Arquivos diarios: 19/11/2020

ESCRITORES HISPÂNOS (PAULO ÁLVARO DE CÓRDOBA)

Álvaro de Córdoba, Paulo (Córdoba, c. 800-c. 861). Escritor cristán talvés de orixem hebráico. O seu latím resulta imperfeito, xá que o árabe era a fala oficial no seu tempo, mas logrou desprender o seu estilo do que era habitual na sua época, cheia de ornamentaçóns e complexidades. Escrebeu “Indiculus luminosus” (854), e logrou unha lenguaxe directa e sinxéla em “Vida de San Eulogio” (860), na qual defende a cristandade dos mozárabes, tomando como exemplo a vida do santo. Também escrebeu “Confessio”, seguindo a tradiçón de San Agustín, quince poemas em latím rectórico, “Lamentum”, que se atribuíu erróneamente a Isidoro de Sevilla, e foi autor de várias epístolas, “Epistolario” (ed. J. Madoz, 1947). “El Liber scintillarum”, que normalmente foi atribuído a Paulo, xá era conhecido no século anterior.

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ESCRITORES HISPÂNOS (SERAFÍN E JOAQUÍN ÁLVAREZ QUINTERO)

Álvarez Quintero, Hermanos, Serafín (Utrera, 1871 – Madrid, 1938) e Joaquín (Utrera, 1873 – Madrid, 1944). Depois de estudar em Sevilla, os irmáns formarom um equipo que iría durar muito tempo. A temática sería preferentemente de ambiênte andaluz, e a técnica decantába-se para o costumbrismo. A sua primeira obra foi “Esgrima y amor” (1888), estreáda em Sevilla. Mais de duzentas comêdias e sainetes de grande ếxito seguirom a esta obra precóz. Algunhas delas repetíam motivos ou argumentos: La reja (1897), El patio y Los galeotes (1900), Las Flores (1901), a zarzuela “La reina mora”, com música de Serrano (1903), El genio alegre (1906) e muitas mais. Estas alegres novelinhas escritas para o escenário eram sentimentais, fáceis de colocar em escêna e continham pouca matéria de reflexón, mas um enxenho abundante e um diálogo viváz. Unha das suas melhores comêdias foi “Las de Caín” (1908). O seu primeiro êxito foi “El ojito derecho” (1897). Ambos irmáns forom membros da Academia Española.

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