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Arquivo por autores: fontedopazo
NUM MUNDO DE VIOLÊNCIA CRESCENTE, DEPENDEMOS DA VIDA EM COMUNIDADE (IV)
No meio destas “viraxens”, resistências e vastos problemas, assinalados apenas de forma esquemática, esboçam-se, claro está, vectores distintivos: o “pós-estruturalismo” depois de Lévi-Strauss, depois de Freud e de Lacan, depois de Marx, herda de todos eles, mas recolhendo a instância da linguaxem de modo a fluidificá-la para o sentido e as suas potências; a instância do desexo de carência para a levar á superabundância (Bataille, Deleuze, por exemplo) de um inconsciente libertado do suxeito; a instância da crítica do capitalismo para traduzir Marx sem positivismo, etc. Tudo isso non impede que tais instâncias configurem unha tendência topolóxica (arqueoloxías, estratigrafías, arquivística em Foucault) especialmente atenta ao Ser do Espaço. Entretanto, os mesmos componentes, mas concentrados na crítica pormenorizada da história do pensamento (e, em especial, do racionalismo da Metafísica – Ciência – Técnica) no Occidente, contribuem para um profundo interese pelo “Ser do Tempo” e também pela Filosofía da História (que, como xá non pode ser unha teodiceia de salvaçón secularizada, deve abrir-se a outras formas de historicidade menos violentas com a Diferença). “O desconstrutivismo xunta-se também á centralidade que alcança o Ser da Linguaxem nas três correntes, concentrando-se nas prácticas de alteraçón da escrita. O auge do “pós-estructuralismo em França e nos Estados Unidos estremece com o auge da hermenêutica na Alemanha e em Itália. No entanto, em Espanha e na América Latina existe unha especial sensibilidade para os dois movimentos e para a percepçón dos seus nexos criativos, que nos fazem saltar para a filosofía de outro espaço-tempo da linguaxem histórica do ser, que em nada se assemelha ao arbitrário despótico nem da modernidade, nem da pré-modernidade. A filosofía da pós-modernidade destaca-se, assim, por non xulgar nem desprezar: prefere non apontar culpados e resolver as cousas de maneiras mais complexos (mas eficazes), onde a força que instrumentaliza a razón non se possa impor, mas a potência possibilitante da alteridade e das diferenças ligadas (pela diferença) com relaçóns exteriores aos termos e non monopolizáveis nem pelas partes nem pelos todos, que pertencem aos mundos elementares (insuficientemente qualitativos) da mera extensón, a própria dos obxectos e suxeitos de consumo. Em todos os campos pon em xogo e em obra o “pensamento da Diferença”, a crítica operativa de toda a violência impositiva e a performatividade dos plurais mundos possíveis de sentido que estan aquí, no complexo plano de imanência de unha finitude radical comunitária, aberta á percepçón da ausência e á sensibilidade pelo efémero; tanto como aberto á estranheza do diferente e ás combinatórias non dictómicas dos corpos-mentes cibernéticos e tecnolóxicos que xá son (e non son) os nossos. A “net” e as novas tecnoloxías (as tecnoloxías e as nanoneuroloxías microlóxicas) non deixam indiferentes os pensadores pós-modernos que fazem da Estéctica- Política um laboratório de ideias a favor de unha ilimitada criatividade quotidiana, pois están conscientes da necessidade ecolóxica que esixe, de forma prioritária e urxente, erradicar a pobreza e a exploraçón e o abandono dos oprimidos “diferentes” (que somos todos e cada um de nós, ainda que antes estexam os mais fráxeis e silenciados, os “invisíveis”, desprovistos de representaçón e cuxa existência, num mundo de violência crescente, depende em grande medida da sua vida em comunidade).
