
FALCÓN, César (n. Lima, 1892). Româncista, contista e ensaista peruano. Transladou-se a Europa em 1920 com J. C. Mariátegui e nunca voltou a cruzar o mar. Em “Plantel de inválidos” (Madrid, 1921) reuníu os seus primeiros contos de tema rexional sobre os Andes centrais. Escrebeu três românces: “El pueblo sin Dios” (Madrid, 1928), no qual ataca o caciquismo e a exploraçón do indio nos Andes peruanos. Nela aparece por primeira vez na novelística peruana a técnica cinematográfica. “El buen vecino Sanabria U” (C. de México, 1947) é unha crítica irónica do período de Manuel Prado (presidente de Perú, 1940-1945) e da política de “buenos vecinos” practicada por Estados Unidos. “Por la ruta sin horizonte” (C. de México, 1961) que trata da vida espanhola durante a Segunda República. Os seus artígos e ensaios apareceram em “Crítica de la revolución española” (Madrid, 1931) e em “El mundo que agoniza” (México D. F., 1945)
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