A HIPÓTESE DO MUNDO-ANIMAL E DA DIVINDADE COMO ALMA DO MUNDO
Unha outra obxeçón tem orixem no princípio segundo o qual “quando se observa que várias circunstâncias conhecidas som semelhantes, as desconhecidas revelar-se-hán também semelhantes”. Fílon infere daí que o universo, como é mais semelhante a um animal do que aos artefactos humanos, é um animal, e que Deus, em vez de ser a sua causa, é a sua alma.
A HIPÓTESE DA XERAÇÓN E VEXETAÇÓN
Outra obxeçón de Hume parte da maior semelhança que, polo menos aos seus olhos, o universo revela com os corpos dos animais e das prantas do que com os artefactos. Devido a isso, afirma Fílon, é, pois, mais probábel que a sua causa se assemelhe às causas dos primeiros do que às dos últimos, polo que a sua orixem debe ser atribuída à xeraçón ou à vexetaçón e non a um axente intelixente semelhante aos seres humanos.
“Manio me fixo para Numasio”, “Que ninguém viole este bosque sagrado nem arranque ou leve o que está no bosque, nem corte lenha excepto o dia em que tem lugar o sacrifício anual.” O uso mais antigo do alfabeto foi para recolher feitos particulares e prohibiçóns como esta, e non resta dúvida de que desde unha data temperám a xente escrebía listas, receitas, cartas, etc… sobre superfícies mais perecedeiras que a pedra ou o bronce. Perdeu-se todo o rasto disto, xá que non existe um “papiro de Oxirrinco” romano. A literarura em prosa, como oposta ao simples escreber, pode afirmar-se que começou quando os homes se derom conta de que as suas opinións podíam multiplicar-se por meio do “liber ou volumen”. Isto era no período helenístico, depois de que os romanos entraram em contacto com os gregos do sul da Italia e da Sicilia. Antes disto, os romanos tinham estado como a maioría dos povos da Antiguidade – por exemplo, os espartanos, os cartaxineses ou os atenienses contemporâneos até à época de Sócrates – usando o alfabeto para escreber em prosa com fins específicos. Mentras que os homes considerabam que falar bem era unha “virtus” necessária em política, o escreber non estaba visto como fonte potêncial de autoridade e glória nos asuntos da cidade e em qualquer outra esfera da vida. Em quanto ao que implicava a “multiplicaçón” de exemplares de um libro, as mesmas noçóns de “publicaçón”, “comercio de libros” e “público leitor”, assim como do lêr em sí – xá que o ouvir era tán importante -. Ao menos desde o decénio do ano 130 a. C. os próprios romanos acreditabam que o pai da prosa latina tinha sido Apio Claudio o Cego, um contemporâneo de Filemón, Ptolomeo I e Pirro. Cicerón fai referência a unha carta de Panecio (residente em Roma no ano 130 a. C.), na qual o filósofp estoico elóxiaba um “carmen” – a palabra non supón necessariamente forma de verso – que parecía de Apio Claudio o Cego e que era de carácter pitagórico. O mesmo Cicerón tinha por autêntico um discurso em que Apio se opunha à paz com Pirro e no século II a. C. o xurista Pomponio refére-se a unha suposta obra de Apio, “De usurpationibus” que, non obstânte, xá fai tempo que non existía. Moral, oratória, dereito: resulta significativo para a nossa apreciaçón da actitude romana para com a prosa que foram obras de esta clásse as que se tenham atribuído ao venerábel estadista. Non obstânte, é duvidoso quanto menos que algunha delas fora autêntica. Na xeraçón anterior a Cicerón, a clásse de escritos que xá tinham florecido como xéneros separados e que estabam ainda adquirindo a “sua própria natureza” foram ordenados em excelência desde a oratória – forense, xudicial e conmemorativa -, passando pola história, as memórias e a epistolografía, até aos tratados sobre temas prácticos, tais como a agricultura, o dereito, ou o calendário. Ademais, agora que tinha existido unha poesía latina helenizante desde habia mais de um século, estabam alí os princípios de unha literatura erudicta dirixida à sua sistematizaçón e explicaçón. Naturalmente, isto era asunto dos mesmos poetas e dos libertos cultos ou dos seus filhos, como Accio, Elio Estilón, Octavio Lampadio e Lutacio Dafnis. Também, qualquer outra clásse de escritos em prosa foi desarrolhada por senadores romanos non buscanso a arte, senón como armas mais cuidadosamente afiadas, úteis directa ou indirectamente na sua vida política. M. Porcio Catón o Velho foi o mais importante de todos eles. No seu prefácio a “Origines”, observaba que os grandes homes famosos debíam dar conta non só da sua vida pública senón também do seu “otium”, descanso. Escrebeu história non para conmover ou filosofar, senón para persuadir ao leitor da conveniência para o presente e o futuro de certos valores morais e políticos – os de Catón, lóxico -, como os vía nos “exempla” do passado, e para confirmar assim na mente dos seus leitores o que consideraba a verdadeira identidade romana.