teresa oñate e brais g. arribas
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AS MEMÓRIAS DE MANUEL DA CANLE (21)
O día 23 de Abril de 1907 comecei a serrar com um suxeito (M. da Val). O día 5, 8, de Maio fún molestado polo Spírito. O día 9 fún á festa a Mouriscados, as minhas carnes saltaban, facendo um prunido entre a carne e a pel dando saltos, nestes días o Spírito, tanto me mollestou que quase me facía vomitar. Houbera ido trabalhar para celeiros de carpinteiro, facer um louceiro, mas o Spírito inmundo tanto me molestou que me puxo tonto e xá non dei guía com o louceiro. O 13 de Maio fún buscar a ferramenta e polo caminho a escaralhei, excepto a machada e o serrón. O 20 de Maio fún á Franqueira… O 21 ás 12,30 despois de transcurrida unha hora, levantou-se-me unha dor de cabeza, sendo molestado polo Spírito até que é alba do día, a dor de cabeza aumentou pola manhán. Levantei-me com a devandita dor e atáques, como que queria vomitar. O día 24 de Maio edifiquei um altar a Xeová, duas quartas de largo por duas de alto. O día 25, 26, 27 de Xunho de 1907. O 23 tinha andado todo o día a fazer as entradas do San Xoán no Crasto. Mistério do Cura. O día 5 de Agosto de 1907, pola hora das 7.35 da manhán saín da casa, e fún dereito á Igrexa de Guillade, passei polo meio do adro caminho de Mourigade, encontrando o Cura D. Juan Vilar Val, e tivemos unha conversa algo larga, polas 10 da noite quando vinhem de volta, passei outra vez polo adro, dando-lhe 100 centâvos de peseta ó dito Cura pra que me sana-se, etc… Cheguei á casa, com a noite horrível e escura, caíndo algunhas chuviscas. A minha tía estava dormida e a minha nái fora á Cañiza. Ó chegar perto da casa, apurei para non me molhar polas sacudidas do vento. O 11 de Agosto de 1907 habia festa em Guillade, e pegou-me unha rábia iníqua contra um suxeito (Fernandes) e ós poucos momentos, por me ameazar com unha navalha, atirei-lhe unha pedra, que lhe deu gravemente na testa, eu xa lhe tinha algunha mania dántes. O 13 pola manhán, a minha nái berregou comigo, eu estava indignado com ela, e deu-me duas pesetas para que fosse a Ponte, para traer pán e peixe, eu fún a Ponte, sim me fixar nas ditas pesetas, e quando vou pagar, repugnan-mas por falsas. Estaba alí unha nena xá com um pouco de conversa, ela e a padeira, e comezarón a falar de mais em mais, até que me dixo, que non voltara mais á casa e fora c’o ela, eu non quixem, por vía da minha nái, e prestou-me as duas pesetas, com a condiçón de se queria… pois non lhe quixem as duas pesetas, e vinhem p’ra Guillade sem as compras. Quedamos de falar para os Remédios em Ponte a 8 de Septembro de 1907, e non a vím mais até hoxe. Mais tarde, sentín unha voz na consciência que me decía – Ah! Son Maluco!
manuel calviño souto
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VIRAGENS DO PENSAMENTO DA DIFERENÇA (III)
O que foi dito até aqui resume-se nas “viraxens do pensamento da diferençá”. Assim a “Viraxem linguística” comunicacional contrapon-se a todo o “realismo” excludente, faz valer a experiência dos diversos xogos de linguagens imanentes e diverxentes, e insiste na premissa de que o ser (comunicável) se dá na linguaxem de múltiplas maneiras, segundo os contextos e os xéneros literários, tanto como as prácticas discursivas. Lyotard insistiu muito nesta questón e dá um exemplo ilustractivo; pede-nos para imaxinarmos unha banda desenhada em que um capitán se lanza para fora da trincheira, de arma em riste dizendo “Avante!” e os soldados começam a aplaudi-lo: “Bravo, muito bem.” Sem dúvida, enganaram-se no xogo de linguaxem: ou finxem fazê-lo. Segundo a “Viraxem ontolóxica”, a linguaxem non é um instrumento nas mans do homem, mas o espaço de interlocuçón do ser das diferenças ligadas pela própria linguaxem (logos: ligaçón-limite, que une e separa, nexo), diferenças ligadas pela língua comum que falamos e nos fala; diferenças que nos poêm em xogo e que nos relacionam com a retransmissón interpretactiva dos passados e a recriaçón de futuros mais habitáveis. Logos do bem comum histórico e recriado no novo, em que participamos todos e cada um de diferente forma: riqueza comunitária da pluralidade e mesmidade converxente das diferenças, iguais perante a lei. A “Viraxem estéctica” afecta a transformaçón do “aspaço- tempo” segundo a nossa percepçón sincrónica e pós-hitórica, pois xá non estamos no tempo linear nem no espaço “físico” externo. Pela mesma razón, afecta também a primacia política que as novas tecnoloxias electrónicas, dixitais e telemáticas alcançam, e que transformam as obras de arte-técnica na forma de ser que permite unha exploraçón e experimentaçón da diferença, orientada para libertar as diversas interpretaçóns e a libertar-se a sí própria… de quê? Sobre tudo da essência “metafísica” da técnica como superaçón e conquista dominadora (ou salvadora) sempre proxectada além de qualquer limite. Aquí a tarefa dos Decrescimentistas e dos Ecofeminismos destaca-se pelo seu alcance social e planetário. A “Viraxem Teolóxico-política” salta da História Universal da Humanidade (eurocêntrica) para um politeísmo (non mitolóxico nem antropocêntrico) do sagrado indisponível plural, onde se reconhece o mistério da realidade-possibilidade aberta, gratuita e non calculável, das plurais culturas quotidianas. A filmografía do cinema pós-moderno oferece belos exemplos, alguns dos quais Gilles Deleuze selecciona no segundo libro que configura a sua história filosófica do cinema. Falamos do volume “A Imaxem-Tempo”, a continuaçón do primeiro dedicado ao cinema moderno, “A Imaxem-Movimento”. Assim se vai abrindo caminho a unha possibilidade solidária, coherente com as democracías igualitárias e participativas, da diferença na era comunicativa da globalizaçón. A “Viraxem ecolóxica” reúne todas as anteriores num espaço habitável e aberto ao outro e á diferença, como constituintes do devir.
