
A História de Roma em prosa arcaica, foi escríta em grego por Q. Fabio Máximo e L. Cincio Alimento, probabelmente durante a década de 190 a. C. A sua intençón tería sido explicar e dar publicidade perante o mundo helenístico da história da sua “Pólis”, cidade relativamente obscura. Nevio e Ennio dirixiam-se a um público doméstico, em verso e com unha intençón bastânte diferênte. As fontes teóricamente accessíbeis para todos eles, eram os “annais” do Pontifex Maximus, tratados, “elogia”, arquivos e tradiçóns familiares, elóxios fúnebres, os historiadores gregos Helánico, Xerónimo de Cardia, Antígono, Timeo, Sileno, Quéreas, Sósilo, os estudos cronográficos e xeográficos de Eratóstenes e por fim, mas non em último termo, a experiência pessoal. Todos eles xogabam um papel sobre os acontecimentos que descrebiam. O grego continuaba sendo o vehículo da história ao longo do século segundo. P. Cornelio Escipión (o pai adoptivo de Escipión Emiliano). A. Postumio Albino (ao qual Polibio chamaba charlatán e de quem se mofaba, por disculpar-se antecipadamente de qualquer deficiência estilística no seu grego) e Rutilio Rufo, escreberom todos baixo esta tradiçón. Foi Catón o fundador da historiografía latina como tal com as suas “Origines”. Esta foi unha obra da sua ancianidade, iniciáda antes do 170 a. C., aos sesenta e cinco anos. O seu carácter está resumido na “Vida de Catón” de Cornelio Nepote. O libro primeiro trata dos “Aborigines gregos” de Italia, Eneas e os seus Troyanos, Lavinio, Alba, a fundaçón de Roma e os gobernos dos reis. Os libros segundo e terceiro descrebem as orixens, costûmes e carácteres das cidades e dos pobos italianos. O título “Origines” (fundaçóns) aplica-se propriamente só aos libros do primeiro ao terceiro. Probabelmente porque os libros do quarto ao séptimo, só forom publicados depois da morte de Catón. Estes eram unha obra separada, no que refére ao conteúdo e também ao método, em que Catón omitía toda a época republicana arcaica. De acordo com Nepote, os libros quarto e quinto tratabam das Guerras Púnicas e afirma que aquí e mais adiante Catón descrebe as Guerras “capitulatim” (de forma resumida) ou (por temas), non como por exemplo Tucídides ou Polibio.
E. J. KENNEY E W. V. CLAUSEN (EDS.)