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ESCRITORES HISPÂNOS (JUAN BUSTILLO ORO)

BUSTILLO ORO, Juan (México, 1904-1982). Autor e cineasta de profisón adbogado. Bustillo Oro estaba convencido da necessidade da revoluçón em México, mas as suas obras teatrais reflexam mais bem unha visón pessimista sobre os logros alcanzados. Colaborou com Mauricio Magdaleno no grupo de teatro “Ahora”. As suas melhores obras tratam os problemas do campo, da corrupçón xudicial e da dificuldade para que o home humilde poida enfrentar-se à nossa sociedade moderna. “Masas: reportaje dramático en tres tiempos y un final” descrebe o asasinato de um home íntegro cuxo cuñado passou a ser o títere do xeneral que goberna tras bambalinas. “Los que vuelven” é unha amarga visón do problema dos braseros, trabalhadores mexicanos que emigran a Estados Unidos em busca de unha melhóra económica. “Justicia S. A”. mostra a venalidade de um xuíz, “Santos Gálvez”, que trabalha para o cacique do poboado e que condena à morte a um home a sabendas de que é inocente, para compracer o cacique. Escrebeu muitos outros dramas, incluíndo um que depois se convertirá num excelente filme, “Tiburón”, onde descrebe a vida infrahumana dos pescadores mexicanos. A sua melhor obra é “San Miguel de las Espinas” (publicada em “Teatro mexicano del siglo XX”), situada no norte de México, na qual xeraçón trás xeraçón lutam por unha presa sem que ninguém a utilice, sem que haxa o mais mínimo desexo de arranxar o problema ou tratar de compreender ao outro.

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ESCRITORES HISPÂNOS (JOSÉ RAFAEL BUSTAMANTE)

BUSTAMANTE, José Rafael (Quito, 1881-1961). Narrador costumbrista e ensaísta equatoriano. A sua única novela foi publicada por entregas em “Letras” (1915) e só até 1935 como libro, baixo o título de “Para matar el gusano”. É um fino retrato do conflícto social que se estabelece entre o pobre mas honrado Roberto e o rico e pedante Jorge, que se converte em dipsómano depois de um fracaso amoroso. Escrita num estilo sinxélo e directo, a novela oferece unha bela descripçón da paisaxe equatoriana. Escrebeu também um libro de ensaios, ” Consideraciones sobre la libertad” (1938).

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ESCRITORES HISPÂNOS (FRANCISCO JAVIER DE BURGOS)

BURGOS, Francisco Javier de (Motril, Granada, 1778-1849). Poeta neoclássico, autor teatral e traductor de Horacio, das “Geórgicas” de Virgilio e de “De rerum natura” de Lucrecio. Ingressou no seminário, mas nunca chegou a ordenar-se sacerdote. Foi advogado. Durante a invasón francesa foi nomeado subperfeito de Almería e em 1812 emigrou para París. A partir de 1822 foi director de “El Imparcial” e foi elexido membro da Real Academia Española em 1827. A sua poesía, de corte neoclássico, foi reunida em BAE (1875). Os seus melhores poemas som “La primavera”, “El porvenir” e “A la constancia”. Das suas obras teatrais a melhor é “El baile de máscaras” (1832).

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ESCRITORES HISPÂNOS (FAUSTO BURGOS)

BURGOS, Fausto (Tucumán, 1885-1951). Contista e româncista arxentino cuxo impulso criador foi parado a causa da sua profissón de xornalista. As suas melhores novelas som parcialmente autobiográficas: “Los regionales” (1939), influída por Pereda, e “Aire de mar” (1943).

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ESCRITORES HISPÂNOS (LUIS BUÑUEL)

BUÑUEL, Luis (Calanda, 1900 – México, 1983). Cineasta aragonés. Fixo-se famoso com os seus filmes surrealistas, feitos em colaboraçón com Salvador Dalí, “El perro andaluz” (1928) e “La edad de oro” (1930). Buñuel procedía de unha família da classe média acomodada; estudou no coléxio dos Xesuitas e depois na Universidade de Madrid, onde estudou literatura e filosofía. Os dous primeiros filmes provocarom o asombro e a indignaçón do público. Ambos som de unha agressividade simbólica e de unha força na xustaposiçón de imáxens que chocam ao espectador burguês. “Tierra sin pan” (1932) é um documental que mostra a fame e a miséria física e mental de um grupo de espanhois. Buñuel tivo que sair de Espanha em 1946. Afincou-se em México, onde levou a cabo quince filmes que ao mesmo tempo que som exhibidos em cinemas comerciais mantenhem a sua firme postura filosófica e unha alta qualidade estéctica. Desta época som “Los olvidados” (1950), “Archibaldo de la Cruz” (1955), “El ángel exterminador” e “Tristana”. No seu terceiro período recebeu xá o reconhecimento internacional ao grande cineasta que foi. Nazarín (1958) está baseada na fermosa novela de Galdós; Viridiana (1961) e “La vía láctea” (1969) parodían, a primeira, a represón sexual sublimada por unha piedade falsa, e a segunda, os peregrináxes a Santiago de Compostela. “El discreto encanto de la burguesía” (1972) e “El fantasma de la libertad” (1974) som só duas mostras do poderío criativo de Buñuel na sua velhíce. As suas memórias, baixo o título “Mi último suspiro”, forom publicadas o mesmo ano da sua morte.

