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EM NOME DE GUILLADE (XXIV)
A realidade física e imaxinária, reflectirá-se no catástro do Marquês de Ensenada, realizado entre 1749 e 1759. Este interrogatorio do século XVIII convertiria-se na principal fonte documental para achar os limites das aldeias, reflectindo nos seus fólios a realidade histórica dos lindes entre aldeamentos e montes. O catástro vinha a confirmar a longa tradiçón dos limites , dos deslindes realizados entre vecinhos, dos acordos eclesiásticos, dos pleitos vecinhais pelos montes do comúm. O interrogatorio do catástro manterá-se ainda no século XIX como referência básica da realidade histórica das aldeias. Deste xeito, à excepçón dalguns casos, cando os concelhos tomam por sua conta os expedientes de exclusón de venda dos baldios comunais, a sua inspiraçón está no interrogatorio do Catástro de Ensenada. Xunto com este interrogatorio incorporarom-se outros materiais como o Real de Legos, no qual figura o listado dos montes do comúm. Sendo esta unha informaçón complementária da riqueza de datos do interrogatório, convertidos em material imprescindível para conhecer com precisón a existência histórica dos montes Vecinhais em Man Comúm, orgulho civilizacional de todos os Guilladenses.
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