
FALCO, Líber (Montevideo, 1906 – 1955). Poeta uruguayo, senssíbel e inxénuo. À diferênça de muitos dos seus contemporâneos, Falco non inventa palabras novas nem cría metáforas rebuscadas. “Cometas sobre los muros” (1940), “Equis Andacalles” (1942) e “Días y noches” (1946) som recopilaçóns de poemas sobre o tempo, a solidón e a morte, com tôns de serena tristeza e pessimismo. Todos estes libros foram reeditados em “Tiempo y tiempo” (1956; ed. revisada e aumentada em 1963) xunto com outros inéditos e o longo poema “Artigas”, que tinha aparecido no semanário “Marcha” em 1954.
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