
Nesta ocasión refuxiou-se em París e trabalhou nos talheres da empresa Renault. Pouca é a correspondência mantída neste segundo exílio. Nas tarxetas que envía (seguramente com a intençón de que foram lídas por extranhos) afirma “viver só, ailhado de todo o mundo e trabalhar de mecânico”. As fotografías da época, desmentem as suas palabras, pois nelas aparece rodeado de muitos amigos. As suas actividades durante este período som desconhecidas. Manteve unha estreita correspondência com Tejerina, secretário do grupo anarquista leonés. Alejandro Gilabert, num folheto que narra a vida de Durruti, escrebe que “Os colegas o informabam assiduamente sobre a situaçón política e social do país”, sendo a missón principal mantêlo ao corrente “dos progressos do movimento anarquista no país”, assím como notificar os acordos aos que tinham chegado os grupos, nunha Conferência Nacional, de incorporar-se a unha militância activa na Confederación Nacional del Trabajo”. Adxunta que “esta determinaçón dos grupos obedecía, sobre tudo, a que a polícia e o Governo estabam pondo em pé unha organizaçón de pistoleiros para assassinar os militantes sindicalistas”. Durruti, continua Gilabert, conheceu também, graças aos seus amigos, os detalhes do “grande Congreso celebrado em Madrid pola CNT em Dezembro de 1919, no qual estabam representados perto de um milhón de trabalhadores, e da determinaçón do Congreso de adherir-se à terceira Internacional, nombrando-se como delegado ao segundo Congreso da I. C. em Moscovo (1920) a Ángel Pestaña”. Gilabert xunta no seu esboço biográfico, que forom todas estas entusiastas notícias as que estimularom a Buenaventura para incorporar-se de novo ó país na Primavera de 1920. A notícia da victória dos rusos sobre o zarismo em 1917 influíu, como se sabe, poderosamente em nós, incrementando a combatividade na gréve de Agosto. Esta influênça pode ser valorada tendo em conta a posiçón da CNT, fortemente influída polos anarquistas. Da chamada Revoluçón Russa, os anarquistas pensárom que era unha autêntica “dictadura do proletariádo” que destruíu o poder da burguesía e da aristocracía zarista. Buenaventura non escapou a essa influênça, e é muito possíbel que a sua decisón de incorporar-se fora o resultado da efervescência que se vivía na Europa da postguerra. Muitos xovens como Durruti, sentírom-se atraídos polos acontecimentos da Russia, até ó ponto de quedar marcados polos métodos e por unha certa impronta bolchevique. O que diferenciába a estes xovens dos bolcheviques era a maneira de entender a revoluçón, para a qual considerabam albergar unha vía própria, dentro das condiçóns históricas em que se estaba xestando. Com o tempo reprochou-se aos bolcheviques a pretensón de impor a sua doutrina e non ter em conta as condiçóns da Península. Em xeral, pode afirmar-se, que todas estas ideias e emoçóns, eram enormemente confusas naquela época.
ABEL PAZ