
No primeiro goberno de Lenine, Dzugashvili foi unha figura secundária. Non só Lenine e Trotsky eram muito mais conhecidos do que ele entre a populaçón, como também outros bolcheviques como Grigory Zinoviev, Lev Kamenev e Nikolai Bukharin. Alem disso, as competências do seu comissariádo non eram vistas como as mais importântes. Foi também um dos sete membros do primeiro Bureau Político do Comité Central do Partido Comunista, o “Politburo”, que acabaría sendo o núcleo do poder soviético nos anos vindeiros. A funçón de Dzugashvili era conquistar as minorías russas, convencendo-as que a República Socialista Federativa Soviética da Russia (RSFSR) garantía o direito à autodeterminaçón, e respeitaba os direitos nacionais e linguísticos. Había primeiramente que afrontar dous grandes problemas, acabar com o envolvimento da Russia na Primeira Guerra Mundial, de unha maneira non humilhante e acabar com as insurreiçóns crescentes que acabaríam por dexenerar nunha guerra civil, e com a independência de territórios como a Finlândia, a Polónia e os Estados Bálticos. Com respeito à guerra, alguns membros do governo e do Comité Central, com Trotsky à cabeça, defendíam a continuaçón na guerra, na esperança de que unha revoluçón comunista rebentásse na Alemanha. Dzugashvili duvidába que o movimento operário europeu pudesse estender-se a outros países. “A posiçón do camarada Trotsky, non é posiçón algunha. Non há movimentos revolucionários no Occidente, os factos non existem, serám meras possilidades. E nón podemos axir com base no meramente possíbel. Se os alemáns lançaram um ataque, isso fortalecería a contrarrevoluçón na Russia…” Efectivamente, a ofensiva alemán prevista por Dzugashvili aconteceu, em Febreiro, quando a Alemanha ultrapassou as linhas defensivas russas nos Estados Bálticos, na Bielorrússia e na Ucrânia, chegando mesmo a ameaçar Petrogrado, e obrigou o governo a mudar-se para Moscovo, a antiga capital. A derrota das forças revolucionárias, levou Lenine e outros dirixentes a decidirem assinar a humilhante paz de Brest-Litovsk (Março de 1918), foi a única forma de salvar a revoluçón. Com este tratado, a Rússia renunciou à Finlândia, aos Estados Bálticos, à Ucrânia, à Bielorrússia, à Polónia, à Bessarábia (actual Moldávia) e a Kars, unha rexión no sudeste da Geórxia, que pertence actualmente à Turquía. Dzugashvili apoiou Lenine nesta difícil decisón mas, mais unha vez, mostrou, como noutras ocasións, que tinha cabeça fría. Quando os alemáns em Maio de 1918, ultrapassarom a linha demarcada e acordada, Dzugashvili propuxo o reinício das hostilidades ao “Sovnarkom”, que rexeitou a sua proposta. A paz em troca de territórios impedíu o colapso da xovem RSFSR, mas a raiva que provocou nos sectores mais nacionalistas da populaçón também reforçou a oposiçón contrarrevolucionária armada. Os confrontos entre o novo governo e vários grupos contrarrevolucionários intensificávam-se, desde a tomada do poder polos bolcheviques. Estes bandos contrarrevolucionários, mais tarde unificárom-se baixo o nome de “Exército Branco”. Em 1918, os confrontos escalarom para unha guerra civil, selvaxem e impiedosa. Na Primavera de 1918, Dzugashvili foi encargado de assegurar a linha de abastecimento alimentar desde o norte do Cáucaso até Moscovo, unha tarefa muito mais importânte do que parecía a primeira vista, unha vez que a interrupçón de alimentos a Moscovo e a outras cidades do Norte sería catastrófica para os soldados. Dzugashvili chegou a Tsaritsin (futura Estalinegrado, e na actualidade Volgogrado). A relevância desta cidade estaba na sua posiçón central, que a tornaba fulcrál para o transporte ferroviário e fluvial (Volga), que as tropas “Brancas” procuravam isolar do resto do mundo. Mal chegou, reclamou para sí o mando, como Comissário do Pobo e membro do Comité Central, sobre os dirixentes bolcheviques e os comandantes militares da rexión.
LÉRIA CULTURAL