teresa oñate e brais g. arribas
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DERIVA HISTÓRICA
XACIMENTO ARQUEOLÓXICO GA36042008
MÂMOA Nº2 DAS CHANS DO CAMPO DO MOURO
A mâmoa nº 2, da necrópolis megalítica das Chans do Campo do Mouro, está um pouco afastada a poente do grupo de Rebordiños, e é bastante grandota, pois destaca sobre o terreno. Presenta tamém, como todas as outras, o característico crácter de violaçón, pelo que se supón que a sua câmara funerária xá foi saqueada, possívelmente alá pelos séculos XVII ou XVIII. Nas câmaras subterrâneas das mâmoas, ás vezes existian verdadeiros tesouros arqueolóxicos, de unha beleza deslumbrante. Recentemente, foi descoberta em França, unha tumba intácta, com a qual todos quedamos encantados. O difunto, tinha como um gorro de gaiteiro, e estava deitado debaixo do seu escudo protector, o xaguar funerário, composto por unha estátua de pedra idéntica ó difunto, vários utensílios de guerra, e xoias de ouro fermossíssimas (torque, pulseiras e abrazadeiras). Tamém, se encontrou dentro de unha mâmoa, unha armadura cerimonial completamente em ouro, com a qual fora enterrado um principés. Claro, que tudo isto, nada vale, contra a cobiça dos muitos ladrons, que haber-los hai-los! A eterna avarícia do home, non permitíu, que estes finados, descansaran em paz eternamente acompanhados dos seus adornos. Non escaparon, como nós tampouco escaparemos, á bestialidade do ser.
a irmandade circular
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QUE NADA SE SABE (4)
Nim isto basta. O significado das palabras parecen depender em maior gráu, ou totalmente, do vulgo, e por consequência há que pedirlhas a el, pois ¿quem senon o vulgo nos ensinou a falar? Precisamente por esta razón quase todos os que até hoxe escribiron tomaron como fundamento de discusón, o que mais frequentemente está na boca dos homes. Como aquel, ó afirmar “Decimos que sabemos algo quando conhecemos as suas causas e princípios”. E o do outro: “Hade-se admitir aquí o princípio aprobado polo consenso de todos: que todos os homes se consideran sans quando… etc…” Mas ¿Há no vulgo algunha seguridade e estabilidade? De ningunha maneira. ¿Como vai haber, em consequência, sosego nas palabras? Xá non teis escapatória. Dirás acaso que se háde buscar qual a significaçón de que serviu quem as impuxo inicialmente. Pois busca-a. Xamais a encontrarás. Pero basta xá. ¿Non é toda questón palmariamente um problema de nome? Parece-me que na verdade o que está probado; se o negas, confirmarás a proba da questón principal. Mas despois se probará melhor. Vexamos, pois, que se hade entender baixo o nome ciência. Porque, se non a houvera, de ninguém em consequência se podra decir que conhece cientificamente em virtude dela. ¿E que dí Aristóteles? Pois baste haber examinado a este (por quanto foi um agudíssimo observador da Natureza, á que a maioria das vezes segue a turba mais numerosa de filósofos), sem a necessidade de faze-lo com todos os demais; non sexa que, ó ter que disputar com todos, a tarefa se delate até ó infinito e abandonemos unha vez mais a Natureza, como acostuman os outros. ¿Que dí, pois, el? “a ciência é um hábito adquirido por demonstraçón”. Non entendo. E isto é o pior; o obscuro define-se polo mais obscuro. Assim enganan ós homes. ¿Que é o “hábito”? Sei-o menos que o que significa “ciência”. E tú menos que eu. Dí que é “qualidade constante”. Entende-se ainda menos. Quantos mais passos dás, menos fás progressar as palabras, maior confusón. Arroxas-me á linha predicamental, e de alí sempre para o “Ente”, que non sabes o que é. Mas ¿é que non se há de reducir tudo ós predicamentos? Certamente. E logo ¿que? Tudo tem que acabar num labirinto. ¿Que son os predicamentos? Unha larga série de palabras. ¿Dixem algo raro? Pois digo-o!
