
Embora sexa verdade que os primeiros lasers eram fontes de luz contínua, existem muitos lasers que xéram impulsos de luz durante um período de tempo muito curto, os chamados “lasers pulsados”. Como concentramos a enerxía de um laser num período de tempo muito curto, conseguimos atinxir potências muito elevadas. O laser mais potente algunha vez criado está localizado na Roménia e faz parte de um consórcio europeu chamado “ELI” (Extreme Light Infrastructure). A potência de pico deste laser é de 10 PW. A potência instalada da rede eléctrica espanhola, por exemplo, é de aproximadamente 100 GW, um valor 100.000 vezes inferior à potência de pico do “ELI”. A questón é: quam curtos podem ser os nossos lasers? Recorrendo a um processo óptico non linear extremo, chamado xeraçón de harmónicas elevadas, conseguímos obter os impulsos laser mais curtos até à data, com unha duraçón de quarenta e três attosegundos (0.000 000 000 000 000 000 000 000 043 s). A semente do laser, foi entón plantada por Albert Einstein em 1916. No entanto, como muitas contribuiçóns em física fundamental, foram necessárias algunhas décadas para que o primeiro laser se tornasse unha realidade. Em 1960, Theodore Maiman conseguíu criar a primeira fonte artificial de luz coherente, o laser era unha realidade, utilizando o rubi como meio activo. A ideia do laser deixou de ser unha curiosidade teórica para se tornar unha realidade que abríu imediatamente a porta a muitas aplicaçóns na ciência e na tecnoloxía.
AVELINO VICENTE