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ESCRITORES HISPÂNOS (ALFREDO R. BUFANO)

BUFANO, Alfredo R. (1895-1950). Poeta arxentino de verso fácil, que foi despoxando-se da rectórica a través dos seus trinta libros. A maioría deles surxídos do amor e do arraigo ao seu povo (San Rafael, Mendoza), incluíndo “Mendoza, la de mi canto” (1943). Os seus últimos dous libros están inspirados nos seus viáxes, por España: “Junto a las verdes rías” (1950) e por Marrocos, no libro do mesmo nome publicado em 1951. O seu melhor libro, “Misa de Réquiem” (1920), debe algo à “Melpómene” de Arturo Capdevila; nel o sufrimento despráça a outros sentimentos expresados em libros anteriores.

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ESCRITORES HISPÂNOS (ANTONIO BUERO VALLEJO)

BUERO VALLEJO, Antonio (Guadalajara, 1916). É o autor teatral espanhol mais significativo da sua xeraçón. Quase ao inicio da guerra civil espanhola interrompeu os seus estudos para enrolar-se no serviço médico do lado republicano. Foi encarcerado por motivos políticos desde o final da guerra até 1945. Pouco depois da sua liberaçón, começou a escreber teatro. Em 1949, as primeiras duas obras ganharom prémios importântes: o Premio Lope de Vega por “Historia de una escalera”, drama social de grande profundidade, e o drama em um acto “Palabras en la arena”, sobre o adultério e a necessidade de perdoar. O seu segundo drama largo foi “En la ardiente oscuridad” (escrito em 1946, estreádo em 1950), de corte existencialista. “La tejedora de sueños” (1952) basada na história de Penélope, durante a sua larga espera e na desilusón ao enfrentar o regresso de Ulisses. A estes seguem obras de menor calado: “La señal que se espera” (1952), “Casi un cuento de hadas” (1953), “Madrugada” (1953), “Irene o el tesoro” (1954) e “Hoy es fiesta” (1956). “Las cartas boca abajo” (1957), sobre o fracasso e a frustraçón, resulta unha obra mais lograda. Buero começou a escreber dramas históricos com “Un soñador para un pueblo” (1958), que trata do fracasso de Esquilache ao intentar modernizar España durante o reinado de Carlos III. “las meninas” (1960) é unha explêndida fantasía velazquiana que utiliza a experiência do autor como pintor. “El concierto de San Ovidio” (1962) situádo no París prerrevolucionário. Depois vinherom “Aventura en lo gris” (1963), “El tragaluz” (1967), “La doble historia del doctor Valmy” (estreáda em Chester em 1968), “El sueño de la razón” (1970) e “Llegada de los dioses” (1971). Ganhou numerosos prémios pola sua labor. Traducíu “Hamlet” de Shakespeare e “Mutter Courage” de Berthol Brecht. Foi considerado um autor polémico, sobre tudo do lado da sociedade espanhola mais conservadora. Non obstânte, em palabras de G. G. Brown, trouxo seriedade e dignidade à escena espanhola actual.

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ESCRITORES HISPÂNOS (SALVADOR BUENO MENÉNDEZ)

BUENO MENÉNDEZ, Salvador (La Habana, 1917). Crítico literário e historiador cubano, escrebeu para a UNESCO “Contorno del modernismo en Cuba” (1950) e “Medio siglo de literatura cubana 1902-1952” (1953). Editou unha “Antología del cuento en Cuba, 1902-1952” (1953), publicou a “Historia de la literatura cubana” (1954) e contribuíu com um ensaio sobre a literatura cubana do século XX para “Panorama das literaturas das Américas” de Montezuma de Carvalho (vol. II, 1958).

