Relatamos a vida de Plotino e a consonância do seu carácter com o ritmo xeral do seu tempo, mas o que dizer do seu proxecto filosófico? Como se reflecte esta consonância ao nível dos conceitos? Para o explicar necessitamos de mergulhar um pouco mais cuidadosamente no momento filosófico que representa o século III da nossa era. Neste capítulo, ocupar-nos-emos a delinear, em traços xerais, os desafios e os problemas a que a filosofia plotiniana responde, que consistem fundamentalmente nunha “emenda” a Platón. Perante unha filosofia temos sempre que perguntar o que leva à cena que antes non existisse. Se a história da filosofia fosse um teatro de marionetas, Plotino seria unha personáxe completamente nova. Antes dele tínhamos o filósofo grego (fosse académico, cínico, estoico…) e o practicante de relixións orientais (bramanismo, zoroastrismo, gnosticismo…). Mas Plotino é algo diferente, algo que está a acontecer no Exípto e na sua capital cultural, Alexandria: representa um terreno a meio caminho entre as duas figuras anteriores e que nega ambas por igual. Trata-se de unha fusón, mas era necessário talento para a levar a cabo; non bastaba “misturar”. Em Plotino, pode dizer-se que o Oriente volta à Grécia e “encaixa” nela. O que resulta daí é algo a que xá non se pode chamar exactamente “filosofia” no sentido clássico, e que, no entanto, se xulga decididamente inspirado nela; também non é ainda relixión no sentido medieval e cristán, embora contenha elementos que antecipam muito dessa concepçón do mundo.
León, neste lugar austero, nasceu Buenaventura Durruti, fruto do matrimónio de Anastasia Dumange e de Santiago Durruti. Segundo filho deste xovem casal, víu a luz no número nove da praça de Santa Ana, às dez da manhám do quatorze de Xulho de 1896. Rodeado dos seus seis irmáns baróns e de unha rapariga, José Buenaventura crescéu como um neno cheio de vida e robusto. Espanha atravessaba maus tempos. Unha grave críse tinha-se apoderado dela, críse que afectaba non só à economía, senón a todas as instituiçóns da época. Os restos do antigo império colonial tinham-se sublevado contra o despótico poder dos militares e contra o clero, forças âmbas que actuabam principalmente nas colonias. Os cubanos, impulsados por José Martí, habiam-se sublevado. Para esmagar tal insurreiçón, a rexenta María Cristina ordenóu ao seu ministro Cánovas del Castillo, que empregára a mán dura que fora necessária. O enviádo da coroa foi o xeneral Weyler; as ordens concretas que levava eram as de acabar rapidamente com a revolta. Este, non encontrou outro caminho para cumprir as ódens, que o de converter a ilha de Cuba num enorme campo de concentraçón. Ao mesmo tempo que no Caribe, os filipinos também se sublevarom contra o domínio da metrópole, particularmente contra os monxes dominicos, administradores da economía das ilhas. A repressón foi igualmente dura, chegando até ao fusilamento do patriota e poeta José Rizal. A Península non se libraba de este mal estar xeral. O campesinado andaluz, extorsionado polos terratenentes, lanzou-se a periódicas revoltas que adquirirom aspectos de verdadeira guerra social. Este mesmo clima de violencia aparecía nas concas mineiras andaluzas e asturianas. As manifestaçóns e gréves obreiras, sucediam-se quase ininterrumpidamente no País Vasco e Catalunha; a repressón gobernamental caía sem clemência; as prissóns estabam cheias de militantes obreiros e as execuçóns eram frequêntes. O ponto álxido da situaçón, tivo lugar em 1898, ano em que perderom as últimas colónias: Cuba, Filipinas e Puerto Rico. Que provocou consequentemente unha críse económica, com a desapariçón dos benefícios que aquelas aportabam pola exploraçón e o comércio. (…) “Desde a minha mais tenra idade, o primeiro que ví ó meu redor foi o sufrimento, non só da nossa família, senón também dos nossos vecinhos. Por intuiçón, eu era um rebelde. Acredito, que foi entón, que se decidíu o meu destino.”
