). Os seus contos encontram-se em “El hijo” (1921). Traducíu a Sófocles, Goethe, Balzac e outros autores.
Ao tratar a vigorosa sembrança do Canciller, Menéndez y Pelayo, concreta desta forma a sua silhueta humana: “Acertó a atravesar con fama de hombre honrado y de buen caballero el calamitoso siglo XIV, sin mancharse, como casi todos sus contemporáneos, con actos de brutal fiereza, sin cometer ninguna acción positivamente indigna, pero sin descuidar un punto el propio provecho, sacando partido hasta de sus desgracias y reveses, para acumular sin tasa, pero también sin escándalo de nadie, señoríos, alcaldías, tenencias, heredamientos y buena cantidad de sonantes doblas… Su larga vida, que le permitió alcanzar cinco reyes en Castilla, fue una obra maestra de engrandecimiento y medro personal, una verdadera obra de arte más interesante que su “Rimado de Palacio”, aunque menos noble y severa que sus “Crónicas”. Es cierto que la fortuna no le desamparó nunca, pero fue porque él supo forzar a la fortuna y someterla a la fría combinación de sus cálculos, que no le fallaron ni una vez sola, porque iban fundados en profunda observación de la naturaleza humana. Quien escriba la historia de nuestra Edad Media, verá en él el primer tipo de hombre moderno”.
Quase todos os textos que publicou sobre a organizaçón da sociedade acabam por reflectir sobre o lugar central da educaçón em qualquer proxecto que aspire a unha sociedade libre. Bertrand Russell dirixíu, com a sua mulher Dora, a escola infantil de Beacon Hill de 1927 a 1935, que, como tantas outras cousas na sua vida, foi alvo de controvérsia: causou escândalo que as crianças brincassem nuas. Em suma, foi um exercício de educaçón antiautoritária, que assumia e radicalizava o programa de Maria Montessori de unha educaçón baseada na abertura da mente das crianças. A experiência non foi tán bem sucedida como desexavam. O coléxio enfrentou graves dificuldades precisamente por causa das suas características inovadoras: atraíu crianças problemáticas, com que os Russell, non estabam a contar, e a sua história decorreu entre o activismo militante de Dora e a distância intelectual de Bertrand. Ele estaba nesta aventura como teórico e financiador ocasional, mas pôde contemplar de perto as dificuldades da educaçón. O seu libro “Sobre a Educaçón” (1926) é fruto desta época da sua vida. Apesar de ele próprio reconhecer as suas carências técnicas em teoría didáctica, e de a sua experiência como professor ter sído limitada, é um recurso proveitoso para a reflexón e para a filosofia da educaçón. Nas suas reflexóns estabelece unha ligaçón entre as suas ideias sobre a importância moral das emoçóns, a busca da harmonia emocional, a necessidade do conhecimento e a resistência às pretensóns do Estado. O tema central das preocupaçóns de Russell é a educaçón em liberdade e a educaçón para a liberdade. Alguns dos seus textos sobre a relaçón entre professores e alunos som comoventes. Em “Princípios de Reconstruçón Social” escrebe acerca da assimetria entre o poder do professor e a debilidade do aluno, que considera só poder ser superada sem modos autoritários através daquilo a que chama unha actitude de “reverência”, que non é mais que saber pôr-se no lugar do outro e respeitá-lo, opondo-se a todas as formas mecanicistas, que concebem a educaçón como adestramento.
Esta copa do meio chama-se “Grand Cru”, e está recomendada para os seguintes vinhos:
Borgogna Vins de Bourgogne (France)
Bourgueil a.o.c. Rosè (France)
Brunello di Montalcino d.o.c.g. (Itália)
Chambertin Premier Cru (France)
Chateau Latour Premier Grand Cru Classe (France)
Chateau Margaux Premier Grand Cru Classe (France)
Châteauneuf-du-pape Premier Grand Cru (France)
Pinot Nero Piave d.o.c. Riserva (Itália)
Pinot Noir Santa Maria Valley (California)
Pinotage (África do Sul)
Sassicaia Invecchiato da Távola (Itália)
Vega Sicilia – Rosso (Spagna)
.