A significaçón global da “filosofia crítica” consiste em instituir o ideal iluminado do ser humano autónomo e responsábel nas suas actividades cognoscitivas e nas suas acçóns, liberto xá dos grilhóns medievais que continuavam a submetê-lo à instância divina. Em nenhum lugar Kant o expressou tán bem como na sua última obra, “O Conflicto das Faculdades”. A filosofia non é unha ciência das representaçóns, conceitos e ideias, ou unha ciência de todas as ciências, ou ainda algo de semelhante, mas unha ciência do home, do seu representar, pensar e axir; debe apresentar o home em todas as suas partes constitutivas, tal como é e debe ser, isto é, tanto segundo as suas determinaçóns naturais como também segundo a sua condiçón de moralidade e liberdade. A filosofia antiga adoptou um ponto de vista completamente inadequado no que respeita ao ser humano no mundo, porque o converte nunha máquina em si, que, como tal, tinha de ser completamente dependente do mundo ou de cousas e circunstâncias externas; assim, fez do ser humano, practicamente. unha parte passiva do mundo. Apareceu entón a “Crítica da Razón” e atribuiu ao home no mundo unha existência plenamente activa. O próprio home é orixinariamente criador de todas as suas representaçóns e conceitos, e debe ser o único autor de todas as suas acçóns. Nisto radica o essencial de Kant: em situar o home no centro da reflexón, tanto no conhecimento, como na ética e na relixión. A estas três dimensóns humanas correspondem as três perguntas essenciais que formulou – o que posso saber? O que debo fazer? O que me é permitido esperar? – que podem resumir-se a apenas unha: o que é o home?
Dela, medra um dos vinhos brancos varietais mais luxosos e com mais personalidade. “Albarinho, ouro da terra, Sol que quêntas os coraçóns!” Hoxe em dia, está considerada a melhor variedade branca da Galiza, e unha das mais prometedoras. A sua terra nai som as ribeiras do Minho e a comarca do Salnés. É unha cepa vigorosa, de brotaçón temperám e maduraçón média. Crece bem em terrenos arenosos com unha boa drenáxe e lixeiramente ácidos, mas também se adapta a cháns mais sólidos, sempre que sexam frescos e pouco húmidos. Elaboram-se vinhos de color amarelo-verdoso, extraordináriamente aromáticos, com bom equilibrio e excelênte paladar. A gama aromática é unha das suas melhores características, e quando deixam de ser xovens amplíam-se em matices mais complexos.
SITIOS NOS QUE SE PODE ENCONTRAR
Na ribeira dereita do Minho, em Salvaterra, esta propriedade familiar é a maior de todo o catástro de Pontevedra. No ano 2000, foi adquirida polo grupo Masaveu. “Selecçión Finca Monte Alto”, procede de unha parcela excepcional, prantada em 1988. É um dos melhores exemplos de lonxevidade do Albarinho, xá que o vinho foi passando por um prolongado período. O passo por garrafa, pouco a pouco, foi aportando complexidade, acentuando as notas minerais e o equilibrio xeral do vinho. Se quando som xovens estes vinhos encontram o seu território natural nos mariscos e peixe branco pouco temperado, o mesmo vinho unha vez afinado em garrafa uns anos, xá demanda comida mais consistente.
Vinificaçón: vindima efectuada à mán, com as uvas colocadas em caixas de 16 Kgs. As uvas som imediatamente conducidas para a adega, onde após o desengaço, procede-se ao esgotamento e leve prensaxem. O mosto-lágrima fermenta em cubas inox a temperatura controlada. Depois de um período durante o qual o vinho estabiliza por processos físicos é efectuado o engarrafamento. Logo o vinho é estaxiádo em cave a temperatura constânte. até ao seu consumo. Este é um branco que pode envelhecer, para quem gosta dos vinhos passados polo tempo, como aperitivo a 10 gráus de temperatura.