
Unha vez recorridas as linhas xerais daquel movimento obreiro no país, podemos passar a ver a maneira particular que revestíu em León. A greve foi tán unánime como tinha sído no resto de Espanha e movilizóu a xuventude mais rebelde, entre cuxos componentes destacaba Buenaventura. Este punhado de xóvens, trás participar activamente no movimento, e unha vez finalizada a greve, xuntou-se à luta dos mineiros asturianos que, como xá vimos anteriormente, prolongou-se oito dias mais, impedindo o funcionamento dos comboios naquel lugar. Muitos trabalhadores, tomando o exemplo dos xovens, colaborarom com eles nos actos de sabotaxem; incendiando locomotoras, levantarom os rieles e prendendo fogo ao depósito de máquinas. Os dirixentes socialistas de León, quando conhecerom o carácter que tomabam os acontecimentos, e comprobárom que a acçón obreira escapaba ao seu control, anularom rapidamente a ordem de greve, non sem deixar de condenar públicamente estes feitos, como algo alheio à clásse obreira. De feito, a brigada de sabotáxem, quedou desta maneira desautorizada e ailháda frente à repressón da polícia. Durante os dias em que forom levadas a cabo acçóns de sabotáxe, os choques com a Guarda Civil eram frequentes; mais de unha vez a forza pública era recebida à pedrada, a falta de outros proxectís, por parte dos piquetes de greve à porta dos talheres ferroviários. Nestas acçóns non só eram os xovens quem se movimentaba, como também unha boa parte dos obreiros, que non entendiam a ordem de volta ao trabalho, sabendo que nas Asturias os grevistas eram ametralhados nas ruas. Pouco a pouco estas actividades forom perdendo intensidade. Os talheres começarom a funcionar, mas as sabotáxes nas vias continuarom, e a cousa non quedou completamente normalizada, até que se soubo do fim da resistência asturiana. Com a normalizaçón veio a repressón laboral. A Companhia Ferroviária, fixo saber, que despedia colectivamente a todos os trabalhadores e que individualmente cada um tería que apresentar unha nova solicitude de emprego. A medida significaba a pérda dos antigos dereitos, e também significaba que a Companhia podía seleccionar outra vez o pessoal. Os mais rebeldes quedarom de fora, como é natural, e entre eles Buenaventura. Por sua parte, a Unión Ferroviária completou a repressón, expulsando da sua associaçón ao grupo de xovens que tinha constituído a base da resistência. A Lista estaba encabezada por Buenaventura Durruti. Na declaraçón xustificadora desta medida (tomada de maneira executiva pola Xunta Directiva) afirmaba-se: “…se trataba de una huelga pacífica en la que la clase obrera, de manera disciplinada, mostrara su fuerza a la burguesía. Las acciones desencadenadas por este grupo de jóvenes están reñidas con las prácticas de la Unión y, en consecuencia, por indisciplinados quedan expulsados de sus filas”. O grupo de xovens expulsados non puderom defender-se contra estas medidas; a própria Unión os denunciába como autores dos atentados e a polícia encontraba assím o seu trabalho facilitado. Em tais circunstâncias, non lhes cabía outro recurso que cair nas máns das forzas repressivas ou abandonar a cidade, em espera de tempos melhores.
ABEL PAZ