KUHN (O RELATIVISMO EPISTEMOLÓXICO)

O relativismo pode caracterizar-se, de um modo xeral, como unha concepçón que afirma que o valor de um xuízo qualquer depende do ponto de vista de quem mantém esse xuízo, e que, portanto, non há verdades absoluctas. Alguns versos populares expressam bem esta posiçón: “Neste mundo traidor, nada é verdade nem é mentira; tudo é da cor do cristal com que se mira”. O primeiro relativista de que se tem notícia foi o filósofo grego Protágoras (século V a. C.), que expôs o seu princípio fundamental com as palabras “O home é a medida de todas as cousas, das que som enquanto som e das que non som enquanto non som”. É costume interpretar-se este princípio como significando que cada ser humano, segundo as suas circunstâncias e o seu ponto de vista, aplicará a sua própria “medida”, ou sexa, o seu próprio critério para decidir o que há e o que non há, o que é de unha maneira ou de outra. Há diversas formas ou versóns do relativismo. Algunhas som inóquas, polo menos para os critérios actuais. É o caso dos xuízos estécticos: parece evidente que dependem da tradiçón cultural e do gosto de cada um; um rostro que parecia belo aos antigos maias pode parecer-nos repugnante a nós, se o Xoán gosta mais dos quadros de Rembrandt que dos de Van Gogh, e o Pedro o contrário, non fai muito sentido que se ponham a discutir qual foi o melhor pintor. Nem o relativismo gastronómico deberia ser matéria de discussón: há quem goste mais de esparguete que de omelete e outros o contrário – qual é o problema? No entanto, há outros âmbitos em que o relativismo parece muito mais problemático, polo menos para a maioria das pessoas. Um deles seria o âmbito dos valores morais. Estaremos realmente dispostos a aceitar que a validade ou non validade do xuízo “É bom discriminar as mulheres” depende do ponto de vista de cada um? Que cada um decida o que está ou non de acordo com as suas convicçóns, e acabou-se a discussón? Outra versón problemática do relativismo é precisamente a epistemolóxica. Esta afirma que o que é conhecimento xenuíno dependerá do ponto de vista de cada um, ou da comunidade a que pertence, e que non há nenhuma instância superior que possa questionar a alguém a pretensón de conhecimento. Suponhamos, por exemplo, que o Xoán é um fundamentalista cristán, que está convencido da verdade literal de tudo o que se afirma na Bíblia. Se nos diz que sabe que a Terra foi criada há pouco mais de 6.400 anos, porque isto se deduz do que está escrito na Bíblia, entón nós, apesar de termos outra opinión, debemos limitar-nos a tomar nota da afirmaçón do Xoán e non tentar convencê-lo de outra cousa. A proposiçón “A Terra só existe há 6.400 anos” é verdadeira (porque é afirmada polo Xoán), e o mesmo se pode dizer da proposiçón “A Terra existe há milhares de milhóns de anos” (porque é afirmada pos nós). E non há mais discussón. Isto é relativismo epistemolóxico. Non há unha verdade universal, independente do suxeito. No entanto, debería ficar claro que esta posiçón conduz, em última instância, à dissoluçón das noçóns de verdade e conhecimento. É precisamente o que muitos críticos de Kuhn lhe apontam.

C. ULISES MOULINES

DIFERENTES UNIVERSOS (FI-63)

