
Leonora de Marcos, habendo sido minha querida polos anos de 1903 a 1907, sem ter sido inspirado pola maxía, finalizou até à presente fecha, na que este dia de San Miguel (festa em Guillade d’abaixo). Eu fún a Oliveira xunto de Guenaro…….. e pondo-me alegre, desde alí marchei cara à festa (Sábado 29), que fora trasladada para o Domingo dia 30 de Septembro de 1917. Despois de bailar com unha axilidade assombrosa, alá pola noite encontrei-me xunto das pequenas (algunhas xá casadas), que noutros tempos entretinham as minhas ideias, e entre as quais estaba Leonora, que este dia começou a falar de novo comigo, Por esta altura tinha deixado Rosa da Costa, por vía dunha malquerência que nos armarom almas movidas pola bruxaría, xá que na nigromância saía non como nobreza, senón como prostituta. Com esta comezára a falar em Maio e desfixéra-se a conversaçón em Septembro. Com Leonor começei em Septembro, e desfixo-se em Novembro do mesmo ano. Mesa Adivinhatória, Soutullo, o dia 20 de Novembro de 1917, fún xunto de Soutullo por primeira vez, sobre a enfermedade, dixo-me que non era causa sobrenatural, a doença era natural e que requería medicina. Neste mesmo dia fún a Pontareas desde alí e comprei medicina, que me tinha receitado Don Pepe de Mondariz fai dezoito meses (Glicerofosfáto de Cal granulado em frasco). Na noite desse dia tivem o seguinte sonho: sonhei que estaba no portelo de Souto-Brabo (debaixo da minha xanela), e vexo Benito das Carballas de Oliveira nunha guerra de pedras com o Nube, este atacaba da parte de nascente e o outro de poênte. Mas, que por fim, terminei eu dando de paus e sopapos firmemente nos dous; encontrando-me eu suspeitoso polo movimento da minha enfermedade, e dos síntomas, aínda que só aparentes, voltei a ir xunto de Soutullo, que me pareceu algo indiferente. Ateimou, que a enfermedade era natural, só que eu lhe manifestei o desgraçado atrevimento (Gran disgrácia! Paxinas 54 e 55). Ó momento vem um neno decir que estabam alí uns homes para… se quería vender vinho? E como se parou um pouco ó ouvir a notícia, acto seguido a messa comeza a dar pancadas, mas com mais rapidez que da primeira vez, unhas quatro ou cinco, só que mudando de pé. Primeiro o pé que estaba ó meu lado dereito, despois levantou o que estaba frente a mim. O home entón perguntou com afán, ¿Que é? e despois tornou a perguntar se a enfermedade era algo de Spírito, feitiço, envídia, dado a comer, etc… e respondendo que non, dixo-me! A enfermidade ganhou-a ustede, non tem nada de sobrenatural, e enseguida levantou-se com orgullho e indiferência.
MANUEL CALVIÑO SOUTO