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ESCRITORES HISPÂNOS (MANUEL BUENO)

BUENO, Manuel (Pau, France, 1874-1936). Xornalista e home de letras. O seu pai era arxentino e a sua nai bilbaína. Passou um curto período da sua vida em Hispanoamérica, mas a maior parte dela residíu em Espanha, e considerába-se espanhol. Entre as suas obras de teatro están “La mentira del amor” (1907) e “El talón de Aquiles” (1908). Escrebeu muito sobre crítica teatral e publicou “El teatro en España” (1910), de sumo interesse. Ainda que hoxe as suas novelas e contos caírom no esquecimento, foi neles que concentrou o seu maior esforço criador; os contos están reunidos em “Viviendo” (1897), “A ras de tierra” e “Almas e paisajes” (ambas de 1900) e “En el umbral de la vida” (1919). Entre as suas numerosas novelas destacan “Corazón adentro” (1906), “Jaime el Conquistador” (1912), “El dolor de vivir” (1924) e “Poniente solar” (1931). Están escritas num estilo fluído mas pouco imaxinativo, que carece do vigor criativo e da habilidade de estructurar as histórias que tinha o seu mêstre Baroja. Os seus temas favoritos som Dios e a inmortalidade, a morte e o suicídio.

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ESCRITORES HISPÂNOS (ALFREDO BRYCE ECHENIQUE)

BRYCE ECHENIQUE, Alfredo (1939). Novelista peruano e contista que reside em Europa desde 1964. “Um mundo para Julius” (1971) é unha descripçón apaixonante da caída de unha poderosa família limenha, feita com unha técnica que recorda a do “Ulises” de Joyce. No libro de contos “La felicidad, ja, ja” (1974), a narraçón é feita a partir do ponto de vista das personáxes, prescindindo totalmente do autor/narrador omniscente. Em 1978 publicou a novela cómica “Tantas veces Pedro”; “Todos los cuentos” (1979) e a novela “La vida exagerada de Martín Romaña” (1982).

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ESCRITORES HISPÂNOS (MARTA BRUNET)

BRUNET, Marta (Chillán, 1901-1967). Contista e româncista chilena que começou a escreber baixo a influênça de Zola. A sua carreira diplomática levou-a a Buenos Aires, onde entrou em contacto com o grupo de escritores da revista “Sur” e, particularmente, com Eduardo Mallea. Este feito levou-a a experimentar unha aproximaçón novelística mais subtil e psicolóxica. Em ambos períodos da sua narrativa as personáxes som mulheres. Os homes som meras presenças secundárias que nunca alcanzam um desarrolho dentro da trama. Do seu primeiro período podem-se destacar: “Montaña adentro” (1923), o libro de contos “Florisondo” (1925), as novelas “Bestia dañina” (1926) e “María Rosa, flor del Quillén” (1929) e o libro de contos “Reloj de sol” (1930). O seu segundo período resulta completamente diferênte e começa com os contos de “Aguas abajo” (1930), onde abandona parcialmente “o criollismo” para tratar um estilo mais internacional, com maior técnica e mais elaboraçón formal e com temas como o conflícto entre a ilusón e a realidade e o eterno problema da frustraçón da mulher. “Humo hacia el sur” (1946) é um românce no que as ideias conservadoras se enfrentam às progressistas e perdem. “La mampara” (1946), novela curta, tracta de unha mulher resentida que é incapaz de levar a cabo os seus desexos; “María Nadie” (1957) intenta conciliar os dous estilos da autora: o criolho, narrado na primeira parte do libro, e a descripcón de problemas sexuais e da cidade na segunda; a protagonista está deliberadamente difuminada, e recorda alguns tratamentos de figuras femeninas das novelas de Virgínia Woolf. Em “Amasijo” (1962) narra a história de um homosexual estreitamente ligado a unha nai opresiva e esixente. O xovem acaba suicidando-se. As suas “Obras completas” publicárom-se em 1963 e unha “Antología de cuentos”, em 1962.

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ESCRITORES HISPÂNOS (MARIANO BRULL)

BRULL, Mariano (1891-2956). Poeta cubano, que se dedicou à diplomacia. Traducíu o “Cementerio marino” de Valéry ao castelán. Considerou que o modernismo era decadente e publicou um primeiro libro com poemas de tipo tradicional, “La casa del silencio” (1916). A influênça da poesía pura de Enrique González Martínez e de Juan Ramón Jiménez percebe-se nos seus “Poemas en menguante” (París, 1928). Foi um poeta que basou a sua técnica na metáfora e utilizou a miúdo imaxens e asociaçóns fonéticas proximas às do “dadaísmo”. Os últimos libros som “Canto redondo” (1934), “Solo en rosa” (1941), “Tiempo en pena” (1950) e “Nada más que…” (1954).

