
Taberna, tabarrera, tabarra, tabelión, cabana, tenda (armazém de venda ó público), mesón, pousada, caupona, corraleja ou azeiteira. Quando, qualquer ovelha descarriada, ou xovenzuelo imbêrbe, ou talvéz corrichinho teimoso, entram para tabernear em tabânco, astilhaço, pechardino, ostería ou tabes (do latím: corrupçón, putrefaçón, consunçón). Tamém se afirma, que, certos instrumentos musicais: “amam a taberna, e sotar com velhacos”, ou sexa, que, som adequados para bailar com xente de baixa estola. Contubernium de vida, nunha mesma choza, onde a pulcritude (nón só física) deixa muito que desexar. Tudo cheira a vinho rançosso, e graças senón a mexo. Se alguém se quixer queixar? Que, resultou ferido por outro em choza comunal? O referido queixoso, terá de probar com testemunhas, os feitos. Cousa que, tendo em conta o talânte dos frequentadores, estamos lonxe de recomendar. Nestes casos, o melhor será “levantar o tabanque”, isto é “desopilar”, abandonando o lugar o quanto mais rápido melhor. E, tende sempre presente que: “O numero de tabernarum, infinitum est!”
Léria Cultural