
Catón alcançou o consulado no 195 a. C., à idade de trinta e nove anos, um logro notábel naquela época para um “nouus homo”, mas este foi só o começo para um período pleno de acontecimentos, ao qual pertence a sua carreira literária. Como cónsul lutou em Hispania; no 191 a. C. foi enviado nunha importante misón diplomática a Atenas, onde falou em latim, e destacou no exército nas Termópilas baixo as órdens de M. Acilio Glabrión, ao que depois, levou ante os tribunais. Em 189 a. C. competíu sem êxito pola censura, triunfando os aristócratas liberais e filohelenos T. Quinctio Flaminino e Marcelo: o irmán de Flaminino foi também obxecto de denuncia por parte do implacábel Catón. Flaminino, uns seis anos mais novo que Catón, tinha em comúm com el unha vehemente ambiçón, mas era muito diferente na maioria dos aspectos referentes a educaçón e temperamento. A sua carreira anterior tinha-o posto em estreito contacto com a cultura grega de Tarento e graças à habilidade militar e diplomática, assim como as suas excelentes relaçóns, alcanzou o consulado três anos antes que Catón e foi encargado da guerra contra Filipo de Macedonia, que ganhou em 197 a. C. O espírito da sua censura e da de Marcelo foi optimista e liberal. As guerras estabam acabando, e ao menos existía a expectativa de unha paz duradoura. Os exércitos e as armadas voltavam com um vasto botín e novos gostos. Roma era agora o foco diplomático da “oecumene”. Cinco anos mais tarde, non obstânte, a situaçón tinha mudado totalmente. Os Escipións tinham caído em desgraça, nunha série de xuízos que o próprio Catón había promovido. O escândalo do asunto das Bacanais, tinha sacudido a confiânça interior e um exército consular tinha-se perdido em Liguria. Catón foi elexído censor para o 184/3 a. C., num momento no que parecía que todas as facetas da vida romana, estabam suxeitas a forzas momentâneas e incontroladas que, em opinión de Catón, ameaçabam com destruir o carácter das instituiçóns romanas. A sua censura, nunca mais se esqueceu, pola sua severidade.
E. J. KENNEY E W. V. CLAUSEN (EDS.)