
A QCD também alberga unha propriedade denominada “liberdade asintótica”, à qual também nos referimos, sem chamá-la polo seu nome, anteriormente. A “liberdade asintótica” significa que as forças fortes entre quarks som pequenas quando os quarks están muito próximos entre sí, mas aumentam se os separamos, como se estiveram unidos por um elástico. A “liberdade asintótica” explica por quê na natureza non vemos quarks ailhados e fomos incapaces de produzí-los em laboratorio. Pesse a isto, e ainda que non poidámos observar os quarks individuais aceitamos o modelo porque explica muito bem o comportamento dos protóns, neutróns e outras partículas de matéria.
Trás unificar as forças electromagnética e débil, os físicos, na década de 1970, buscarom unha maneira de incorporar a força forte à referida teoría. Existem um certo número de “teorías de grande unificaçón (GUT, Grand Unified Theories) que xuntem a força forte com a força débil e o electromagnetismo, mas a maioría delas, predicem que os protóns, que constituiem o material de que estamos formados, deberíam decair em promédio trás uns IO elevados à 32 potência anos. Essa vida média é muito larga, dado que o universo tán só tem uns IO elevados à IO potência anos. Mas em física quântica, quando afirmamos que a vida média de unha partícula é de uns IO elevados à 32 potência anos, non queremos dizer que a maioría das partículas durem aproximadamente isto, algunhas um pouco mais ou menos, senón que queremos dizer que cada ano unha partícula tem unha probabilidade de I sobre IO elevado à potência de 32 de desintegrar-se. Em consequência, se observamos durante uns poucos de anos um tanque que contenha IO elevado à potência de 32 protóns, deberíamos ver desintegrar-se algúns deles. Non sería demasiado difícil construir um tanque assím, xá que poderíam estar contídos nunhas mil toneladas de àgua. Os científicos tenhem levado a cabo tais experiências, mas resulta que detectar essas desintegraçóns e diferência-las de outros sucesos provocados polos raios cósmicos que continuamente chovem sobre nós, non é taréfa fácil. Para minimizar o ruído, as experiências realizam-se a grandes profundidades, em lugares como a mina da Companhia de Kamioka de Minas e Fundiçón a uns mil metros de profundidade, debaixo de unha montanha no Xapón, que fica bastante protexida dos raios cósmicos. Como resultado das observaçóns feitas em 2009, os investigadores concluírom que se realmente os protóns se desintegram, a sua vida média sería maior do que uns IO elevados à potência de 34 anos, o qual seríam malas notícias para as “teorías de grande unificaçón”.
STEPHEN HAWKING E LEONARD MLODINOW













