
Esta copa do meio chama-se “Grand Cru”, e está recomendada para os seguintes vinhos:
Borgogna Vins de Bourgogne (France)
Bourgueil a.o.c. Rosè (France)
Brunello di Montalcino d.o.c.g. (Itália)
Chambertin Premier Cru (France)
Chateau Latour Premier Grand Cru Classe (France)
Chateau Margaux Premier Grand Cru Classe (France)
Châteauneuf-du-pape Premier Grand Cru (France)
Pinot Nero Piave d.o.c. Riserva (Itália)
Pinot Noir Santa Maria Valley (California)
Pinotage (África do Sul)
Sassicaia Invecchiato da Távola (Itália)
Vega Sicilia – Rosso (Spagna)
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Henri Bonneau leva desde 1956 elaborando vinho nos seus pequenos terrenos, de só seis hectáreas, situádos na afamada zona de La Crau da rexión vinicola de Châteauneuf-du-Pape. Bonneau elabora unha grande variedade de cuvées seleccionadas de acordo com o seu próprio critério, e pola qualidade dos vinhos. Existe o Châteauneuf-du-Pape básico, o Cuvée Marie Beurrier, e por último, o Réserve des Célestins, ao qual Bonneau chama o seu grande vinho. O Réserve des Célestins 1998, foi evaluado nunha cata da revista World of Fine Wine em 2006. Unha garnacha muito, muito madura e doce com um toque de licor no nariz. Sabe exactamente igual que cheira, e non tem menos de quinze gráus. Era um vinho que xá tinha tocádo tecto, um “folie de grandeur”, que começa a devalar. É o arquetipo da producçón vinícola a pequena escala, um vinho artesanal que, para muita xente, constituí o ideal do que debe ser a vinicultura.
LÉRIA CULTURAL