Os historiadores referem que nesta derrota de Jena se encontra talvez a chave do nacionalismo alemán e da esixência de unificaçón, da constituiçón de um Estado que pudesse competir com a França. Para os interesses do presente trabalho, o importânte é referir que, em alguns dos espíritos que proclamavam esta necessidade, a ideia de revolta pesava menos do que a ideia de emulaçón. Tratáva-se de construir a naçón alemán, sobre as bases do ideário político liberal (obviamente, no sentido que entòn se dava ao termo) que caracterizava a naçón saída da revoluçón… Xá foi dito que na própria noite em que se efectuavam os preparativos para a confrontaçón, Hegel se esforçava por escrever as últimas páxinas da sua “Fenomenoloxia” e que, de facto, teria posto o ponto final nessas horas. Vive, sem dúvida, unha cisón interna: o seu país é derrotado e a cidade onde ensina filosofia é ocupada… Mas non por qualquer pessoa. Daí o tom exaltado da carta que Hegel escreve a Niethermayer, datada de treze de Outubro, comparábel à que revelam uns fragmentos da conversa de Goethe com Eckermann, também relativas ao imperador. Ao contrário de Goethe, Hegel nunca se encontrou com Napoleón. Diz-se que o imperador fez com que um dos seus conselheiros lhe resumisse em algunhas folhas a filosofia de Kant, e também que lha expusesse em quatro horas. Nada análogo a respeito de Hegel, o reconhecimento foi unilateral. De algunha forma, pode dizer-se que Hegel xulgava ser o único que realmente reconhecia o home histórico, via a verdade que Napoleón representaba e que escapava ao próprio protagonista, via o Absolucto como história. Tudo isso é simultaneamente grandioso, confuso e algo febril. A visón herdada de grandes hegelianos como Alexandre Kojève é, em síntese, a seguinte: nessa noite em que a “Fenomenoloxia” se encerra, o proxecto revolucionário parece também encerrar-se. Seguir-se-án, certamente, novos acontecimentos, haberá seres felizes e seres infelizes, continuarám a travar-se combates de interesses empíricos, mas o que xá non haberá é luta por um ideal, e isto simplesmente porque, depois do que a Revoluçón Francesa encarnou, xá non habería ideal social que valesse. A Batalha de Jena seria o final das batalhas com sentido, o “fim da história”. Utilizou-se tantas vezes no nosso tempo esta expressón que o leitor talvez lhe custe acreditar que xá se pudesse aplicar ao mundo que sobreviveu à Batalha de Jena. “Tantas cousas aconteceram desde entón!”, dirá o leitor. Mas, realmente, acontecerom assim tantas cousas? Depende um pouco do que se entenda por “cousas” e do que se entenda por “acontecer”.
