
No Verán de 1915, os alemáns usarom gás venenoso contra as tropas aliadas na batalha de Ypres, o que implicou um confronto aberto entre os cientistas alemáns e os ingleses e franceses. Os líderes da química alemán, com os futuros prémios Nobel Fritz Haber (1868-1934) e Otto Hahn (1879-1968) à cabeça, participaram activamente na preparaçón do ataque. Em represália, os franceses expulsaram das suas academias os nacionais das potências centrais. Discutiam-se acçóns similares entre as sociedades inglesas. Planck opôs-se a que a Academia Berlinense de Física e Matemática adoptasse contra as academias dos países inimigos. Conseguiu que a academia aprovasse unha moçón segundo a qual qualquer decisón a este respeito sería adiada até ao final da guerra. Igualmente, dentro da Universidade de Berlim, Planck esforçou-se durante os anos de guerra para moderar o discurso dos seus colegas e evitar que se quebrassem todos os laços com o exterior. No final da guerra, quando o reinado do soberano Guilherme II se desmoronava, unha carta escrita a Einstein, em Outubro de 1918, expressa perfeitamente o espírito, o carácter e a forma de pensar de Planck. Guilherme II abdicou em nove de Novembro de 1918. Após a proclamaçón da República de Weimar, Planck deu o seu apoio ao DVP (Partido do Povo Alemán), um partido de direita de carácter marcadamente nacionalista. A batalha de Verdun durou quase todo o ano de 1916, desde Febreiro até Dezembro. Com a frente occidental estagnada, o exército alemán iniciou unha ofensiva em Verdun cuxo obxectivo non era tanto a conquista mas o desgaste do exército francês. A batalha desenrolou-se de forma idêntica a várias outras ofensivas alemáns na frente occidental. Um início prometedor, a quase derrota do exército francês, unha fase de equilíbrio de forças e unha recuperaçón parcial dos franceses. Entre todas as fases, as perdas humanas foram avassaladoras. Em Verdun, perderam a vida mais de duzentos mil homes, entre eles o seu filho Karl Planck.
ALBERTO TOMÁS PÉREZ IZQUIERDO













