
De todas estas personáxes, temos escassissimas notícias e a rápida narraçón de Sulpicio Severo non basta para satisfazer a curiosidade que despertam alguns nomes. Ainda é mais breve o relato do “Chronicon” atribuído a San Próspero de Aquitânia, que tem ao menos a ventáxa de assinalar a data: No ano do senhor 385, sendo cónsules Arcadio e Bauton… foi degolado em Tréveris Prisciliano, xuntamente com Eucrocia, mulher do poeta Delfidio; com Latroniano e outros cúmplices da sua herexía. ¡Oxalá tivéramos alguns dados sobre Latroniano ou Matroniano! San Xerónimo dedica-lhe este breve e honroso artígo no libro “De viris illustribus”: “Latroniano, da província de Hispânia, varón muito erudícto e comparábel na poesía com os clássicos antígos, foi decapitado em Tréveris com Prisciliano, Felicísimo, Juliano, Eucrocia e outros do mesmo partido. Temos obras do seu enxenho, escritas em variedade de metros.” ¡Lástima grande que se tenham perdido estas poesías, que encantabam a San Xerónimo, xuíz tán delicado em matérias de gosto! De Eucrocia, madre, daquela Prócula que servíu de Tais a Prisciliano, e mulher do retórico e poeta de Burdeos Delfidio, há memória em outros dous escritores, Ausonio e Latino Pacato. Ausonio, no quinto dos elegantes eloxíos que dedicou aos professores bordeleses, chama afortunado a Delfidio, porque morreu antes de ver o erro da sua filha e o suplício da sua mulher. No “Panexírico de Teodosio” aproveitou Pacato a relembrança do suplício de Eucrocia, para ponderar a clemência teodosiana, em cotexo com a crueldade de Máximo, xá vencido e morto em Aquilea. “Exprobrabatur mulieri viduae, dice, nimia religio et diligentius culta divinitas”. Esta afectaçón de relixiosidade e de ascetismo, que podía deslumbrar a um declamador xentil como Pacato, era comúm nos priscilianistas. Á ínsula Sylina, unha das Britânicas, forom relegados Instancio e Tiberio Bético. Valeu-lhe ao primeiro haber sído condenado polo sínodo, pois de outra sorte, tería padecído igual suplício que Prisciliano. Tértulo, Potamio, Xoán e outros priscilianistas de ningunha conta, quedaram submetidos a temporal desterro nas Galias. Urbica, discípula de Prisciliano, foi apedreáda em Burdeos polo povo. Tiberiano Bético tem capítulo em “Los varones ilustres” de San Xerónimo: “Escrebeu (afirma o santo) um apoloxético em inchádo e retórico estilo, para defender-se da acusaçón de herexía; mas vencído polo cansáço do desterro, mudou de propósito, e fíxo casar a unha filha sua, que tinha ofertádo a Deus a sua virxindade.” Este pasáxe resulta obscuro, ainda deixando à parte a interpretaçón dos que léram absurdamente matrimónio “sibi” copulavit. Como os priscilianistas condenabam o matrimónio, parece que com casar a sua filha, quíxo dar Tiberiano mostras de que tinha volto as espaldas aos seus antígos erros, mas incorreu no de non respeitar os votos. Por isso, díxo del San Xerónimo que “había tornado como perro ao vómito”. Non acabou com a sangre derramada em Tréveris, o incêndio priscilianista. Mas antes de prosseguir com a história desta herexía, querem a ordem do tempo e da razón, que demos notícia da mala fé dos seus adversários os itacianos e dos gráves sucesos que continuárom nas Gálias, depois do suplício dos gnósticos hispânos.
MARCELINO MENENDEZ PELAYO