francisco sánchez
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AS MEMÓRIAS DE MANUEL DA CANLE (20)
Minha nái, no Serán nocturno. O día nove de Febreiro de 1907 fún ó serán de Uma, estava um escuro tremendo, e caían alguns chuvascos. O día once a minha mái fora ó Serán da Lomba, eu quedei na cama, polas quatro da manhán fartei-me de vomitar, com malos sonhos, era o penúltimo día de Serán. O 27, todo o día andivem a decotar pinheiros para o Sr. Miguel das Carbalhas (q.e.p.d.), em Matamá. O Três de Marzo de 1907 (Domingo) pola manhán despertei com unha tremenda dor de barriga, saltei fora da cama queixando-me, tomei um copo de água fría, e com a dita dor fún a Guillade de baixo, e polas 8,10 passou-me. Consulta adivinha. O 23 de Março de 1907 fún a Ponte xunto á Sybila (C.) e dixo-me tudo mal. O 24 fún á misa a Guillade com o Ramo, e polo sacristán decir que me puxe-se fora da igrexa, dei-lhe um forte empurrazo á porta que bateu com forza contra o apoio. O 27 de Março fún molestado polo Spírito malo, levantei-me polas 10, a minha nái andava a cavar em Matamá, e todo o dia estiven na casa, daban as 3 da tarde e as ovelhas ainda estavan em xexúm. O 29 acometeu-me um sonho muito malo polas 12 da noite, e polas duas da tarde do día 30… A festa e o sonho. O día 7 de Abril de 1907 fún á festa das Angustias e o segundo día tamém. O 17 mudou a minha sorte, tivem um sonho malo, sonhei que estava dentro de unha Igrexa eu e um Crego a facer-me unhas senhas, pantominadas. Pola manhán vem a minha madrinha para Matamá que a tinha arrendado aquel ano pola minha nái estar algo enferma, eu levantei-me de mala gana e fún com as ovelhas, mas non estava Católico. O día 20 a minha nái, foi á Cañiza doente, e pola tarde deste mesmo día 20, pelexei com o meu vecinho (Xabeco) debaixo da minha xanela. Pensaba ir o día 3 de Maio á Picaraña e non fún, pois perdin a Misa por me ter molestado o Spírito inmundo.
manuel calviño souto
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A FILOSOFÍA PÓS-MODERNA (II)
1) O positivismo cientificista como racionalidade hexemónica.
2) O positivismo historicista ou desenvolvimentista do mito do progresso.
3) O suxeito (fundamento-orixem) que se pretende autónomo e non contextualizado.
4) O antropocentrismo e o eurocentrismo colonialista.
5) A recusa do tempo linear e do espaço externo quantitativo como modelos inadequados (ônticos) para o tratamento (ontolóxico) dos mundos da vida.
6) A crítica da coisificaçón imprimida pela lóxica do domínio e da exploraçón, baseada na primacia do idêntico e da força (o homem branco sobre a mulher e os outros; o heterosexual sobre o homosexual; o rico sobre o pobre, etc…) Tudo isso á custa dos direitos da alteridade, aos quais os pós-modernos recorrem non a partir da crítica, mas também da alternativa:
1) O pluralismo retórico-hermenêutico de todas as outras linguaxéns racionais de sentido.
2) Outras ontoloxías da temporalidade e da espacialidade non lineares nem extensas, nem baseadas no movimento sucessivo, mas na sincronía e no devir do ser que non se pode confundir com o ente.
3) A libertaçón de todo o outro; os outros povos e as restantes culturas animadas da terra, o que inclui tanto a natureza e o animal, brutalmente violentado, como o divino e o sagrado indisponível, inutilizável, esquecido pelas sociedades racionalistas modernas do domínio; alteridades que a pós-modernidade se prepara para libertar; renomear e reafirmar. El comporta a elaboraçón de outras teoloxías políticas e outras filosofías da história. Se com a interpretaçón teolóxico-política e antropocêntrica de Santo Agostinho, seguindo Paulo de Tarso e um certo uso de Platón, instaura o grande metarrelacto da História da Salvaçón da Humanidade, depois secularizado pelo Iluminísmo e deixada a (Salvaçón) nas mans da ciência-técnica, da economia, etc.., unha vez deslexitimado tal metarrelacto; unha vez “morto esse deus falso” – o das teodiceias -, o que é, enton, o verdadeiro divino e sagrado? Que papel xoga na vida dos povos e das culturas? Que linguaxéns comunitárias e racionais lhe correspondem? E que historicidade política devemos ter agora se xá non quisermos nem pudermos estar na violenta história da salvaçón? A pós-modernidade insiste em todas estas interrogaçóns unha e outra vez, e para lhes dar resposta reelabora a ontoloxía do espaço e do tempo: dá a volta aos passados e descobre que non estavam fechados (nunca interpretados de unha vez por todas, por quem? Pelos vencedores?), que continuavam a ser possíveis passados possíveis grávidos de futuros. Assim se cría a noçón do “futuro anterior” e se subverte o violento costume (linear), de “superar” os passados e de os deixar para trás sem os herdar “selectivamente”. Gadamer chama isso “Impiedade”, e contra essa brutal tendência para “acreditar” que o futuro deriva do presente, reivindica a “pietas” como herança xurídico-histórica que se baseia na possibilidade aberta do passado, como no caso da obra de arte, que non se esgota nas suas interpretaçóns.