Polo tanto, as leis da “teoría M” permitem diferentes universos com leis aparentes diferentes, segundo como está curvado o espaço interno. A “teoría M” tem soluçóns que permitem muitos tipos de espaços internos, talvés unha imensidóm de universos, cada um com as suas próprias leis. Para termos unha ideia do que representa esse número pensemos o seguinte: se alguém pudéra analisar as leis predíctas para tais universos em tán só um milisegundo por universo e houbera começado a trabalhar no instânte do “Big Bang”, no momento presente só podería ter analisado as leis de 20 de 500 universos, e isso sem pausas para o café. Fai séculos, Newton demonstrou que equaçóns matemáticas podiam proporcionar unha descripçón asombrosamente precisa da maneira como interaccionam os obxectos tanto na terra como nos céus. Os científicos passarom a acreditar que o futuro de todo o universo podería ser contemplado com tán só conhecer a teoría adequada e tivéramos suficiente poder de cálculo. Depois chegou a incertidume quântica, o espaço curvado, os quarks, as dimensóns adicionais, e o resultado das diversas contribuiçóns foi inmensos universos, cada um com leis diferêntes e só um dos quais corresponde ao universo tal como o conhecemos. Pode que debamos abandonar a esperança orixinal dos físicos de descubrir unha só teoría que explique as leis aparentes do nosso universo como única consequência possíbel de unhas poucas hipóteses sinxélas. ¿A onde nos leva tudo isto? Se a teoría M permite enormes conxuntos de leis aparentes, ¿como é que nos atopamos em esse universo, com as leis aparentes que conhecemos? E ¿que acontece com os outros possíbeis universos?

STEPHEN HAWKING E LEONARD MLODINOW

KARL R. POPPER (O PROBLEMA DA INDUÇÓN)

A Induçón, como método científico xenuíno que amplia os nossos conhecimentos sobre o mundo, recebeu um primeiro golpe de David Hume a meados do século XVIII. Segundo ele, o raciocínio inductivo, apesar de o aplicarmos em todo momento na nossa vida quotidiana, resulta de um mero hábito, psicoloxicamente compreensíbel, mas racionalmente inxustificado. Acontece apenas que nós, os seres humanos, estamos mentalmente constituídos de tal forma que esperamos que as nossas experiências futuras sexam iguais ou semelhantes às experiências passadas. Non há, contudo,nenhuma xustificaçón racional para tais expectativas, e a qualquer momento podemos ter unha surpresa ingrata. O “quid” do assunto foi exposto dous séculos mais tarde por Bertrand Russell com unha parábola xocosa sobre a razón de a induçón non ser boa conselheira: na granxa, o pito está habituado a que todas as manháns o agricultor o venha alimentar, e daí infere que na manhám seguinte isso continuará a ser assim. Até ao dia em que o agricultor chega e, em vez de lhe dar de comer, para grande surpresa da ave, lhe retorce o pescoço. Confiar na “induçón” pode ter funéstas consequências… Embora Popper non concorde com todos os aspectos da posiçón filosófica de Hume (em especial, com o seu empirismo radical), sente por ele unha grande admiraçón; considera que Hume resolveu de unha vez por todas o “problema da induçón”, e que o resolveu de forma negativa: o raciocínio inductivo non é racionalmente xustificábel, e todas as tentativas posteriores a Hume para fundamentar, de algunha forma, algum tipo de método inductivo (tentativas que prosseguiam xá bem avançado o século XX) están inexorabelmente condenadas ao fracasso.

C. ULISES MOULINES

ESCRITORES HISPÂNOS (JOSÉ PASCUAL BUXÓ)

BUXÓ, José Pascual (Sant Feliu de Guíxols, 1931). Poeta e semiótico hispâno transterrado a México a raíz da guerra civil espanhola. Foi professor da Universidad Nacional Autónoma de México e director do Seminario de Poética y Semiología da mesma universidade. Doutorou-se na de Urbino. Itália. Dirixíu a revista “Acta Poética”. Poesía: “Tiempo de soledad” (México, 1954), “Elegías” (México, 1955), “Memoria y deseo” (Maracaibo, 1963), libro no qual recolhe os poemas anteriores; “Boca del solitario” (Maracaibo, 1964), “Materia de la muerte” (México, 1966) e “Lugar del tiempo” (México, 1974). Dos seus estudos literarios destacam “Muerte y desengaño en la poesía novohispana, siglos XVI y XVII” (México, 1975), “Ungaretti y Góngora. Ensayo de literatura comparada” (México, 1978), “Introducción a la poética de Roman Jakobson” (México, 1978) e “César Vallejo: crítica y contracrítica” (México, 1982). Se como crítico Buxó prefere servir-se das tendências mais modernas, na sua poesía, em câmbio, prevalece a influênça da poesía tradicional espanhola. Os poemas de “Materia de la muerte” inscrébem-se sem dúvida na tradiçón da melhor poesía espanhola de tipo elexíaco.

