
CARRERE MORENO, Emilio (Madrid, 1881-1947). Poeta prolífico, xornalista, contista e romancista. As suas doze novelas caírom no esquecimento. Levou a bonhomía da sua vida, para a sua criaçón literária a través de um naturalismo derivado do de Zola, misturado com um costumbrismo madrileno tinxído de um tenue erotismo. Poucas forom as páxinas das suas novelas que se salvarom, xá que a linguáxe que utiliza é exasperadamente peseudoarcaico e anacrónico. Escrebeu “El reloj del amor y de la muerte” (1915), “Aventuras de Amber el luchador” (1920), “La torre de los siete jorobados” (1924) e “La calavera de Atahualpa” (1925), som alguns títulos de românces. Durante toda a sua vida sentíu grande amor pola sua cidade natal, que o nomeou historiador oficial da Vila. A sua melhor obra teatral é “La canción de la farándula” (1912). Como poeta recebeu a influênça de Verlaine (ao qual traducíu) em “El caballero de la muerte” (1909), quem também trasluce algo de Darío. Outros libros de poesía som “Del amor, del dolor, y del misterio (1915) e “Dietario sentimental” (1916). As suas “Obras completas” (quinze volûmes) aparecerom entre 1919-1922.
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