
¡¡OH AMIZADE!!
Desde alá, quando queres nos sinálas,
ó xusta paz, coberta com um véu.
Por quem às vezes, se trasluce o céu,
de boas obras, que no fundo forom malas.
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Deixa o Céu. ¡¡Oh Amizade!! Non o permitas,
que o engano se vista com a sua librea,
com que destruia a intençón sincera.
Que se as tuas aparências non lhe gustan,
presto há de verse o mundo na pelea,
da discorde confusón primeira.
MANUEL CALVIÑO SOUTO
