
Tomando notas à entrada do Museo Xeolóxico, sobre o calendário por eles elaborado das idades do mundo, que figura à entrada do mesmo, um non poderia deixar de elocubrar pensamentos, sobre a velocidade desenfreada à que vai este planeta nosso. Voando através do éter luminífero, e esperando que nada se lhe ponha por diante, ou que algo nos venha atravessado de rebolo. ¡¡Pobre de quem!! De todas maneiras, anda no ar a tempestade! Non sei, como acabaremos todos? Xá levam vários anos ensaiando, primeiro foi o “azeite de colza”, despois vêm a “gripe aviar”, agora temos esta “pneumonía atípica”. Mas, o caso é que parece que decidirom avanzar abertamente, e despertar o Leviatán que come os seus filhos. A maquinária de propaganda do rexíme, acelera o seu andamento e vai fomentando o medo por todas as partes. A normalidade, non retorna, complicando aínda mais a vida das pobres xentes, confundidas por consignas e imposiçóns grandemente autoritárias. Lisboa, sofre esta “democrácia”, os portugueses marcharom da cidade, desaparecerom! Agora, so quedam as suas fotografias pintadas nas paredes, e os turistas hábidos de consumo, tenhem que contentar-se só com o seu espectro. Apareceu um novo inferno, nesta sociedade, os “homes caracol”, em plena canícula de Septembro, vestidos como se foram para a neve, esperam com a casca às costas, a chamada de algúm consumidor despiadado, que também está confinado na sua miséria, e esíxe unha urxência permanente, e unha atençón deshumana. Poderá Lisboa, sobreviver a este capitalismo galopante? O tempo o dirá! ¡¡”Mas, sobre tudo, cuidado que venhem os americanos”!!
RESTAURANTE TIA MATILDE

No Tia Matilde, comemos três vezes. A “canxa de pato”, que cura todas as maleitas, estaba salgada. O “linguado frito” com “arroz de grelos”, estaba teso e enteiro. Dá a impresón que mudarom de cozinheira, e que non tem a mesma mán, de todas maneiras, é um restaurante grande e desafogado, que dá unha comida bastante caseira, e non demasiado cara.

O segundo dia, foi “canxa de pato” salgada, seguida de “ameixoas à Bulhao Pato” ridículas, mas muito sabrosas. Despois, “cabidela de galinha” que estaba bastante boa.

O terceiro dia, “canxa de pato” salgada, acompanhada de “pataniscas de bacalhau” com “arroz de grelos”, as pataniscas estabam bastante duras. Este ano, baixou algo a categoria do ano passado.
O GALITO

Este ano, estaba soberbo, grande qualidade da comida, estaba perfeito. “Sopa de Tomate com Carne de Algidar”, excelente. Logo foi “Perdíz de Escabeche com Batatas Fritas”.
RESTAURANTE DA PRAIA DA ADRAGA

Este restaurante é bom para ir o Domingo, pois tem um acceso endiabrado, e combém ir com tempo, de todas maneiras vale a pena o esforzo. Som productos do mar local, e a preço bastante modesto. Comemos unha “Sopa de Peixe com Picatostes”, muito boa, com pedazos de peixe dentro. Seguida de “Ameixoas ao Natural”, há que pedir um quilo para dous, senon sabe a pouco. Non eram alá grande cousa, mas tinham um surpreendente sabor a mar. Depois comemos um “Robalo Assado na Grelha com Batatas à Murro e Feixón Verde”, entre dous, que tinha um sabor reconfortante. Excelente!
O MAGANO

É um restaurante de cozinha alentejana, de muito boa qualidade. O lugar é pequeno, e cheio de namorisqueo, mas apesar de tudo isto a comida vale a pena. Comemos unha “Sopa de legumes” e despois unha excelente “Perdíz Estufada” cada um. Ámen!
D’BACALHAU

Este é um restaurante económico, onde se pode comer como um abade de Guillade, se habemos a suficiente cultura e sabedoria para isso. Comemos unha “Sopa de Bacalhau” muito boa, composta por trozos de bacalhau, um ovo escalfado e anacos de pán ensopados. Despois, um abundante “Bacalhau à Brás”, muito bem feito e xeneroso. Para terminar, unha manga laminada.
LÉRIA CULTURAL