DÍEZ-BARROSO, Víctor Manuel (México, 1890-1936). Autor e crítico teatral. A sua primeira obra, “Las pasiones mandan” (1925), é convencional tanto em tema como em tratamento, mas, “Véncete a ti mismo” (1926), escenificada por primeira vez em 1925, mostra a influênça das ideias de Freud sobre o subconsciênte e também deixa vêr a técnica de Pirandello. Em 1926 estreou “Una lágrima y Una farsa”. A éstas seguirom “La muñeca rota” (1927) e em “El Riego” (1929). A sua melhor obra foi “El y su cuerpo” (estreáda e publicada em 1934), na qual narra a história de um piloto aviador que fínxe haber morto num accidente. Conta depois à sua nái e ao seu amigo, que o fíxo por cobardía e que quedou muito impressionado polas mostras de respeito e dôr dos seus concidadáns no funeral. Como non pode sofrer a vergonha de ser descoberto, suicida-se. A obra está baseáda num feito real sucedido em México. As suas peças curtas están reunídas em “Siete obras en un acto” (1935).
DIESTE, Rafael (Rianxo, Corunha, 1899-1981). Contista, autor teatral e ensaista, dono de unha prosa cuidada e a miúdo fermosa. Xornalista professional, passou muitos anos como colaborador do “El Pueblo Gallego”. De tendências radicais, foi director do teatro das “Misiones Pedagógicas” durante a República. Exiliou-se depois do golpe de estado franquista em París, Buenos Aires, Cambridge e Nuevo León, México. As suas melhores narraçóns están reunidas em “Historias e invenciones de Félix Muriel” (Buenos Aires, 1943; 1974) e os seus ensaios em “La vieja piel del mundo” (1936), “Luchas con el desconfiado” (Buenos Aires, 1948), “Nuevo tratado del paralelismo” (Buenos Aires, 1955) e “Pequeña clave ortográfica” (Buenos Aires, 1959). A principios dos anos sessenta, Dieste voltou à sua Galiza natal. A sua melhor obra teatral é “A fiestra valdeira”, escrita em galego no 1926 e publicada por primeira vez no ano seguínte. Obra simbolista de grande interesse, trata do regresso de Miguel a Galiza depois de ter feito fortuna no Brasil. Um retrato recente pintado por um xovem artista mostra-o no âmbiente da sua vida na América: rodeado de marinheiros no cais. A sua mulher e a sua filha, que som consciêntes da sua nova situaçón económica esíxem que ese fundo sexa modificádo. Os habitantes do lugar, suxérem comprar o quadro tal como está, mas, Miguel néga-se a vender unha obra que el mesmo encargou. E, corta o fundo do quadro, no qual se vê o mar e leva o pequeno pedázo. Ó final a mulher e a filha logran recuperar o fragmento que faltava.
DIÉGUEZ OLABERRI, Juan (Guatemala, 1813-1882). Poeta. Adbogado de tendências liberais, foi perseguido por isso, até à ascensón ao poder do seu partido, depois da morte do dictador Rafael Carrera (1838-1865). Nomeádo professor de xurisprudência na Universidade de Guatemala. As suas “Poesías líricas” (1893) forom reedictadas com outro título “Poesías” em 1957. O melhor poema do libro é unha elexía dedicada a André Chénier chamada “El cisne”.
DIEGO PADRÓ, José I. de (Vega, 1896). Escritor portorriquenho que viaxou por Espanha, França e Estados Unidos durante a sua xuventude e que se alistou em 1917 no exército estadounidense para lutar em Europa. “La última lámpara de los dioses” (1920; 2ª ed., 1950) é um texto poético post-modernista em que se tratam temas pagáns. A sua novela “En Babia: el manuscrito de un braquicéfalo” (1940) está âmbientada nos bairros pobres de Nova York: Harlem e o Bowery, entre outros; o herói é um intelectual e a protagonista é unha pervertida com tendências masoquistas. A novela enlaza com a tradiçón naturalista portorriqueña exemplificada por Alejandro Tapia e Manuel Zeno-Gandía. Em 1921, Diego e Luis Palés Matos fundarom o fugaz movimento “diepalismo” (nome derivado das letras iniciais dos seus apelhidos), no qual se defendía o uso da “onomatopeia” como linguáxe poético. Na sua obra posterior nota-se a influênça dos primeiros simbolistas franceses, que a sua vez abrirom o caminho à influênça de Whitman em alguns dos seus poemas. Resulta interesante mencionar que Diego denunciou o xovem movimento afroantilhano (em 1932) como carente de equilibrio mental e de ser um intento mórbido de orixinalidade.
