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Estava eu, com a porcaria da televisón acesa, quando de repente, no segundo canal da espanhola, começou um novo programa sobre os “Celtas”. Cousa muito rara! Pois segundo os entendidos na matéria, a civilizaçón Celta vêm sofrendo unha ocultaçón, que se prolonga por milénios, e que começou pelo assassinato dos Druídas por parte dos romanos e tamém de Carlos Magno. Como se as crenças igualitárias e o seu modelo de organizaçón social, representaram unha ameaça para as civilizaçóns modernas. Nas massácres dos Príncipes e Druídas, buscava-se, borrar radicalmente a insolència de uns e a prestixiosa sabiduria dos outros. Non eran compatíveis com um mundo de vassalhos, nem com os grandes impérios megalómanos, non obstânte, penso que non conseguiron eleminá-los de todo. Prova disso, é o nosso Druída de Guillade, e tamém todos aqueles que seguem aparecendo das tumbas. Sendo o nosso Prisciliano, a maior de todas estas reminiscências, e que apesar de ter acabado igualmente de forma tan tráxica, marcou fundamentalmente o carácter Galaico durante séculos. Mas, retornando ao nosso tempo e ao espectáculo televisivo, esta série sobre os Celtas, mostrou unha mâmoa descoberta há pouco em França, em cuxa câmara funerária estava sepultado debaixo do seu escudo, um personaxe importânte, que ademais do seu torques e braceletes de ouro bellissimos, tinha um altaneiro gorro de duas puntas, igualinho áquel que usan os nossos gaiteiros.
léria cultural
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