OXFORD

ESCRITORES HISPÂNOS (EVARISTO “KIRIKIÑO” BUSTINZA)

BUSTINZA, Evaristo “kirikiño” (Mañaria, Vizcaya, 1866-1929). Escritor vasco. Foi professor de ciências físico-matemáticas. Colaborou com Azkue na preparaçón do seu magno diccionário. Publicou numerosos contos e narraçóns breves em revistas, que logo recopilou em dous volúmes com o título de “Abarrak” (Raminhas); caracterizam-se polo seu pintoresquísmo e humor, e a lenguáxe popular.

OXFORD

ESCRITORES HISPÂNOS (JUAN BUSTILLO ORO)

BUSTILLO ORO, Juan (México, 1904-1982). Autor e cineasta de profisón adbogado. Bustillo Oro estaba convencido da necessidade da revoluçón em México, mas as suas obras teatrais reflexam mais bem unha visón pessimista sobre os logros alcanzados. Colaborou com Mauricio Magdaleno no grupo de teatro “Ahora”. As suas melhores obras tratam os problemas do campo, da corrupçón xudicial e da dificuldade para que o home humilde poida enfrentar-se à nossa sociedade moderna. “Masas: reportaje dramático en tres tiempos y un final” descrebe o asasinato de um home íntegro cuxo cuñado passou a ser o títere do xeneral que goberna tras bambalinas. “Los que vuelven” é unha amarga visón do problema dos braseros, trabalhadores mexicanos que emigran a Estados Unidos em busca de unha melhóra económica. “Justicia S. A”. mostra a venalidade de um xuíz, “Santos Gálvez”, que trabalha para o cacique do poboado e que condena à morte a um home a sabendas de que é inocente, para compracer o cacique. Escrebeu muitos outros dramas, incluíndo um que depois se convertirá num excelente filme, “Tiburón”, onde descrebe a vida infrahumana dos pescadores mexicanos. A sua melhor obra é “San Miguel de las Espinas” (publicada em “Teatro mexicano del siglo XX”), situada no norte de México, na qual xeraçón trás xeraçón lutam por unha presa sem que ninguém a utilice, sem que haxa o mais mínimo desexo de arranxar o problema ou tratar de compreender ao outro.

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ESCRITORES HISPÂNOS (JOSÉ RAFAEL BUSTAMANTE)

BUSTAMANTE, José Rafael (Quito, 1881-1961). Narrador costumbrista e ensaísta equatoriano. A sua única novela foi publicada por entregas em “Letras” (1915) e só até 1935 como libro, baixo o título de “Para matar el gusano”. É um fino retrato do conflícto social que se estabelece entre o pobre mas honrado Roberto e o rico e pedante Jorge, que se converte em dipsómano depois de um fracaso amoroso. Escrita num estilo sinxélo e directo, a novela oferece unha bela descripçón da paisaxe equatoriana. Escrebeu também um libro de ensaios, ” Consideraciones sobre la libertad” (1938).

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ESCRITORES HISPÂNOS (FRANCISCO JAVIER DE BURGOS)

BURGOS, Francisco Javier de (Motril, Granada, 1778-1849). Poeta neoclássico, autor teatral e traductor de Horacio, das “Geórgicas” de Virgilio e de “De rerum natura” de Lucrecio. Ingressou no seminário, mas nunca chegou a ordenar-se sacerdote. Foi advogado. Durante a invasón francesa foi nomeado subperfeito de Almería e em 1812 emigrou para París. A partir de 1822 foi director de “El Imparcial” e foi elexido membro da Real Academia Española em 1827. A sua poesía, de corte neoclássico, foi reunida em BAE (1875). Os seus melhores poemas som “La primavera”, “El porvenir” e “A la constancia”. Das suas obras teatrais a melhor é “El baile de máscaras” (1832).