DIEGO DE ESTELLA, Fray (Estella, Navarra, 1524-1578). Escritor místico da Orden de San Francisco. Estudou em Toulouse e Salamanca e o seu nome foi Diego Ballesteros y Cruzas. Viveu durante muitos anos em Portugal, onde chegou a ser confesor do Cardeal Granvelle (1517-1586) e conselheiro de Ruy Gómez da Silva; depois da morte deste último regressou ao seu povo natal, onde escrebeu a obra mística em prosa que lhe deu renôme igual ao de fray Juan de los Ángeles e san Pedro de Alcântara. As suas obras som basicamente doutrinais e tenhem escaso valor literário, sendo representativas da sua época em estilo devoto: “Tratado de la vida, loores y excelencias del glorioso apóstol y bienaventurado evangelista san Juan” (Lisboa, 1554; 2ª ed., Valencia, 1595); “Libro de la vanidad del mundo” (Toledo, 1562), reescripto e dividido em três partes (Salamanca, 1574, 3 volûmes); “In sacrosanctum Iesu Chisti domini nostri Evangelium secundum Lucam enarrationum” (Salamanca, 1575); “Meditaciones devotísimas del amor de Dios” (Salamanca, 1576); ed. Ricardo León, 1920), que é o libro mais interessante de Fray Diego. Nele examina o significado do “amor de Dios” e mostra um sentido autênticamente franciscano de amor para com a natureza. Finalmente, escrebeu “Modus concionandi: et explanatio in Psalm. CXXXVI super flumina Babylonis” (Salamanca, 1576; ed. P. Sagués Azcona, 1951, dous volûmes).
DIEGO CENDOYA, Gerardo (Santander, 1896). Poeta, antólogo e musicólogo. Estudou com os Xesuítas em Deusto, e em Madrid e Salamanca. Foi professor de literatura em Soria, Gijón, Santander e Madrid. Foi também professor de música. Entre as suas antoloxías podemos citar “Antología poética en honor de Góngora desde Lope de Vega a Rubén Darío y Poesía española contemporánea” (1932; 2ª ed. (1901-1934), 1949). Participou nos movimentos “ultraístas” e “creacionistas”. É poeta de varios estilos que fundou duas revistas para reflexar os seus pontos de vista católicos: “Carmen”, para os poemas cultos, e “Lola”, para a poesía de tipo popular. “Iniciales” (1918) é um libro de poesía rexional e intimista. “El romancero de la novia” (1920; reescripto em 1944) é unha colecçón xuvenil excessivamente indulxente no que respeita ao seu sentimentalismo. “Imagen” (1922) é unha obra “creacionista”, seguindo a moda imposta por Huidobro; “Soria” (ed. lim., Valladolid, 1923; 2ª ed., Santander, 1948) contém sonetos com temas espanhois; “Manual de espumas” (1924; 2ª ed., 1941) reflexa novamente a sua preocupaçón polo uso de técnicas experimentais, mentras que em “Versos humanos” (1925) volta para os temas tradicionais e às suas formas poéticas. Com este libro ganhou o Premio Nacional de Literatura, compartído com Rafael Alberti e o seu “Marinero en tierra” aquel ano. Os seus libros posteriores continuam expostos às modas literárias: “La sorpresa” (1944), “La luna en el desierto” (1949), “Limbo” (Las Palmas, 1951), “Biografía incompleta” (1953). Também é autor de “Viacrucis” (Santander, 1931); “Fábula de Equis y Zeda” (México, 1932), de estilo gongorino; “Poemas adrede” (México,1932; 1943); “Ángeles de Compostela” (1940; 1961), de tema relixioso; “Alondra de verdad” (1941); “Amazona” (1955; 2ª ed.,1956); “Égloga de Antonio Bienvenida” (Santander, 1956); “Paisaxe con figuras” (Palma, 1956); “Canciones a Violante” (1959); “La suerte o la muerte” (1963), sobre tauromaquia; “El Jándalo” (1964); “Poesía amorosa” (1965); “El cordobés dilucidado” (1966); “Vuelta del peregrino” (1967); “La fundación del querer” (1970); e “Poemas mayores” (1980).