4) A incidência nos nexos e ligaçóns do comum e do participativo.
Em suma, a pós-modernidade liberta e afirma a diferença e alteridade de todos os outros povos e culturas do planeta: humanos e seres vivos (plantas e animais): divinos e sagrados (indisponíveis, non instrumentalizáveis); pertencentes ao dar-se imanente do mistério xuntamente com o extremo cuidado com os nexos de acçón comunitária e linguística, também diferenciais, que ligam tais diferenças. Além disso, liberta a diferença do tempo e, em consequència, a possibilidade dos passados. Mas é preciso ter em consideraçón que, perante estas quatro alternativas, é na localizaçón do neoliberalismo capitalista que a pós-modernidade filosófica concentra a crítica: a prioritária necessidade de debilitar, desconstruir ou minar o sentido das combinaçóns hexemónicas, favorecendo as micropolíticas e as tecnoloxías estéctico-telemáticas de usos e efeitos incontroláveis.
teresa oñate e brais g. arribas
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EM NOME DE GUILLADE (XXVIII)
VEXETAÇON
Debido ás súas características físicas, climáticas e edafolóxicas, o manto vexetal predomina na parte central do Concelho. Em xeral, a flora deste município foi consequência da acçón do home na quase totalidade, polo que as espécies florestais dominantes som as foráneas (pinheiros e eucaliptos), a causa da repoboaçón das últimas décadas, que estavam orientadas á exploraçón madeireira. A representaçón da vexetaçón clímax está formada polas árbores e as matogueiras da ribeira dos principais cursos de auga, entre os que destaca o río Tea, debido á riqueza de bosques aluviais nas súas beiras, formados por amieiros, freixos, salgueiros, carbalhos, etc.., e de matos, constituídos fundamentalmente por urceiras secas europeias e oromediterranêas, endémicas com toxos.
alberte reboreda carreira
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QUE NADA SE SABE (3)
Sigo. O home é unha cousa só, ainda que o designes com muitos nomes: “Ente”, “substância”, “corpo”, “vivente”, “animal”, “home” e, finalmente Sócrates. ¿Non son estas acaso palabras? Certamente. Se significan o mesmo, son supérfluas. ¿Se tenhem diferente significaçón, o home non será unha e a mesma cousa? Dirás que no mesmo home consideras muitos aspectos a cada um dos quais atribuies nomes próprios. Mais duvidoso pons o assunto. Nem sequer entendes na sua integridade o home, que é algo grande, sólido e polo sentido perceptível, divide-lo em cousas tan minúsculas, que se escapan ó sentido do xuíz mais seguro de todos – e que terán que ser indagadas pola falaz e obscura razón! Procedes mal e me enganas, pero mais te enganas a ti mesmo. Pregunto: ¿ a quém chamas no nome “animal”, “vivente”, “corpo”, “substância”, “Ente”? Non o sabes, igual que antes. Eu tan pouco. Isso era o que queria. Mas direi-o mais adiante. Pergunto despois: ¿que significa o nome “qualidade”? ¿E “Natureza”? ¿E “alma”? ¿E “vida”? Dirás: significan isto. Eu o negarei facilmente: direi que significan o outro. Proba-o. Recorres a Aristóteles. Eu a Cicerón, cuxo oficio é mostrar os significados das palabras. Dirás que Cicerón non falou com tanta propriedade nim tan cuidadosamente. Eu defenderei o contrário, pois era a arte que practicava Cicerón, non Aristóteles. Se pides mais, eu aducirei outros cultivadores da língua latina, ou da grega. É o mesmo, em definitiva. Non há acordo entre eles, nem seguridade, nem estabilidade, nem límites. Cada um destroza as palabras ó seu antoxo, retorceas de um lado e do outro, e acomoda-as ó seu propósito. De ahí venhem tantos tropos, tantas figuras, tantas regras, tantas misturas, de tudo o qual se compon a Gramática. ¿E que haverá que non pervirta a Retórica e a Poética? ¿Em que desmesuras non incurrirán? Pois todos eles non fan mais que practicar unha inútil loquacidade, mas a capricho e sem trabas, como din. Mas a Dialéctica ou Lóxica também a practíca, ainda que non da mesma maneira, pois pon as palabras em ordem, coloca-as em linha de combate e impide-lhe lutar cada unha por seu lado, em vez de xuntas; dá leis, reprime, permite, obriga. Finalmente, Retórica e Poética se parecem ós que montan tropas e castelos nos xogos e espectáculos públicos, onde se busca mais o ornato que a forza; a Dialéctica ou Lóxica parece-se, polo contrário, a quem se prepara a sério para a guerra, os que necessitam mais forza que beleza. Mas para todos as palabras son soldados e aquilo com o que se terán de enfrentar. ¿A qual deles darás maior crédito? É duvidoso. Cada um quererá o crédito para si.