O dia dous de Febreiro de 1926, fún visitar a Senhora Tomaza (…) e o día dezaseis, terça feira de carnaval, houbo festa na Cabadinha. Tivem ganas de bailar, e à noite quadrou chamar a Maria do Manteigueiro. A Senhora Tomaza decía que saía unha rapariga comigo, e eu non sabía quem era; até me perguntou se eu queria casar, e eu voltei a responder, que por agora nón, grácias (por cousas minhas). O dia vintioito de Febreiro de 1926, Maria do Manteigueiro veio à minha casa, por primeira vez, de noite. O vintinove, colheu-me unha ideia com ela… O dia quatorze de Março de 1926 (Domingo), pola hora da tarde, caíu a casa toda no chán, e só quedou a terceira parte de pé, para xunto da xanela, eu tinha ído a Pontareas. Uns dias antes das Angustias, Dorinda das Carbalhas, pedíu que lhe dera unha bailada. No dia onze de Abril (Segunda de Angustias)… O dia quinze, fún escreber unha carta à Carmela, e à noite acompanhou-me até à minha casa a sua filha e a criáda (Isolina da Febrabella), habia no ar inspiraçóns de amor, com a dita Maria. O desgraçado dia dezaseis, polas onze do día, cantou unha galinha de galo, identicamente, até batía as asas, talmente um galo. Eu, ví-a estar a cantar detrás da casa do Marcial (daTaberna), virada cara a Mouriscados, a galinha era da minha nai, e aquí cessou a inspiraçón. A vinte e tantos de Abril de 1926, a galinha negra de que xá fixem mençón nas páxinas anteriores, começou muito de manhám, e parecía talmente um galo novo a cantar. Mas, dando-lhe voltas ó caso, unha manhám despido de roupa a ví cantando furiosamente no quinteiro, viráda para Novás, que parecía que se metera o démo nela, cantando identicamente e batendo as asas furiosamente, que até me deu medo. O dia dez de Maio de 1926, às duas da tarde, estívem com a Sra. Tomaza. Non dixo nada, só ouvir, meditar, xulgar, observar e calar. Dixem-lhe que eu estaba doente e que non podía aproveitar-me dos benefícios que me acaecíam, e que tinha que ir ao médico… Sexa por isto, ou por que non quería que voltasse eu alá, o que aconteceu é que à noite me sentín mal. O día dezanove de Maio de 1926, reunirom-se unhas trinta e quatro pessoas, com dous arados e semêntes compradas por eles, e cultivarom-nos as veigas todas gratuitamente, à minha Senhora Madre (que se encontraba doente de um bulto no peito e dor de brazos) e a mím.
Provavelmente, durante a sua estada em Inglaterra, debe ter enchido muitos quadernos de notas para hipotécticos futuros escritos de carácter satírico, embora, certamente, os fosse redixindo ao regressar a França. A experiência inglesa non era suficiente por si só e era preciso confrontá-la de novo com a realidade francesa, xá que as “Cartas Filosóficas” non pretendem ser unha crónica da sua viaxem, mas têm como missón destacar quán absurdos e anacrónicos som muitos dos princípios imperantes na sociedade francesa do seu tempo. Sem ir mais lonxe, tal como sublinha o filósofo analítico A. J. Ayer, o grande mérito da Igrexa de Inglaterra era ter ficado subordinada ao Estado. Os seus bispos podiam sentar-se na Câmara dos Lordes, mas eram claramente ultrapassados em número polos membros seculares. Além disso, o clero anglicano formava-se em Oxford e em Cambridge, lonxe da dissolucta Londres, que só frequentavam ao chegarem a cargos nunha idade avançada, quando as paixóns se encontram mais exaustas, excepçón feita à avareza. Por acréscimo, por serem casados costumavam ser monógamos, sem terem qualquer semelhança com esse híbrido de eclesiástico e laico que era o “abbé” em França, frequentemente um sibarita devasso, que costumava prosperar utilizando intrigas femininas. As primeiras sete cartas abordam questóns relixiosas de diversas perspectivas, como, por exemplo, a pureza dos costûmes. As quatro primeiras versam sobre os quacres, a quem Voltaire eloxía non tanto polo entusiasmo mas porque a simplicidade dos seus costûmes, a sua sinceridade, pacifismo e desinteresse lhe permitem fazer referência à ausência de todas essas virtudes noutras congregaçóns eclesiásticas. Anglicanos e católicos atraem crentes interessados no seu crescimento pessoal, mostram-se igualmente intolerantes com quem non abraça a sua relixión, som vaidosos e déspotas. A mundanidade do clero francês é obxecto de sátira. Mas os presbiterianos também non ficam muito bem retratados. Se repudiam o luxo dos prelados católicos é simplesmente por non poderem usufruir dele. Presbiterianos e anglicanos repudiam-se mutuamente. Como resulta evidente, “se em Inglaterra houbesse unha única relixión, era preciso ter medo do despotismo; se houbesse duas, degolar-se-iam mutuamente; como há trinta, vivem em paz”. Lemos nas Cartas: “O único lugar de Londres onde as confissóns relixiosas podem conviver sem confronto é na Bolsa!