DIEGO, José de (Aguadilla, 1868-1918). Poeta e político portorriquenho. Seguía estudos em Espanha, quando foi encarcerado por ser simpatizante da República. Estando em Barcelona em 1887, escrebeu o seu primeiro libro de ensaios, “Jovillos” (Barcelona, 1904), que seguem a linha patriótica de R. E. Betances e E. M. de Hostos. “Los grandes infames” (1885) é unha colecçón de vintiséis sonetos. “Sor Ana” (1887) é um poema longo em tôm irreverente. Também como poeta publicou “Pomarrosas” (Barcelona, 1904) e o libro, patriótico e um tanto hinchado de estilo, “Cantos de rebeldía” (1916). “Cantos de pitirre” (Palma de Mallorca, 1950) publicados muitos anos depois da sua morte.
DIEGO, Eliseo (La Habana, 1920). Poeta e contista cubano cuxas primeiras criaçóns se publicarom na importante revista “Orígenes”, fundada em 1944 por José Lezama Lima e José Rodríguez Feo. Diego viaxou por toda Europa e Estados Unidos. Sentiu-se atraído pola literatura anglosajona e foi identificado com círculos literários prerrevolucionários como os que integram Eugenio Florit e Mariano Brull. O seu compromiso é mais poético e literário que patriótico. “En la calzada de Jesús del Monte” (1949) é unha das suas melhores obras poéticas, ainda que colheitou igual êxito com os seus contos, especialmente com “Divertimentos” (1946).
DICKMANN, Max (Buenos Aires, 1902). Xornalista, novelista e traductor que pertenceu ao grupo “Boedo”, comprometido com a reforma social. Entre os seus temas está o problema da inmigraçón, a integraçón dos xudeos, a pobreza e a inxustiça. Xunto com Leónidas Barletta e Lorenzo Stanchina é o grande mêstre da “novela proletária” do seu país. Escrebeu o libro de contos “Europa” (1930), que foi seguido pola sua novela mais conhecida, “Madre América” (1935), escrita num tôm épico que recorda ao de John Dos Passos, ao qual traduzíu para castelán. San Itatí, cidade que reflexa a realidade hispânoamericana como um microcosmos, está situada no delta do Paraná. As personáxes som representativas: Gabriel, fatalista; Perfecto, idealista; e Faustina, unha anciana bruxa. A linguáxe resulta áxil e vivída, mas, Dickmann passa a miúdo do épico para o banal. “Gente” (1936) contrapón o ascênso dos novos ricos como Óscar Lunel com a decadência da velha aristocrácia exemplificáda por Julia Rocamara. “Los frutos amargos” (1941), transcorre em Rosario, onde Ana Allison, filha de páis ingleses, contrai matrimónio com Walter Phelps. Rosario é unha cidade com unha grande quantidade de inmigrantes, na qual os ingleses tenhem maiores dificuldades de adaptaçón que outros grupos, assím que a obra coloca todos os ingredientes para que exista um conflícto entre Walter, que é antiarxentino, e Ana, que trata de integrar-se no seu novo país. “Esta generación perdida” (1945) reflexa a preocupaçón do autor pola Arxentina de postguerra. O herói Francisco San Millán, sacrifica a sua ex-amante Flora para lograr os seus próprios fins. “El motín de los ilusos” (1949) trata de unha revoluçón, mas, a personáxe do “revolucionário” carece de definiçón e, em xeral, à novela falta-lhe convicçón. Outras obras som: “Los habitantes de la noche” (1952), “El dinero no cree en Dios” (1958), e “Los atrapados” (1962). A sua obra non mereceu muita atençón por parte da crítica.