francisco sánchez
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AS MEMÓRIAS DE MANUEL DA CANLE (19)
Segundo Recordo de Mondariz. O día 12 de Septembro de 1906, fún de criado para a casa de Avelino de Trancoso, e o día 18 de Março voltei prá minha casa. O día 26 de Septembro de 1906 fún trabalhar para xunto de um Mestre Carpinteiro (Manuel de Canedo) Nestes días tivem mil sonhos malos, trabalhei com o dito Canedo oito días, e ó fim deu-me unha forte puntada no quadríl dereito, tan pronto cheguei á casa, a referida dor, deu um forte estálo, mudando-se rapidamente para o outro lado, e aliviou algo. A minha nái, dixo que a noite anterior tivera um sonho comigo e unha voz que lhe decia: “Ah, o teu filho saca unha alma de penas. Ah, mas agora partíu um brazo”. Eu tinha tido também um sonho que fora unha grande multitude de xente ó Axuntamento de Ponte, entre a qual estava eu; e fún o primeiro que dixo: Viva a República! e todos me axudaron. Despois reventou unha grande luta na praça de Ponte. Serrar em Mourigade. O día três de Febreiro de 1907 fún á festa de San Brás (Meirol), logo vinhem com os rapazes de Mouriscados para o Serán de Guillade. O día quatro de Xunho fún trabalhar de serrador para xunto do filho de Xambenito de Uma, que estava desposado em Mourigade. Sorpressa. Segunda feira ó irme deitar, dalí a dez minutos deron-me uns fortes empurrons na cama, ós poucos momentos caíu o xergón no chán, eu tinha guardados vinte centávos metidos nunha ucha pequena, despois figurouse-me que tinham atirado com ela e mesmo sentín tanhir os centávos, como quem os zapatea contra unha pedra, e acto seguido ouvin rir unha pessoa, maxía (Sr. cura Val). Eu me levantei a ver, cuidando ser certo, mas tudo estava como o tinha deixado; logo despois tivem que ir ó Breviário romano ler o exorcismo até ó fím, despois toda a noite descansei em paz. O segundo día fún ó trabalho, e como estava frío, retiramo-nos prá casa, fomos guiar unhas vinhas, etc… Eu tinha visto alí unhas nenas xá grandes e logo sentín no corazón, unha pena desconhecida, que facía dirixir o meu amor e o meu peito para elas, só que a minha persona non circulava com tán alta senhoría.
manuel calviño souto
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A PÓS MODERNIDADE FILOSÓFICA (I)
Mesmo restrinxindo-nos ao âmbito da filosofía e non tendo agora em consideraçón as declinazóns da pós-modernidade em literatura, arquitectura, história, antropoloxía, direito, politoloxía e, em xeral, em todas as ciências sociais: mesmo que nem consideremos agora a pós-modernidade como época político- económica de consolidaçón global do capitalismo (com marcos de diferente simboloxía, como o Maio de 68, a queda do muro de Berlim em 1989, as guerras do Golfo, do Iraque e tendencialmente do Irán, etc… vide a cronoloxía), deparamo-nos com um panorama filosófico impressionante. Durante os anos quarenta e cinquenta, o segundo Heidegger (após a “volta ou retorno; kehre” do seu pensar, em meados dos anos trinta) tornou-se um autêntico pioneiro graças a obras como “Carta sobre o Humanismo, Conferências e Artigos ou Identidade e Diferença; mais tarde, em 1961, publica os seus dois volumes sobre Nietzsche e instaura assim a crítica filosófica pós-moderna á modernidade racionalista, á burguesia e, ao capitalismo (como alteraçón e de-limitaçón da violência de unha modernidade desmesurada). E quase a seguir culmina a sua obra, pois o arco que iniciara o primeiro Heidegger em 1927, com o seu “Ser e Tempo”, deslocou-se agora até ao espaço (temporal) da linguaxem do ser com o texto da conferência “Ser e Tempo” (1962). Nessa época, em 1960 Hans-Georg Cadamer publica “Verdade e Método”, por onde flui e, se consagra a corrente hermenêutica como crítica do Iluminismo; em 1966, surxe “As Palavras e as Cousas”, de Michel Foucault, que abre o caminho pós-moderno