
O dia sete de Xulho de 1941, fún a xunto da Senhora Tomaza. Ela puxo mil dificuldades à cura. Saíu a alma da minha difunta madre, e a da minha tía. Botou-me unhas bendiçóns e recomendou-me que mandára dar unhas missas, pois que ainda que non facíam força, mas que as aceitabam. Em todo caso, non estabam em mal lugar, e que desde alí pedíam por mim. Perguntou-me, se lhes tinha feito o enterro e se lhe tinha dado algunhas missas, etc… Díxem, que sím, e isto agradou muito à Sibylla, que afirmou: Bem me lo parece! Pois bem fixéches! Isso foi o que te salvou! De Outubro a Novembro de 1926 (parece que neste intervalo foi quando eu fún a Lira com a minha querida madre, a xunto do Senhor Cura, para que lhe fixéra os evanxélios). Ela quedou alá três dias, e depois eu fún-na buscar, e nada de bem lhe sentárom. Em Xulho de 1926, parece ser que o dia vintioito ou vintinove, foi quando a minha querida madre me visitou no presídio, queixando-se do brazo. Em Agosto de 1927 (recibim o libro Carabaca; e o vintium de Agosto de 1927, comprei a Herculano La Fragua. Março, quatro de 1927, à unha e quarenta da tarde, faleceu a minha querida nái. Que em paz descanse! Cuxa história relatarei mais adiante por separádo e com todos os detalhes. Em Canedo, foi feito o enterro de Maria Calviña a 21 de Xulho de 1930, às oito e meia da manham, homenáxem que lhe dedica o seu sobrinho… assistí à Santa Misa… Sed Deus super omnia.
MANUEL CALVIÑO SOUTO