
Desta clásse de “tumulus”, encontram-se também bastântes no Reino Unido, e som conhecidas com a nome de “sepulturas cóncavas”. Afirma-se delas que som completamente redondas (assím as da Galiza) e que non contenhem ningunha relíquias sepulcrais (o mesmo acontece com as nossas), e por isso lhes négan a condiçón de sepulturas. Non obstânte, o que de semelhantes feitos se desprende, non é por certo que non tivéssem um destino funerário, que xeralmente e com toda razón é asignada a estes monumentos; mais bem quer dizer, que alí como aquí forom obxecto de igual expoliaçón, e que os habituados ao seu saqueo, tiverom que simplificar a taréfa, atacando de maneira que indica o seu estado actual. Sem dúvida a experiência lhes tinha feito ver, que os “tumulus” que non continham grandes câmaras mortuárias, non eram ricos em obxectos de ouro, e assím exploradas polo seu vértice, eram abandonadas todas aquelas nas quais non se tropezaba desde logo com a coberta do dolmen. Tal é o que xulgamos mais verossímil, ainda que non há de calar-se, que se presta a mais de unha reflexón o feito de que as excavaçóns asinaládas tenhem polo xeral unha mesma forma e dimenssóns, o qual parece excluir toda hipótese que tenda a apresentá-las como producto de causas fortuitas, e non como filhas de um uso cuxa existência e importância desconhecemos. ¿Sería acaso que nas ditas concavidades se depositássem as ofrendas para o morto? (…) Um mapa das mâmoas galegas, só serviría para dá-las a conhecer à atençón dos curiosos. Basta por tanto que saibam, que Verea y Aguiar destaca a sua abundância em Terra de Montes, desde o Barbanza a Láxe, em Ferrol e países cercanos, e entre Padrón e Noia eram numerosas. Afirma ademais, que todas elas miram ao Mar Occidental, em onde os antigos sopunham que estabam os Campos Elíseos. “¡¡Cúbreo, oh terra!! Como unha nái, cobre o seu filho com os seus vestidos.” (canta o himno fúnebre dos Vedas.)
MANUEL MURGUÍA