ao pós-estructuralismo, e Jacques Derrida publica quase em simultâneo “Da Gramatoloxía” e “A Escritura e a Diferença” em 1967, com que inícia o “desconstructivísmo”. A estas obras seguem-se outras como “Diferença e Repetiçón” (1968), de Gilles Deleuze; “Vixiar e Punir” (1975), de Foucault; “Mil Planaltos” (1980), de Deleuze com Félix Guattari; “Império” (2000), de Negri e Hardt; e um inesgotável elenco de obras, conferências, artigos e autores cuxo teórico-crítico, tan rigoroso como criativo, se pode incluir nas três correntes mencionadas: a hermenêutica, o pós-estructuralismo e o desconstructivismo (sem esquecer as suas diferentes combinaçóns com outros movimentos teóricos de longo alcance como o “neopragmatismo” americano ou o “feminismo da diferença”, entre outros). Estas som algunhas das correntes que, ao longo de mais de cinquenta anos (desde meados do século XX até aos nossos dias), conseguem criar um mapa filosófico vivo, extremamente dinâmico, cambiante e muito criativo. Um rico arco filosófico que se estende graças á integraçón das obras de Jean Françóis Lyotard e Gianni Vattimo. Desta forma o mapa das correntes da pós-modernidade filosófica obtém o relevo de unha autêntica “Idade de Ouro” para a filosofía na pós-modernidade, apenas comparável com os grandes auges do Idealismo alemán, do Barroco, do Renascimento, do Medievo ou da filosofía grega durante a época clássica e arcaica, e cuxos frutos son lidos agora pelos filósofos pós-modernos de outra forma, prestando atençón ao non dito e non pensado, ou ao colonizado ou silenciado em todas essas obras de arte que chegaram até nós como unha retransmisón de ecos e passos e cuxa diferença nos constitui e nos permite discutir o perentório do presente hexemónico: distorcê-lo, ironizá-lo, deslocá-lo. Deste modo, nasce a “filosofía pós-moderna da diferença e da alteridade”, que o próprio Lyotard baptizou após publicar “A Condiçón Pós-Moderna” (1979) e “O Pós-Moderno Explicado ás Crianças” (1986), e que atinxe a seu zenit no que se refere á difusón mediática com “As Aventuras da Diferença”, “O Fim da Modernidade” ou “Il Pensiero Debole” (O Pensamento Débil), de Vattimo.
teresa oñate e brais g. arribas
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MÂMOA Nº1 DAS CHANS DO CAMPO DO MOURO
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XACIMENTO ARQUEOLÓXICO GA36042O13
MÂMOA Nº1DAS CHANS DO CAMPO DO MOURO
É a melhor conservada de todas as mâmoas deste grande campo de enterramentos megalítico. Está situada no Côto do Foxo, e presenta o característico crácter de violaçón, o que nos leva a pensar, que xa alguém andou metendo aquí os narizes (parece ser, que em tempos passados, um dos reis de Espanha, levado pela cobiça, vendeu o monopôlio a outro ladrón, para que violara todas as mâmoas da Galiza), e poido muito bem ser nessa época quando as mâmoas foron abertas. A só existência da necrópolis, suporía unha concentraçón de poder, e de xentes dedicadas ó culto dos mortos. Estes centros cerimoniais e relixiosos, atraíam unha camarilha comercial que xerava riqueza nas zonas circundantes. E, penso que seria possivelmente o campo de mâmoas, que xeraría o nome moderno de “Campo do Mouro”. Facendo-se o lugar com fama entre os ântigos, e que non é casual, que houvera várias bruxas activas no entorno do lugar, xa na nossa época “civilizada”. Incluso, Prudêncio Sandoval o nomea na sua famosa obra “Antiguidade da Cidade e Igrexa Catedral de Tui”, como uns enterramentos arcaicos sitos nesse remoto lugar. Habería que polas em valor, mas para isso temos de esperar pelo tempo oportuno, pois na actualidade carecemos da capacidade suficiente para tal empressa. Agora, há que ir tirando, e centrar-se em mantelas limpas de arboredo e vexetaçón circundante, ailhando-as com unha protecçón, sobre tudo para maquinária florestal pesada.
