
Em 1928, Dzhugashvili lançou o Primeiro Plano Quinquenal, que baseádo na centralizaçón da economia no Estado, tinha duas linhas de acçón principais: a colectivizaçón da agricultura e a industrializaçón do país. Dzhugashvili, insistíu na manutençón da política agrícola, as exportaçóns de cereais eram necessárias para que o Estado pudesse invertir os lucros na industrializaçón. Em 1930, ordenou a Molotov: “Reforçar ao máximo a exportaçón de cereais, necessário era modernizar o país a todo o custo. Um grande contributo, viria da industrializaçón, que daría um impulso à industria pesada do país, e de grandes proxectos em zonas periféricas, como a Sibéria. Em pouco mais de unha década, o número de trabalhadores industriais passaría de quatro milhóns e meio em 1928, para doze milhóns e meio em 1940. Apesar dos muitos erros, a URSS acabaría por se transformar, de um império agricola quase medieval, nunha super-potência industrial incontestábel. A URSS, era agora unha sociedade industrial e urbana. Este foi o grande obxectivo, e Dzhugashvili triunfou com a sua proposta. Na frente internacional, decidíu normalizar as relaçóns da URSS com outros países. Desde o triunfo da revoluçón, a Unión Soviética, estaba considerada quase como um Estado pária, polas potências occidentais. Unha perigosa e estranha anomalía na cena internacional. Apesar de que Dzhugashvili defende-se a ideia do comunismo, só para o seu país, a verdade era que o fascínio do Comunismo, se espalhou desde a década de 1920 quase por todo o mundo. E a URSS dirixía, em simultâneo, a linha política dos partidos comunistas de todo o planeta, através do “Komintern”, a Internacional Comunista, que muitos temíam, como unha inxerência de Moscovo. A partir de meados da década de 1930, a Alemanha iniciou unha política agressiva de reivindicaçóns territoriais, que viría a perturbar o equilíbrio internacional, resultante do Tratado de Paz de Versailhes, assinádo após a Primeira Guerra Mundial. A ameaça de unha nova guerra, pairava sobre a Europa.
LÉRIA CULTURAL