De todos os nossos monumentos megalíticos, ninguns como os “tumulus”, nem mais numerosos nem mais afortunados guardadores de restos pertencentes ao home e às primitivas antiguidades galegas. Encontra-se a cada paso, atopam-se com unha abundância notábel; ainda agora, e em mais de unha ocasión, tropeza o arado em breves montículos de terra que guardam as zinças do heróe, ou penetrando neles, os desfai e pôn à vista a cámara sepulcral que cobrirom durante séculos. Contando com os que desaparecerom nestes últimos anos e os que em passados tempos foram destruídos pola cobiça e indiferênça pública, poderá afirmar-se com razón que o país galego esteve um dia coberto de mâmoas. Vasto e antiquíssimo cemitério que de chegar até ao presente, nos habería de rebelar talvés o indescifrábel mistério das nossas origens! O primeiro que ponhem de manifesto tan pronto se entra no estudo destes importântes monumentos, é o seu destino funerário: non assim o de ara, por mais que venha a ser o seu natural complemento e consequência necessária. Os que o negan assím como os que non asignam ao “tumulus” o duplo emprego de sepulcro e altar, esquecem mais do debído as ideias a que rendíam culto as tribus primitivas. Ainda que controvertíbel, non é este ponto de difícil solucçón, e oxalá sucedese o mesmo na matéria da orixem e dos povos a quem se debem; mas neste caso sim que as opinións som muitas e som opostas, posto que se relacionan com o incerto e remotíssimo pasado ao qual nada será capaz de devolver a vida. O edifício que se levante sobre os breves dactos que posseemos e do que deles se desprende, non pode ter fundamentos muito sólidos. Escasseam as probas, e é de suspeitar, que non chegará (em muito tempo ao menos) no caso concreto das nossas orixes, a um conhecimento certo, a unha verdade científica inquestionábel, da qual poida partir-se confiado e à qual se poida também volver com seguridade quando queira estudar-se melhor. (…) Heis aquí porquê quando se estudam os monumentos megalíticos no tocante aos homes que os levantarom, ao destino que tivérom e ao simbolismo que encerram, tropezá-mos com as dificuldades que entranha o feito de non conhecer debidamente esses homes, esses símbolos. Tán grandes dificuldades se multiplicam até ao infinito, (…) só é evidente o destino, e o obscuro da sua orixe.
A lóxica aristotélica exerceu unha influência sem par durante mais de dous milénios, até ao ponto de Kant chegar a afirmar: “Desde tempos imemoriais a lóxica transitou por um caminho seguro, como demonstra o facto de, desde a época de Aristóteles, non se ter retrocedido um único passo (…) E, o que é ainda mais notábel, também non se conseguiu avançar um único passo, polo que a consideramos terminada e completa.” Muito tempo depois de Aristóteles, as ideias de Leibniz demonstraram que ainda se podia dar passos no caminho da lóxica; deram-se e abriu-se a via para que, a partir de meados do século XIX, se superassem totalmente as ideias aristotélicas. Mas daquela lóxica herdámos alguns desses grandes princípios que acompanharam o pensamento occidental desde a sua formulaçón. O “princípio da non contradiçón”, que indica que é impossíbel que unha proposiçón e a sua negaçón, possam ser ambas verdadeiras ao mesmo tempo e no mesmo sentido. Ainda que certa versón do mesmo se possa ler em “A República de Platón”, a fórmula mais conhecida desde princípio foi enunciada por Aristóteles na “Metafísica”, com um cunho ontolóxico: “É impossíbel que o mesmo se dê e non se dê em simultâneo e no mesmo sentido”. Outro desses princípios fundamentais da lóxica clássica enunciados por Aristóteles é o “do terceiro excluído”, que dicta que unha disxunçón formada por unha proposiçón e a sua negaçón é sempre verdadeira (o enunciado “chove ou non chove” é sempre verdadeiro). Também o “princípio da identidade”, segundo o qual toda a entidade é idêntica a si mesma (A=A), se atribui a Aristóteles, apesar de neste caso, non se poder encontrar nenhuma referência nos textos que se conservam do filósofo.