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ESCRITORES HISPÂNOS (FAUSTO BURGOS)

BURGOS, Fausto (Tucumán, 1885-1951). Contista e româncista arxentino cuxo impulso criador foi parado a causa da sua profissón de xornalista. As suas melhores novelas som parcialmente autobiográficas: “Los regionales” (1939), influída por Pereda, e “Aire de mar” (1943).

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ESCRITORES HISPÂNOS (LUIS BUÑUEL)

BUÑUEL, Luis (Calanda, 1900 – México, 1983). Cineasta aragonés. Fixo-se famoso com os seus filmes surrealistas, feitos em colaboraçón com Salvador Dalí, “El perro andaluz” (1928) e “La edad de oro” (1930). Buñuel procedía de unha família da classe média acomodada; estudou no coléxio dos Xesuitas e depois na Universidade de Madrid, onde estudou literatura e filosofía. Os dous primeiros filmes provocarom o asombro e a indignaçón do público. Ambos som de unha agressividade simbólica e de unha força na xustaposiçón de imáxens que chocam ao espectador burguês. “Tierra sin pan” (1932) é um documental que mostra a fame e a miséria física e mental de um grupo de espanhois. Buñuel tivo que sair de Espanha em 1946. Afincou-se em México, onde levou a cabo quince filmes que ao mesmo tempo que som exhibidos em cinemas comerciais mantenhem a sua firme postura filosófica e unha alta qualidade estéctica. Desta época som “Los olvidados” (1950), “Archibaldo de la Cruz” (1955), “El ángel exterminador” e “Tristana”. No seu terceiro período recebeu xá o reconhecimento internacional ao grande cineasta que foi. Nazarín (1958) está baseada na fermosa novela de Galdós; Viridiana (1961) e “La vía láctea” (1969) parodían, a primeira, a represón sexual sublimada por unha piedade falsa, e a segunda, os peregrináxes a Santiago de Compostela. “El discreto encanto de la burguesía” (1972) e “El fantasma de la libertad” (1974) som só duas mostras do poderío criativo de Buñuel na sua velhíce. As suas memórias, baixo o título “Mi último suspiro”, forom publicadas o mesmo ano da sua morte.

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ESCRITORES HISPÂNOS (ALFREDO R. BUFANO)

BUFANO, Alfredo R. (1895-1950). Poeta arxentino de verso fácil, que foi despoxando-se da rectórica a través dos seus trinta libros. A maioría deles surxídos do amor e do arraigo ao seu povo (San Rafael, Mendoza), incluíndo “Mendoza, la de mi canto” (1943). Os seus últimos dous libros están inspirados nos seus viáxes, por España: “Junto a las verdes rías” (1950) e por Marrocos, no libro do mesmo nome publicado em 1951. O seu melhor libro, “Misa de Réquiem” (1920), debe algo à “Melpómene” de Arturo Capdevila; nel o sufrimento despráça a outros sentimentos expresados em libros anteriores.

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ESCRITORES HISPÂNOS (ANTONIO BUERO VALLEJO)