$CoMmEntô
Henri Bonneau leva desde 1956 elaborando vinho nos seus pequenos terrenos, de só seis hectáreas, situádos na afamada zona de La Crau da rexión vinicola de Châteauneuf-du-Pape. Bonneau elabora unha grande variedade de cuvées seleccionadas de acordo com o seu próprio critério, e pola qualidade dos vinhos. Existe o Châteauneuf-du-Pape básico, o Cuvée Marie Beurrier, e por último, o Réserve des Célestins, ao qual Bonneau chama o seu grande vinho. O Réserve des Célestins 1998, foi evaluado nunha cata da revista World of Fine Wine em 2006. Unha garnacha muito, muito madura e doce com um toque de licor no nariz. Sabe exactamente igual que cheira, e non tem menos de quinze gráus. Era um vinho que xá tinha tocádo tecto, um “folie de grandeur”, que começa a devalar. É o arquetipo da producçón vinícola a pequena escala, um vinho artesanal que, para muita xente, constituí o ideal do que debe ser a vinicultura.
FERNÁNDEZ, Sebastián (s. XVI). Autor da “Tragedia policiana” (Toledo, 1547), unha imitaçón em vintinove actos de La Celestina. Há unha segunda edicçón corrixída por Luis Hurtado de Toledo. Conserva-se num exemplar único, na Biblioteca Nacional de Viena.
FERNÁNDEZ, Pablo Armando (Delicias, 1930). Poeta cubano do período revolucionário. Foi agregado cultural em Londres até 1965. Os seus primeiros poemas, “Toda la poesía” (1961), resultam pouco orixinais, mas com “Himnos” (1962) e o impresionante “Libro de los héroes” (1964) deu, segundo J. M. Cohen, nova vida à poesía cubana moderna. Esta última obra, canta tersa e graficamente a morte dos seus amigos durante a revoluçón, como unha parte da luta desigual, entre aspiraçóns de liberdade e o carácter mortal do home. Padeceu a influênça da mitoloxía africana. A sua novela “Los niños se despiden” ganhou o Premio Casa de las Américas em 1968.
FERNÁNDEZ, Miguel Ángel (1938). Poeta paraguayo. Em 1957 fundou as “Ediciones Diálogo”, que tivérom unha grande influênça. Nelas publicarom poetas paraguayos e extranxeiros, conseguíndo acabar com o ailhamento cultural do país. Em 1960 começou a publicar a revista “Diálogo”. Na sua obra pessoal, mostra influênças de Josefina Pla, mostra precisón no uso das palabras, evitando a “seducçón das palabras fermosas, das palabras vacías”. “Oscuros días” (1964) e “A destiempo” (1966) mostram o pesimismo essêncial de Fernández.
Transcrebendo o vizconde Rougé unha inscripçón funerária do Exipto, léu: “fún alabado polo rei e recibí o colar de ouro polo meu valor.” Se non era rei, mas tán só caudilho, o que levóu ao pescoço o torques de Ourense. Non há dúvida, que rei, xéfe ou simples guerreiro, debería mostrar-se merecedor de tán alta recompensa. Merecía ser conhecído polo seu nome, pois sería digno de combater na frente destas tríbus. Por essência guerreira e de cuxas virtudes militares da testemunha o velho Strabón. Constam, em poucas, em muito poucas ocasións, as suas palabras foram melhor e mais nobremente testificadas polos feitos. O descobrimento das estátuas dos guerreiros galaicos, vem confirmar a realidade das suas afirmaçóns: com só descreber tán especiais monumentos, podería-se identificar o texto, caso de que se tivéra perdido, tán perfeitamente correspondem as palabras às estátuas. Afirma dos antigos galaicos, que usabam escudos de escaso diámetro, e que os levávam colgados do pescoço; que as suas espadas eram curtas. Non de outra maneira representa tudo o artista; o mesmo talvés que labrou a descoberta na fronteira da actual Galiza, fará cousa de meio século.