
O dezoito de Outubro de 1937, Segunda-feira, fún a xunto da Senhora Tomaza. Díxo-me que estabam duas mozas dentro, e que non quería que as conhecera. Por isso, consultou-me fora, e saíu quase o mesmo que a última vez. O onze de Xaneiro de 1938, saíu-me muita doênça, o aire dunha mulher que tinha morto, etc… O quinze de Xulho de 1938, Sexta-feira, consultei a Chiva. E, o dia três de Xunho de 1939, consultei a de Ourense, que era cega. O dezoito de Xunho de 1939, voltei a xunto da Chiva, encontrei-a muito diferente da primeira vez, malas ventas e aspecto carrancudo. A madre da Divina, mandou a Ganeca chamar por mim, para que fosse a Souto Bravo, e deu-me unha saqueta de batatas. Decíndo que era melhor dar-mas assim, do que venham depois aquí roubá-las. O dezassete de Febreiro de 1941, fún xunto à Senhora Tomaza, que vivía em Qeimadelos, na mesma casa onde tinha estado a outra Tomaza. Desta vez, fosse natural ou sobrenatural, notei efeitos maravilhosos. O cinco de Maio de 1941, voltei xunto da Senhora Tomaza, dei-lhe dous quilos de milho como pago. O dezoito de Agosto de 1941, fún ao médico D. Pepe, e díxo-me que isto non era nada. Fún à “Mesa adivinhatória”, e no meio da tramoia, deu-me um ataque que rebentei a chorar. Cada pranto e suspiros, que parecíam impossíbeis. Tudo isto acabou, com duas ou três missas pagas, unha dúzia de ouvídas, um quartilho de azeite para a Virxem da Franqueira, duas caixas de inxeçóns, águas de Cortegada e antes de tudo um purgante (três confessións).
MANUEL CALVIÑO SOUTO