Arquivos diarios: 24/09/2022

ESCRITORES HISPÂNOS (FRANCISCO DE BORJA Y ARAGÓN)

BORJA Y ARAGÓN, Francisco de (1581-1658). Poeta espanhol descendente da casa real de Aragón e da família Borgia. Foi príncipe de Esquilache e virrei do Perú, onde fundou a Universidade de San Marcos em Lima. Pola sua amizade com os irmáns Argensola resistíu-se a utilizar o estilo culterano nas suas obras, excepto em “El canto de Antonio y Cleopatra”. Os seus poemas cortesanos som elegantes mas relativamente sosos. Os melhores dos seus trescentos românces “artísticos” som excelentes mostras da sua labor como poeta. Nas suas “Obras en verso” (1639, com várias reimpressóns), está incluída “La Pasión de Nuestro Señor Jesucristo” (1638), obra escrita em tercetos. Escrebeu um poema mediocre para celebrar os feitos do seu antepassado Alfonso V de Aragón: “Nápoles recuperada por el rey don Alfonso” (Zaragoza, 1651). Na sua velhice traducíu os tratados latinos atribuídos a Tomás de Kempis e publicou-nos como “Meditaciones y oraciones” (Bruxelas, 1661).

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ESCRITORES HISPÂNOS (CÉSAR BORJA)

BORJA, César (Quito, 1852-1910). Poeta, político e médico. Foi exilado a causa das suas convicçóns políticas. Quando os liberais assaltarom o poder regressou ao seu país como ministro da Educaçón. A sua melhor obra é “Flores tardías” e “Joyas ajenas” (1909), em cuxa primeira parte os temas preferidos som a infância e o amor pola natureza. Em “Joyas ajenas” tradúz versos de Baudelaire e de Hérédia, entre outros importantes poetas franceses.

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ESCRITORES HISPÂNOS (ARTURO BORJA)

BORJA, Arturo (Quito, 1892-1912). Poeta equatoriano, filho de Luis Felipe Borja, comentarista do Código civil do seu país. Borja introducíu o postmodernismo francês no Equador. Postumamente foi publicado o seu libro “La flauta de ónix” (1920), com vintisete poemas e três homenaxens dos seus amigos.

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