VECINHOS DE GUILLADE VIXIAN A TALA ILEGAL DE PINHEIROS NO MONTE COMUNAL
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Os vecinhos da aldeia de Guillade, e a Comunidade de Montes Vecinhais em Man Comun, vixian atentamente desde onte unha das suas propriedades conhecidas com o nome de “Monte Albelle”, xá que foi onte quando descobriron a tala ilegal de 15 a 20 pinheiros com destino á venda de madeira, mentras que outros tantos permanecen marcados com o obxectivo de ser cortados. Ó parecer, este saqueo, debe-se a um acordo subscrito entre o Concelho e dous vecinhos do lugar e, que se venden para fins lucrativos dos referidos.
ANGELA PEREIRA (GUILLADE ANO 1992)
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Entre os anos 1977/1980, o Concello de Pontareas vendeu, baixo determinadas condiçóns, 20.000 metros quadrados de terreno do Monte Comunal “Albelle” a dous vecinhos da aldeia. Desta negociaçón, Felís Sebastián – presidente da Comunidade de Montes Vecinhais em Man Comum- dí que ningúm vecinho tivo conhecimento dela. “Saíu no Boletín Oficial e no tabuleiro de anúncios do Concelho, mas quando nos demos conta, o negócio estava feito”, sinalou. Nesta venda non se incluían as árbores, que continúan pertencendo aos habitantes de Guillade, polo que a devandita corta é ilegal. Ante esta situaçón delictiva por parte dos proprietários do terreno, os vecinhos retiraron a madeira num camión, e a guardaron em lugar seguro, até que o negócio se aclare. A pretensón da Comunidade de Montes, e dos vecinhos, é recuperar os 20.000 m de terreno, basândo-se em que non foron cumpridas as condiçóns estipuladas no contracto de venda. Que era a de empregar cinquenta operários, no galpón que este recinto possee. A Comunidade de Montes Vecinhais, tem previsto demandar os proprietários deste solar por apropriaçón ilegal das referidas árbores. Segundo informou o Felís, a fábrica que sopostamente recolheria a madeira, non está implicada no furto” posto que ó conhecer os factos, e a problemática com os vecinhos suspendeu o negócio. Ante esta actitude, os proprietários decidiron talar por sua conta os pinheiros e levá-los eles mesmos á fábrica”, cousa que resultou impossível, xá que os vecinhos retiraron a madeira do monte.
xosé da casquilla (guillade-1992)
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