DICENTA BENEDICTO, Joaquín (Calatayud, 1863-1917). Novelista e autor teatral de tendências liberais. Ao princípio da sua carreira escrebeu melodramas em versos post-românticos, seguindo a linha de Echegaray: “El suicidio de Werther” (1887), “La honra y la vida” (1888) e “La mejor ley” (1889). O seu drama em prosa “Luciano” (1894) foi seguido por “Juan José” (1906), estreádo em 1895. É um drama que narra o amor que sente a personáxe central por Rosa, que non lhe corresponde, mas, que desexa unha vida cómoda e confortábel. Juan José é um humilde trabalhador e rouba para poder dar a Rosa os seus desexos, mas, é colhido e encarcerado. Rosa vai viver com o seu rival, Paco. Juan José escapa da gaiola, mata o tal Paco e estrângula Rosa, que intentaba pedir socorro. Um amigo aconselha-o fuxir, mas el decíde quedar-se e afrontar o castigo, xá que a vida sem Rosa carece de sentido para ele. Apesar de ser ateo, Dicenta respeitaba a sensibilidade relixiosa. As suas obras teatrais estabam cheias desse socialismo liberal que Donoso Cortés atacaba. Considerado como o fundador do drama social espanhol, Dicenta resulta mais interesante nos dramas éticos. Non obstânte, a pesar de que os problemas éticos e morais o preocupabam mais que os da pobreza, el foi o primeiro que os meteu na escena espanhola, com peso e riqueza de matices e non como mero fundo para as escenas ou como ideias abstráctas. “El señor feudal”, estreáda em 1896, é mais representativa que “Juan José”. Unha moza campesina é deshonrada por um home de clásse média, o tío Roque, e é vingada polo seu irmán. Roque é o capataz dum fazendeiro andaluz e dota o seu filho Carlos, do qual espera que case com a neta do marquês de Atienza. Tío Juan é a personáxe simpática, cuxo filho Jaime é o prototipo do “home novo”, convencido das ventáxas do progresso e home de cidade. Mas, Jaime alberga certas características de Peribáñez e Pedro Crespo. O marquês prohíbe à sua neta o matrimónio com Carlos, non por razóns de clásse, senón por razóns morais. O terceiro drama social de Dicenta, “Daniel” (1906), que transcorre num poboádo mineiro, resulta menos convincente que os anteriores. Dicenta escrebeu também sainetes e zarzuelas, entre os que podemos mencionar: “El duque de Gandía” (1894), “Curro Vargas” (1898) e “La cortijera” (1899). “El crimen de ayer” (1904) mostra a um artista em decadência, o mesmo que o melodrama. “El lobo” (1913), que trata de um convicto que é redimido polo amor. A obra autobiográfica “Sobrevivirse” mostra a um artista que perde o favor do público, as ofertas de trabalho e ao final dá-se conta que non voltará a ser tído em conta, polo qual se suicida. As novelas de Dicenta, hoxe xá pouco lídas som: “Galerna” (1911), “Los bárbaros” (1912), “Encarnación” (1913), “De la vida que pasa” (1914), “Mi Venus” (1915) e “Paraíso perdido” (1917). Em “Novelas” (París, 1913) forom publicadas “El idilio de Pedrín”, “Idos y muertos”, “Infanticida” e “Sol de invierno”.
DICENTA, Joaquín (Madrid, 1893). Filho do importânte autor teatral Joaquín Dicenta Benedicto. Autor teatral também, tivo êxito com obras em verso como “Leonor de Aquitania” e “Son mis amores reales, publicados con Plumas en el viento en Obras dramáticas” (1933). Com Antonio Paso escrebeu “Un pasatiempo bufo-lírico-bailable en un acto” y “Los cuernos del diablo” (1927). Publicou também dous libros de poemas: “El libro de mis quimeras” (1912) e “Lisonjas y lamentaciones” (1913) com prólogo de Pérez Galdós. Escrebeu também a triloxía dramática “Hernán Cortés”.