BUERO VALLEJO, Antonio (Guadalajara, 1916). É o autor teatral espanhol mais significativo da sua xeraçón. Quase ao inicio da guerra civil espanhola interrompeu os seus estudos para enrolar-se no serviço médico do lado republicano. Foi encarcerado por motivos políticos desde o final da guerra até 1945. Pouco depois da sua liberaçón, começou a escreber teatro. Em 1949, as primeiras duas obras ganharom prémios importântes: o Premio Lope de Vega por “Historia de una escalera”, drama social de grande profundidade, e o drama em um acto “Palabras en la arena”, sobre o adultério e a necessidade de perdoar. O seu segundo drama largo foi “En la ardiente oscuridad” (escrito em 1946, estreádo em 1950), de corte existencialista. “La tejedora de sueños” (1952) basada na história de Penélope, durante a sua larga espera e na desilusón ao enfrentar o regresso de Ulisses. A estes seguem obras de menor calado: “La señal que se espera” (1952), “Casi un cuento de hadas” (1953), “Madrugada” (1953), “Irene o el tesoro” (1954) e “Hoy es fiesta” (1956). “Las cartas boca abajo” (1957), sobre o fracasso e a frustraçón, resulta unha obra mais lograda. Buero começou a escreber dramas históricos com “Un soñador para un pueblo” (1958), que trata do fracasso de Esquilache ao intentar modernizar España durante o reinado de Carlos III. “las meninas” (1960) é unha explêndida fantasía velazquiana que utiliza a experiência do autor como pintor. “El concierto de San Ovidio” (1962) situádo no París prerrevolucionário. Depois vinherom “Aventura en lo gris” (1963), “El tragaluz” (1967), “La doble historia del doctor Valmy” (estreáda em Chester em 1968), “El sueño de la razón” (1970) e “Llegada de los dioses” (1971). Ganhou numerosos prémios pola sua labor. Traducíu “Hamlet” de Shakespeare e “Mutter Courage” de Berthol Brecht. Foi considerado um autor polémico, sobre tudo do lado da sociedade espanhola mais conservadora. Non obstânte, em palabras de G. G. Brown, trouxo seriedade e dignidade à escena espanhola actual.

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ESCRITORES HISPÂNOS (SALVADOR BUENO MENÉNDEZ)

BUENO MENÉNDEZ, Salvador (La Habana, 1917). Crítico literário e historiador cubano, escrebeu para a UNESCO “Contorno del modernismo en Cuba” (1950) e “Medio siglo de literatura cubana 1902-1952” (1953). Editou unha “Antología del cuento en Cuba, 1902-1952” (1953), publicou a “Historia de la literatura cubana” (1954) e contribuíu com um ensaio sobre a literatura cubana do século XX para “Panorama das literaturas das Américas” de Montezuma de Carvalho (vol. II, 1958).

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ESCRITORES HISPÂNOS (MANUEL BUENO)

BUENO, Manuel (Pau, France, 1874-1936). Xornalista e home de letras. O seu pai era arxentino e a sua nai bilbaína. Passou um curto período da sua vida em Hispanoamérica, mas a maior parte dela residíu em Espanha, e considerába-se espanhol. Entre as suas obras de teatro están “La mentira del amor” (1907) e “El talón de Aquiles” (1908). Escrebeu muito sobre crítica teatral e publicou “El teatro en España” (1910), de sumo interesse. Ainda que hoxe as suas novelas e contos caírom no esquecimento, foi neles que concentrou o seu maior esforço criador; os contos están reunidos em “Viviendo” (1897), “A ras de tierra” e “Almas e paisajes” (ambas de 1900) e “En el umbral de la vida” (1919). Entre as suas numerosas novelas destacan “Corazón adentro” (1906), “Jaime el Conquistador” (1912), “El dolor de vivir” (1924) e “Poniente solar” (1931). Están escritas num estilo fluído mas pouco imaxinativo, que carece do vigor criativo e da habilidade de estructurar as histórias que tinha o seu mêstre Baroja. Os seus temas favoritos som Dios e a inmortalidade, a morte e o suicídio.

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ESCRITORES HISPÂNOS (ALFREDO BRYCE ECHENIQUE)

BRYCE ECHENIQUE, Alfredo (1939). Novelista peruano e contista que reside em Europa desde 1964. “Um mundo para Julius” (1971) é unha descripçón apaixonante da caída de unha poderosa família limenha, feita com unha técnica que recorda a do “Ulises” de Joyce. No libro de contos “La felicidad, ja, ja” (1974), a narraçón é feita a partir do ponto de vista das personáxes, prescindindo totalmente do autor/narrador omniscente. Em 1978 publicou a novela cómica “Tantas veces Pedro”; “Todos los cuentos” (1979) e a novela “La vida exagerada de Martín Romaña” (1982).

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