
ESTA COPA CHAMA-SE “ROSSO CINCO STELLE”, E RECOMENDA-SE PARA OS SEGUINTES VINHOS.
BARBERA D’ALBA D. O. C.
BARBERA D’ASTI D. O. C.
BARDOLINO D. O. C. CHIARETTO
BEAUJOLAIS PRIMEUR (FRANCE)
BEAUJOLAIS VILLAGE (FRANCE)
BONARDA OLTREPO PAVESE D.O.C. VIVACE
CABERNET SAUVIGNON TRENTINO D.O.C.
CHIANTI GALLO NERO D.O.C.G.
GRIGNOLINO D’ASTI D.O.C.
LAMBRUSCO D.O.C.
MERLOT DI APRILIA D.O.C.
MERLOT TRENTINO D.O.C.
MONTEPULCIANO D’ABRUZZO RISERVA D.O.C.
PINOT NERO OLTREPO PAVESE D.O.C.
ROSSO CONERO D.O.C.
SCHIAVA GENTILE ALTO ADIGE D.O.C.
SYRAH (VITTORIA – AUSTRÁLIA)
VALPOLICELLA SUPERIORE D.O.C.
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GEORGES DUBOEUF FLEURIE LA MADONE (2005)
Dos dez vinhos fortes de Beaujolais, o Fleurie goza do afecto mais ardente no corazón dos amadores. O seu nome evoca as flores com as que a casa de Duboeuf engalana a maioria das suas etiquetas de beaujolais, resultando farto atractívas. O vinhedo “La Madone”, criádo a finais do século XX, em cháns de granito típicos da rexión. O vinho procede de seis hectáreas de terra, com cepas de unha idade de cinquenta anos. Unha cuvée de Fleurie refinado e estructurado, do qual unha oitáva parte envelhece em carbalho novo. O vinho mostra os clássicos amorodos silvestres e pétalos de rosa, da variedade “gamay” em nariz, agudizada polo cedro da madeira. Em boca frutos roxos maduros e carnosos que se mantenhem no seu sítio graças a unha estructura tânica firme. Muitos dos beaujolais crúos bebem-se demasiádo novos, pese a que non tenhem a durabilidade dos seus vecinhos pinots do norte, um vinho como este agradecerá certo tempo de angustiosa espera.
LÉRIA CULTURAL












