
Esta copa chama-se “grand bouquet”, e está desenhada para os vinhos seguintes:
—Bianchi affinati in Barrique
—Chablis Gran Cru (France)
—Chianti Classico D. O. C. G.
—Claret (Australia)
—Dolcetto d’Alba D. O. C. Superiore
—Gattinara D. O. C. G.
—Inferno della Valtellina
—Lagrein Scuro Alto Adige D. O. C. Riserva
—Montrachet Premier Cru Bourgogne branco (France)
—Morellino di Scansano D. O. C. Riserva
—Nobile di Montepulciano D. O. C. G.
—Redoma Douro (Portugalo)
—Torgiano Rosso
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Dirk Niepoort é um entusiasta do vinho e ademais alberga unhas adegas e alguns dos melhores terrenos do mundo, com os quais experimentar, como as esquistosas ladeiras distribuídas em terraças da rexíon de Cima Corgo, no Douro português. Para os seus excelentes vinhos de mesa Niepoort prefére os vinhedos mais frescos, orientados para Norte. O “Batuta” foi elaborádo por primeira vez em 1999 e estadisticamente assemelha-se enormemente a um Burdeos de primeiro nível. Passa entre trinta e quarenta e cinco dias com os seus bagos, para alcançar taninos non xá maiores, mas melhores. O vinho é selvaxem e intenso, mas ao mesmo tempo refinádo, capaz de unha grande persistência e delicadeza. Probabelmente a melhor colheita até hoxe sexa a de 2004. Non resulta tán selváxem como pode ser um “Redoma”, mas é um vinho potente e elegante, intenso e refinado. Agradábel nariz, plena e fresca, notas doces de chocolate negro e especiarias xunto com a espessa fruta. Paladar concentrado, com fruta doce e rica, mas debaixo dela a estructura é enorme. O seu estilo oferta grande potencial para o envelhecimento.
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LÉRIA CULTURAL