Unha noite das que permanecemos em Fort-de-France, encontrei o meu leito no hotel, tán inhabitábel ou tán habitádo, que me vestí em silêncio, ganhei a rua e a risco de perderme, puxem-me a caminho do vapor. Afirmo que há que resistir menos assaltos desde a porta Saint-Martín até à Avenida da Opera, às onze da noite nos bulevares de París ou de onze a doze na vereda do Critérium em Londres, que em aquela marcha incerta baixo unha noite obscura. As huris africanas sucediam-se unhas às outras, e em um francês impossíbel, grotesco, combidavam a passar a ponte do Sirat; basta, para non sucumbir, recordar o procedimento de Ulises e tapar, non xá os ouvídos, senón as ventas, o qual sería mais eficaz. Pululam, aparecem de todas partes, até ter que apartálas de mala maneira. Por fim, cheguei a bordo, guiádo por unha luz eléctrica, colocada sobre o ponte… Assim que subí, o oficial de guarda chamou-me e mostrou-me o quadro mais orixinal que era possíbel conceber. A pé de buque e sobre a ribeira, formigueába unha multidón confusa e negra, iluminada polas ondas do fanal eléctrico. Eram mulheres que cargábam carbón a bordo, trepando sobre unha prancha inclináda de madeira. As que vinham cargádas, depositábam o carbón e descendíam por outra tábua contígua, como essas interminábeis filas de formigas que se cruzam em silêncio. Mas aquí todas cantabam o mesmo canto dolente, áspro, de melodia entrecortada. Em terra, sentado sobre um monte de carbón, um negro velho, sobre cuxo rostro em éxtase caia um raio de luz, movia a cabeza como num deleite indecíbel, mentras batía, com ambas máns e de unha maneira vertixinosa, o tambor que oprimia entre as pernas colocadas horizontalmente. Era um redobro permanente, monótono, idêntico, a cuxo compás se trabalhaba. Aquel home; retorcía-se de prazer, insenssíbel ao cansaço, parecía louco. “Era simplesmente um empregado da companhia, pago como todos nós” –afirmou o oficial– “Fai quatro horas que está a tocar e tocará até ao amanhecer, com brevíssimos momentos de repouso”. “Quixérom suprimilo; mas quando chegou o fim do dia, a producçón baixou para metade”. “Por outra parte, vai advertí-lo”. Chamou um marinheiro, e deu-lhe unha ordem e este baixou na direcçón do negro do tambor. “Vê o movimento, o entusiásmo com que todas essas negras trabalham? Mire aquela especialmente; tem dezoito anos e passa, non só por unha das mais belas, senón das mais altivas e pendencieiras. Vexa-a mover as ancas lascivamente mentras sobe; bebeu um pouco de “cacholi”, mas o que mais as embriága é o proprio canto, ao compás do eterno retumbar.” Nisto, tudo quedou em silêncio; as negras todas se mirarom unhas a outras, os cantos começarom a morrer nos lábios, algunhas parábam, colocando o canastro em terra, sentábam-se sobre el cruzando as suas pernas, inclinabam a cabeça como perdidas nunha melancolía nostálxica. As formigas que viaxabam sobre as tábuas, estabam raras, o movimento cessaba em terra. Quando, por um dos buracos da coberta apareceu a cara suáda e enegrecída do contramêstre, quem, levantando em alto um candil, gritou com voz de tempestade: “¡Du charbon, sang-Dieu! ¡Et toi, cré nom d’un fainéant. fais done rouler tot machin!” O oficial sonríu, o tambor fíxo-se ouvir de novo e o trabalho começou a recuperar a sua animaçón anterior.