
CECILIO ESTACIO
Cecilio (morto em 168 a. C.) dominou o teatro cómico entre as épocas de Plauto e Terencio. Os seus primeiros esforços, talvez por volta do ano 190 a. C., forom fracasos, mas o êxito veio a través do apoio e persistencia de L. Ambivio Turpio, que recorda isto orgulhosamente quando fala em nome da “Hecyra” de Terencio. Cecilio foi também amigo de Ennio e estes dous autores forom os primeiros em beneficiar-se dos trabalhos dos críticos literários: non habia dúvida sobre o número e a autenticidade das suas produçóns. Os escritores mais antigos, especialmente Plauto, forom menos afortunados. Os guións de Cecilio e Ennio encontrarom logo um lugar dentro do programa da escola. Cicerón da por sentado que os seus xurados e ouvintes os tinham lído e ademais viram-nos em escena. Volcacio Sedígito (por volta do 100 a. C.) consideraba a Cecilio como o escritor mais divertido; non obstânte, é eloxiádo também pola sua “gravitas”, a sua seriedade moral, o seu poder de emoçón e a sua qualidade dos argumentos. Cicerón critíca o seu latim. Gelio compara várias pasaxes do seu “Plocium”com as correspondentes pasaxes de Menandro num trabalho importante e cuidadosamente elaborado, em grande parte com desventaxem para Cecilio. Os fragmentos som demasiado curtos para permitir-nos reconhecer e menos ainda conciliar os diferentes pontos polos quais se eloxía a Cecilio. De feito non som característicos dos fragmentos de “Plocium”. Estes som totalmente plautinos. Um monólogo de Menandro converteu-se num “canticum” de farsa, mentras que Gelio cita outros intercambios que forom vulgarizados com gráças que recordam o tôm da “Asinaria” de Plauto. Por desgraça non temos meio de conhecer se o “Plocium” era unha obra temperán ou tardía, ou se é representativa, ou se o estilo de Cecilio evolucionou a través dos anos e em que direçóns o fixo. Non obstânte, e com toda a precauçón debida, pode-se apuntar um número de rasgos da sua obra tomada como conxunto que suxére unha posiçón intermédia entre Plauto e Terencio, non somente no tempo senón também na técnica. Ao menos um terço da sua produçón – probabelmente mais de cinquênta obras em vinticinco anos aproximadamente – representa a Menandro. Os títulos das suas obras figuram mais facilmente dentro de categorías bem definidas da “Comedia Nova”, que nas de Nevio ou Turpilio. A maioría conservou simplesmente o título grego, ou latinizado sem mais. Terencio, Turpilio e outros seguem este exemplo. Estéticamente, xá é um câmbio significativo, xá que implica a identidade das obras latinas e o seu modelo, e invita a comparaçóns de toda classe feitas por Gelio de unha maneira que Plauto evita. O escravo parece ter sido despoxádo do proeminente “status” que Plauto e Nevio lhe conceden. Ningunha das obras recebe o seu nome por el Cecilio acabou, pois, com a liberdade de Plauto para dar nome as suas personáxes, e ao parecer mantívo-se exclusivamente dentro do repertório principal de nomes da “Comédia Nova”. Mentras que na maioría dos aspectos, como por exemplo a formaçón de palabras e a articulaçón do verso, Cecilio é como os seus predecesores, favorece significativamente a cadência de verso… com mais frequência do que eles o fán. Nestes aspectos anticipa rasgos de Terencio. Este omite o nome de Cecilio quando apela ó exemplo de outros para defender a sua própria interferência com a estructura dramática de um modelo, mas sería arriscado armonizar isto com o elóxio de Varrón dos argumentos de Cecilio ou o papel recortado do escrávo, para deducir que Cecilio se manteve muito perto dos seus modelos. Para xulgar polos fragmentos em xeral, inclúso o Cecilio tardio pode ter contribuido pouco para a revoluçón no estilo representado pola “Andria” de Terencio, que, de acordo com unha duvidosa tradiçón, foi lída e aceitada polo velho Cecílio. Esta revoluçón foi ineficaz. O velho estilo exuberante representado por Cecilio foi polo menos tán influênte como o de Terencio na obra de Sexto Turpilio. o último escritor importante de “palliatae” e nas “togatae” de Afranio. E este estilo exuberante seguíu sendo o único favorecido nos mimos escritos e nas “farsas atelanas” do século primeiro antes de Cristo.
E. J. KENNEY E W. V. CLAUSEN (EDS.)