
Iosef Vizsarionovich Dzhugashvili depois de receber o mando, participou no planeamento de variádas operaçóns contra as tropas Brancas. Mostrou pola primeira vez algunhas das suas características para futuras intervençóns militares. Durante estes meses, Iosef mostrou ser um lider de acçón e que non tinha medo. Ao contrário de Lenine e de outros líderes bolcheviques, non estaba a seguir os acontecimentos a partir de um gabinete lonxe da frente. As tropas Brancas conquistarom Volgogrado em Xunho de 1919, depois de Iosef xá ter partído. Efectuóu unha purga no exército, na zona que estaba baixo o seu control, sobre tudo contra o corpo de oficiais. Após o início da guerra civil, Trotsky tinha adoptado unha política de recrutamento, alegando que iría melhorar as capacidades militares do Exército Vermelho. Mas, Dzugashvili, despedíu todos os antigos oficiais czaristas dos seus reximentos de Volgogrado, incluíndo o comandante da frente do Cáucaso do Norte, Andrei Snesarev. Perante as críticas, foi obrigado a regressar a Moscovo, onde, no entanto, ninguém o responsabilizou. Era um home de confiança, em quem se podía confiar. Por conseguinte, recebeu no final de 1918 e 1919, a ordem de deslocar-se para o frente de Perm, perto dos Urais, seguidamente para Petrogrado e, mais tarde, regressou ao Cáucaso, como Presidente do Conselho Militar Revolucionário da Frente Sul. Em Febreiro de 1920, sem abandonar o Comissariádo do Povo para Assuntos das Nacionalidades e o seu lugar no “Politburo”, assumíu a direcçón da recém-criáda Inspecçón dos Trabalhadores e Camponeses. No final de 1919, as tropas do Exército Branco estabam practicamente derrotadas. Mas, o governo polaco, que tinha apoiádo o Exército Branco e favorecido a causa da indepêndencia da Ucrânia, na esperança de criar unha confederaçón com unha Ucrânia independente. Na Primavera de 1920, as tropas polacas tomárom Kiev e o seu avanço parecía imparábel. Non obstânte, unha rápida reaçón soviética, com a reconquista de Kiev em Xunho, levou a Lenine a aprobar unha campanha para tomar Varsóvia e promover o comunismo na Polónia. Iosef Vizsarionovich, defendeu as suas dúvidas sobre esta aventura polaca, perante o “Politburo”, um organismo que viría a ganhar cada vez maior importância. Segundo el, o Exército Vermelho, estaba gravemente deficitário para semelhante guerra. Avisou também que a presença do baron Pyotr Wrangel, um dos principais chefes militares brancos na Crimeia, resurxía como unha ameaça do movimento branco. Também manifestou dúvidas com respeito ao apoio do povo poláco a um governo comunista. Foi tudo em ván, o “Politburo”, rexeitou as alegaçóns, e “Estaline” tívo que submeter-se aos dictámes do organismo dirixente, e assumir responsabilidades militares no frente. Como Comandante da Frente Sudoeste Polaca. Concentrou os seus esforços na captura de Lvive, sem chegar a unha desobediência aberta, mostrou-se frequentemente contrário aos pláns militares dictados por Moscovo, que tinham como prioridade a captura da capital polaca. Quando, em Agosto de 1920, as tropas soviéticas forom derrotadas na Batalha de Varsóvia, quedou claro que a guerra estaba perdida. Em Outubro de 1920, o “Politburo” acusou a “Estaline”, de ser o principal responsábel polo fracasso, debído à insobordinaçón, à incompetência militar e à ambiçón de triunfo pessoal. Os que de facto, forom os principais responsábeis do ataque sobre Polónia, Lenine e Trotsky, criticávam-no agora abertamente polo resultado.
LÉRIA CULTURAL













