CUADRA, José de la (Guayaquil, 1903-1941). Contista, novelista e ensaista equatoriano, membro do grupo de Guayaquil. A sua melhor novela foi “Los Sangurimas” (1934), história neorrealista situada entre os violentos montuvios de Equador, aos quais também dedicou um estudo em 1937.
CUADERNOS AMERICANOS. Importânte revista publicada em México por um grupo de exiliados hispânos, como Juan Larrea e León Felipe em colaboraçón com os mexicanos: Jesús Silva Herzog e Bernardo Ortiz de Montellano, entre outros. Quando “España Peregrina”, non puido salvar as dificuldades para seguir publicando-se, os intelectuais acudirom a Silva Herzog para financiar outra revista que a vinhéra substituir. Herzog pensou um novo proxecto mais hispanoamericano. Assim, o primeiro número foi publicado em Xaneiro de 1942. Nela colaborarom Bergamín, Chumacero, Francisco Giner de los Ríos, Cardoza y Aragón, Pla y Beltrán, e outros muitos escritores.
CUADERNA VÍA. Forma métrica utilizada polos clérigos dos mosteiros de Castela que utilizabam o “mester de clerecía”. Foi substituída a princípios do século XV polo verso de arte maior. O têrmo utilizou-se no século XIII e XIV, para nomear unha estrofa de quatro versos, cada um de quatorze sílabas, divididos em dous hemistiquios de sete. Cada estrofa repete normalmente a mesma rima consonântica nos seus quatro versos: “Si estos votos fuessem lealment enviados, / estos sanctos preciosos serien nuestros pagados, / avriemos pan e vino, temporales temprados, / non seriemos com somos de tristicia menguados” (Berceo). A “cuaderna vía” ou “alejandrino” -assim chamada na estrofa segunda do “Libro de Alexandre” non é orixinária da Península, e probabelmente proceda da poesía latina da Idade Média ou da poesía francesa do século XII. A rima é aaaa, bbbb, etc…