DÍAZ TANCO, Vasco (Fregenal de la Sierra, Extremadura, 1490?-1573?). Autor teatral e poeta. Viaxou por Portugal, Italia, França e Turquía e foi probabelmente cautivo dos mouros antes de 1547, ano da publicaçón do libro entitulado “Palinodia de la nefanda y fiera nación de los turcos y de su engañoso arte y cruel modo de guerrear” (Ourense, 1547). Baseou o seu libro nos “Commentari delle cose dei turchi” (Venecia, 1541) de Paolo Giovio (1483-1552). Foi um autor muito prolífico, xá que no prólogo ao seu “Jardín del alma cristiana” (Valladolid, 1552) menciona ser autor de mais de quarenta e oito obras, algunhas das quais eram compilaçóns e outras, traduçóns. Perto de trinta destas obras perderom-se, mas “Los veinte triunfos” (c. 1530; ed. Rodríguez Moñino, 1945), história em verso de vinte importantes barcos espanhois, sobrevivéu e chegou até nós. O seu estilo latinizado recorda o de Juan de Mena.
DÍAZ SÁNCHEZ, Ramón (Puerto Cabello, 1903-1968). Româncista e contista venezolano. Foi xornalista e colaborador de “Ahora” (1936-1937), xefe de publicaçóns do Ministerio de Agricultura e director da Editorial Nacional de 1942 a 1944. Na sua primeira novela, “Mene” (1936), usou a técnica documental para narrar a história de um povoádo que se converte vertixinosamente nunha próspera cidade pola chegada de unha companhía petrolera. Em “Cumboto” (1950) mostrou os problemas do mestiçáxe e das relaçóns entre brancos e negros nunha facenda cocoteira perto de Puerto Cabello, poboádo natal do escritor. O narrador é o negro Natividad, que conta a sua própria história e a de Federico Zeus, um branco, ao mesmo tempo que narra também a da mulata adolescente Pascua e a doutros personáxes. A fantasía entreláza-se com os feitos, o terror mistura-se com a piedade e o passado com o presente. As suas novelas posteriores resultam menos impresionantes: “Casandra” (1958) trata de unha pobre mulher que enlouqueceu e que alberga habilidades para predizer o futuro. Em essência a novela ataca o materialismo, mas fracasa ao non converter em herói ao personáxe José Uberto, que aparece como plano e carente de vida. Em “Borburata” (1961), unha família antanho poderosa abandona a cidade para tomar conta de unha prantaçón de cacao. Também publicou dous libros de contos: “Caminos del amanecer” (1942) e “La Virgen no tiene cara” (1946). E duas excelentes biografías: “Guzmán, elipse de una ambición de poder” (1951), que é um extraordinário panorama da história do século XIX, centrado nas figuras de Antonio Leocadio Guzmán e do seu filho Antonio Guzmán Blanco, e “El Caraqueño” (1967), sobre Simón Bolívar. Como historiador da literatura, escrebeu “Teresa de la Parra: clave para unha interpretación” (1954) e “Paisaje histórico de la literatura venezolana” (México, 1965), entre outras obras.
DÍAZ RODRÍGUEZ, Jesús (La Habana, 1942). Contista e ensaista cubano, professor de materialismo dialéctico na Universidade de La Habana. O seu libro “Los años duros” ganhou o Premio Casa de las Américas, em 1966.
DÍAZ RODRÍGUEZ, Manuel (1868-1927). Româncista venezolano influído por Bécquer e Rodó. Os seus românces sociosatíricos apresentam unha intelixente descripçón das personáxes e narraçóns de viáxes, mas, carecem de um diálogo adequado. As suas obras som: “Sensaciones de viaje (París, 1896), “De mis romerías” (Caracas, 1898), “Sangre patricia” (Caracas, 1902) e a novela autobiográfica “Ídolos rotos” (París, 1901).