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ESCRITORES HISPÂNOS (JOAN BROSSA CUERVO)

BROSSA CUERVO, Joan (Barcelona, 1919) Poeta catalán editor da revista “Algol” e um dos membros principais do grupo “Dau al Set”. O seu libro mais importante é “Poesia rasa” (Barcelona, 1970), no qual incluíu vários centos de poemas escritos entre 1943 e 1959, muitos deles publicados anteriormente em “Em va fer Joan Brossa” (1951), “Poemes civils” (1961) e “El saltamartí” (1969). É um dos poetas mais importantes da sua xeraçón. Brossa mantém certas afinidades com Foix e os surrealistas franceses. Entre os seus últimos libros podemos citar “Cappare” (1973) e “La barba del cranc” (1974). As suas obras teatrais forom consideradas, inxustamente, menores frente aos seus poemas; non obstânte algunhas delas representam unha aportaçón interesante ao teatro do absurdo: “La jugada”, “La xarxa”, “Or i sal”, “El bell lloc”, “Gran guinyol” e “Aquí al bosc”. Em “Teatre complet” (vol. I, Barcelona, 1973) reúne a maioria das obras escritas entre 1945 e 1954. Em 1976 publica “Novella y Poemes visuals”.

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ESCRITORES HISPÂNOS (LIBORIO E. BRIEBA)

BRIEBA, Liborio E. (1841-1897). Autor de novelas históricas de nacionalidade chilena, cuxas series de românces de aventuras baseadas na guerra da Independência, están na linha de Dumas pai, a pesar de que as nomeara baixo o pomposo título de “Episodios nacionales”. Maestro da primeira ensinança, conferíu às suas exitosas obras um fervor moralizador e patriótico. A melhor das suas novelas foi “Los Talaveras” (1871) xunto com “El capitán San Bruno, o el escarmiento de los Talaveras” (1875). O seu estilo é pobre e o seu tratamento das tramas, superficial e panfletário.

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ESCRITORES HISPÂNOS (MANUEL BRETÓN DE LOS HERREROS)

BRETÓN DE LOS HERREROS, Manuel (Quel, Logroño, 1796-1873). Autor teatral e poeta, chegou a ser secretário da Real Academia. Tinha sído elexído membro de número em 1837. Foi director da Biblioteca Nacional de Madrid. Durante a sua xuventude, Bretón ingresou no exército, como voluntário; servíu de 1812 a 1822. Durante este lápso perdeu um olho, talvés nunha trifulca. Escrebeu mais de duzentas obras teatrais, das quais cinquenta eram orixinais suas e o resto traducçóns e adaptaçóns. O seu primeiro período criativo chega até 1831 e está assinalado polo costumbrismo que herdou de Fernández de Moratín filho. Larra e outros criticarom agudamente a sua falta de orixinalidade e da repetiçón constânte de personáxes “tipo”. Ferído no seu orgulho, escrebeu unha obra na qual Larra é parodiádo: “Me voy de Madrid”. Non obstânte, ainda que el acreditára no contrário, a acusaçón de monotonía e falta de orixinalidade era verdadeira, inclúso nas obras compostas durante o seu segundo período, que começa em 1831 com o êxito de “Marcela o ¿cuál de los tres?”, em que unha moça vivaz debe elexir entre três pretendentes igualmente desagradábeis e acaba afastando os três. O tema repítese em “Un tercero en discordia”, onde a heroína Luciana tem que escolher entre três pretendentes, um ciumento, outro complacente e o terceiro sinxélo e sincero, que é o que recebe o prémio. O argumento é dunha simplicidade extrema. O interesse que despertarom estas obras orixina-se na malintencionada, mas non amargada, visón que dá o autor das classes médias, asinalando as suas fraquezas, como fixo Ramón de la Cruz com as classes trabalhadoras nos seus “Sainetes”. Bretón moraliza, mas menos abertamente que o seu mêstre Moratín, desarrolhando um estilo que Eugenio de Ochoa chama “bretoniano” em obras como “Muérete y verás” (1837), na qual ataca o romantismo, ou “A Madrid me vuelvo”, na que ridiculariza a visón romântica do campo como paraíso. Das suas traducçóns há que salvar a de “Mithridate” e a “Andrómaque” de Racine, algunhas obras de Seribe, a “Iphigénie en Tauride” de Guimond de la Touche e “Les enfants d’Eduard de Casimir Delavigne. Adaptou obras clássicas do teatro espanhol do “Siglo de Oro” como “Con quien vengo, vengo” de Calderón, “Las paredes oyen”, de Ruiz de Alarcón e “Los Tellos de Meneses” de Lope de Vega. Entre os seus ensaios destacamos “Elena” (1834), o mais interesante dos escrítos sobre teatro romântico, para o qual estaba negado, tanto por tradiçón como por inclinaçón pessoal. Outros ensaios interesantes som “Don Fernando el Emplazado”, sobre os Carbajales, e “Vellido Dolfos”, que trata do cerco de Zamora. A sua poesía está relacionada com as “letrillas y anacreónticas” de Juan Meléndez Valdés e as suas “Poesías” (1831), incluiam também versos cómicos e satíricos. Foi muito popular no seu tempo. Valera chamoulle “o príncipe dos nossos poetas cómicos”

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