Arquivos diarios: 22/08/2021

ESCRITORES HISPÂNOS (VITAL AZA)

Aza, Vital (Pola de Lena, Asturias, 1851 – 1912). Autor teatral. Despois de estudar e practicar a medicina começou a escreber sainetes, alguns em colaboraçón com Miguel Ramos Carrión. A sua primeira obra estreada: ¡Basta de matemáticas!, acolheu bastante êxito. Escrebeu mais de setenta obras. Em 1951 reeditárom-se as suas melhores pézas, entre as que podemos citar: “El sueño dorado” (1875) e “La rebotica” (1895).

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ESCRITORES HISPÂNOS (PERÁLVAREZ DE AYLLÓN)

Ayllón, Perálvarez de. Nada sabemos sobre este escritor, excepto que foi o autor de unha égloga dramática titulada “Comedia de Preteo y Tibaldo”, chamada “disputa y remedio de amor” que foi publicada em Toledo em 1553, despois de haber sido completada por Luis Hurtado de Toledo, o qual agregou 256 versos. Trata-se de um drama com ribetes satíricos, que narra os sofrimentos de amor, e os remédios para atenuá-los. Para o qual Ayllón se basa nos “Remedia amoris” de Ovidio, à vez que enaltece as qualidades das mulheres, às que Ayllón admira e defende contra obras que as vituperam como “El triunfo de las donas” de Juan Rodríguez de la Cámara. O texto foi reeditado em 1903 por Bonilla y San Martín.

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ESCRITORES HISPÂNOS (WENCESLAO AYGUALS DE IZCO)

Ayguals de Izco, Wenceslao (Vinaroz, Castellón, 1801 – 1873). Novelista cuxo êxito se basou fundamentalmente no sensacionalismo das suas estâmpas sobre a vida do baixo mundo espanhol. Influído por Eugenio Sue. As suas novelas publicarom-se, como era frequente, em entregas periódicas. Trata-se de obras furiosamente anticlericais. “María, o la hija de um jornalero” (1845 – 1846) é unha das suas novelas mais características. Dedicada a Sue, abunda nela a protesta ante as condiçóns sociais de alguns extractos. Por unha parte, nela encontra-se o xerme do que viria a ser o Naturalismo, mas, por outra, non tem a precisón histórica nem a compreensón cabal de feitos complexos que tem por exemplo, “El señor de Bembibre” (1844) de Enrique Gil y Carrasco, novela que capta e adapta ó estilo de Walter Scott às condiçóns existentes em Espanha. As novelas por entregas de Ayguals forom lídas com fruiçón, especialmente polas clásses traballadoras. Escrebeu também unha obra de teátro e um poema filosófico “El derecho y la fuerza” (1866). Ayguals fundou em Madrid a imprenta “Sociedad Literária”.

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