
Nos cargos que ocupou na Chancelaria e no Conselho dos Dez, e por ser também a mán direita do “gonfaloneiro”, o nosso home vai receber unha série de missóns diplomáticas, que o levaram até aos monarcas mais conceituados da hierarquia local e internacional do momento. A seguir, abordaremos as três missóns de maior envergadura que lhe foram atribuídas. Agrupámo-las de acordo com os três focos de tensón para o governo republicano de Florença, respectivamente França, Itália e Alemanha. De todas estas embaixadas, o perspicaz secretário retirou ensinamentos que alimentaram o seu mais célebre texto, O Príncipe. Os mais relevantes e reiterados som os seguintes: a importância das armas próprias para defender o Estado (como terá ocasión de constatar nas derrotas para recuperar Pisa, ou perante as côrtes francesa e alemán); a transcendência das características pessoais do príncipe para a manutençón do Estado (definidas em parte por contraste com Soderini mas, sobretudo, por emulaçón de César Bórgia, como verificaremos); a crítica de toda a política indecisa e incapaz de arroxo (como foi a florentina durante muito tempo); e, finalmente, a xá mencionada exortaçón à unificaçón de Itália para recuperar os gloriosos tempos passados.
IGNACIO ITURRALDE BLANCO