a irmandade circular
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QUE NADA SE SABE (2)
Nem sequer sei isto: que non sei nada. Suspeito, sem embargo, que nem eu, nim os outros. Sexa o meu estandarte esta proposiçón, que aparece como a que debe seguir-se; nada se sabe. Se soubera probá-la, concluiría com razón que nada se sabe; se non soubera, tanto melhor, pois, isso era o que afirmaba. Mas acaso dirás; no caso de que saibas probar, deducirá-se o contrário porque entón sabes algo. Non obstante cheguei á conclusón contrária antes que tú arguíras. Xá começo a embrolhar o assunto; disto mesmo, segue-se sem mais que nada se sabe. Talvez non entendas e me chames ignorante e enrredador. Tú falache verdade. Pero eu melhor do que tú, porque non te deches conta. Por conseguinte, somos ignorantes os dous. Logo concluiste sem sabê-lo o que eu buscaba. Se logras entender a âmbiguidade da consequência, visto claramente que nada se sabe; mas, se non. pensa, distingue e resolve-me a dificuldade. Aguza o inxénio. Continuado. Leve-mos o assunto a partir do nome. Pois para mim toda definiçón é nominal, como quase toda a questón. Explico-me. Non podemos conhecer – ó menos eu – a natureza das cousas. Se dixéras que tú sim, non o discutirei, mas parece falso, pois ¿Porque vás ser tú? E daí que nada sabemos. Porque se non chegamos a conhecelas, ¿ de que maneira as mostraremos? De ningum. Tú dirás, sem embargo, que a definiçón é a que mostra a natureza das cousas. Dáme ó menos unha. Non a compreendes. Logo concluio. Ademais; ¿como imporemos nomes ás cousas que non conhecemos? Non o vexo. “Mas haber hay-los”. De aquí a perpéctua dúvida acerca dos nomes, assim como a grande confusíon e a falácia nas palabras, e incluso talvez em tudo o que eu acabo de dicer. Saca tú mesmo a conclusón. Dirás que defines a cousa que é o home, non a palabra. Com esta definiçón: “animal racional mortal”. Logo nego. Pois eu duvido também da palabra “animal”, assim como de “racional” e também da outra. Seguirás definindo estas mediante os xéneros superiores e diferênciais, como tú os chamas, até ao “Ente”. Perguntarei o mesmo de cada um dos homes e, para terminar, do último “Ente”, pois tampouco sabes o que significa. Dirás que non o vas definir porque non tem xénero superior. Isto non o entendo. Nim tú tampouco. Non sabes o que é o “Ente”. Eu menos. Dirás, non obstante, que temos que deternos em algúm ponto da série de perguntas. Isto non resolve a dúvida nim satisfaze a mente. Á força teis que manifestar ignorância. Alégro-me. A mim passa-me outro tanto.
francisco sánchez
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AS MEMÓRIAS DE MANUEL DA CANLE (18)
Galinhas de Deus Negras. O día 23 de Agosto de 1906, levarom-me para cortar pinheiros, cheguei á Vigaira e unha galinha de Deus preta deu-me um forte repotazo no peito e continuou unhas quantas veces, eu andava malo, o dia 29 de Agosto de 1906, ás 8,40 da manhán traía um costipado mortal, tán pronto acabamos de cortar os pinheiros, cesou o costipado como por encanto, estivem todo o día pensando na minha mala sorte e na vida desconsolada. O dia 12 de Septembro de 1906 tivem que berregar com o Fernandez por culpa dos pinheiros, e parece que se negava a pagar, tinha-me chamado por mandado do (Pucho). Mais Calamidades, a trencha. O día 15 de Septembro de 1906 troquéi unha trencha polas pezas de unhas tamancas, o día 20 quedei de ir trabalhar para Celeiros, e por ser molestado polo Spírito inmundo, non fún. O día 21 deu-lhe mal à minha nái, e non tinha farinha nem nada que comer e passei fáme… O día 23 vem o Spírito inquietar-me, vía em sonhos pessoas conhecidas vestidas de preto, estivem todo o día deitado doente, muito aflixido, com dor de cabeza. Molestado. Esconxuraçón. O día 25 de Septembro de 1906, lín unha oración (que titulan de San Cipriano) e continuei com ela por alguns días pola noite, entón o Spírito tratou de me molestar de día, ó tomar a sexta polas 12; unha vez que iba lendo polo meio da esconxuraçón, quedei surdo, e como que me levava a cabeza polo aire e o corpo tremendo, o Spírito porfiou polos días 26,27,30, despois unha vez lida a oraçón polas 4,20 da manhán, quedei dormido mais um tempo, tivem o sonho seguinte: sonhei que estava nunha Igrexa virado pro altar, habia pouca xente, entón presentou-se um Abade no altar, facendo reverências coas mans na minha direcçón; despois saíu outro da sacristia e foi xunto del, vinha de comer toucinho ou cousa semelhante, pelo que saíu limpando as babas engraxadas, se explicara todas as voltas deste sonho, haberia leitura para muito, acto seguido desperto, quedando pensativo desta visón arriba dita. Fantasma. O día 13 de Outubro de 1906, fún molestado polo Spírito… mas de unha maneira que se tivo em mim, se non estava xá; e vin ó meu redor um home muito baixinho (um metro de altura), xá quase era día.
manuel calviño souto
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