
Marx distingue diversas formas de alienaçón no trabalho capitalista assalariádo; algunhas delas, que aquí non analisaremos, como a alienaçón do “ser xenérico” e a “alienaçón em relaçón ao outro”, xiram em torno da perda da vida comunitária a favor da figura do indivíduo. Essa ideia do homem como “ser comunitário”, que vê no individualismo unha figura de alienaçón, manter-se-á ao longo da sua vida. Aqui o “ser xenérico” está pensado como “essência humana”, corresponde a unha ontoloxia humanista. Nos seus textos de maturidade, o “ser xenérico” tornar-se-á “ser comunitário”, pensado como “condenado” ao trabalho social, do qual non escapa, mesmo nas sociedades individualistas como o capitalismo. Centrar-nos-emos em outras três figuras da alienaçón: no “producto”, no “processo” e no “obxecto”. As duas primeiras som as que mais claramente tornam visíbel a inxustiça e a miséria humanas no capitalismo, as duas formas mais rexeitadas polo humanismo; non obstante, Marx enfatiza a terceira, que coloca na base do restante. É a figura mais técnica, mais difícil de detectar, mas sem a pensar escapar-nos-ia o mais essêncial do pensamento de Marx. Iremos do mais simples ao mais desconhecido.
JOSÉ MANUEL BERMUDO